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O Ministério da Saúde iniciou nesta quarta-feira (22) a capacitação nacional de profissionais para a oferta do Implanon, implante contraceptivo subdérmico, no SUS. A primeira oficina ocorreu em Salvador (BA), com previsão de expansão para todas as unidades da federação até o final de 2025.
De acordo com o Ministério da Saúde, o treinamento é voltado para gestores, médicos e enfermeiros indicados por municípios, além de representantes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), universidades e secretarias de saúde. Mais de 2 mil profissionais devem ser qualificados.
As oficinas presenciais têm carga horária de oito horas, combinando teoria e prática com simuladores anatômicos. Os participantes aprendem sobre indicações, contraindicações e técnicas de inserção e remoção do dispositivo, além de outros métodos contraceptivos disponíveis no SUS.
O Ministério enviou kits de simulação com aplicadores, braços anatômicos e materiais técnicos para apoiar a formação. Vinte e três profissionais foram contratados para auxiliar estados e municípios no processo.
Distribuição do Implanon
A distribuição das primeiras 200 mil unidades do implante começou em outubro. Regiões com maiores índices de vulnerabilidade social e gravidez na adolescência terão prioridade. Até 2026, estão previstos 1,8 milhão de dispositivos, sendo 500 mil ainda em 2025.
O Implanon foi incorporado ao SUS em julho de 2025, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). O método é indicado para mulheres entre 14 e 49 anos e tem duração de até três anos.
O implante se soma a outros métodos contraceptivos já oferecidos pelo SUS, como DIU de cobre, anticoncepcionais orais e preservativos. O Ministério da Saúde ressalta que apenas os preservativos previnem infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).
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**Observações:**
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