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ICMBio implementa ações emergenciais para proteger ararinhas-azuis reintroduzidas

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está implementando ações emergenciais para proteger as ararinhas-azuis reintroduzidas na natureza em Curaçá, Bahia. De acordo com informações do ICMBio, a medida foi necessária após a detecção de casos positivos de circovírus, causador da Doença do Bico e das Penas dos Psitacídeos (PBFD), entre as aves.

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O plano emergencial, desenvolvido em parceria com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), visa conter a disseminação do vírus. Entre as ações, está a suspensão temporária da soltura de um novo grupo de ararinhas-azuis, prevista para este mês.

Medidas de Controle

O ICMBio, responsável pelo manejo in situ e pela gestão da Área de Proteção Ambiental (APA) da Ararinha Azul, determinou o recolhimento das ararinhas-azuis para realização de testes, garantindo a saúde da população. A retomada do projeto ocorrerá assim que a situação sanitária estiver controlada.

A Doença do Bico e das Penas dos Psitacídeos é considerada grave para essas aves, não havendo tratamento disponível, o que exige cautela e rigor nos procedimentos de controle. Importante destacar que o circovírus não afeta galinhas, patos e outras aves de produção, nem representa risco à saúde humana.

Para mais informações, acesse o site do ICMBio.

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