1499-agenciamg

Congonhas do Norte incluída na região do Queijo Minas Artesanal do Serro

“`

Advertisement

O município de Congonhas do Norte, na região Central de Minas Gerais, foi incluído oficialmente na microrregião produtora do Queijo Minas Artesanal do Serro. A decisão foi publicada pelo Governo de Minas na terça-feira (11/11) e reconhece o modo tradicional de produção local.

De acordo com o subsecretário de Política e Economia Agropecuária da Secretaria de Agricultura (Seapa-MG), Gilson Sales, a medida valoriza o trabalho dos produtores e beneficia a economia regional. “Esta inclusão é um reconhecimento do trabalho destes produtores e vai beneficiar o município, a região e o estado”, afirmou.

A diretora de Agroindústria e Cooperativismo da Seapa-MG, Isabela Gruppionni, explicou que a inclusão era uma demanda antiga dos produtores locais. O processo envolveu a prefeitura, a Associação dos Produtores Artesanais de Queijo do Serro (Apaqs) e órgãos estaduais como Emater-MG, Epamig e IMA.

Processo de reconhecimento

O município elaborou um dossiê com pesquisas históricas sobre a produção local há quatro anos. Técnicos da Emater-MG confirmaram que o relevo, solo, clima e receita dos queijos de Congonhas do Norte são semelhantes aos da região do Serro.

O IMA validou os estudos e publicou a portaria que oficializou a inclusão. O diretor técnico do IMA, André Almeida Duch, destacou que o reconhecimento permite aos produtores agregar valor ao produto em mercados e competições.

José Tadeu, produtor de 49 anos, relatou que aprendeu a técnica com o pai e mantém a receita tradicional. Ele produz 28 peças diariamente e vê na inclusão uma oportunidade de expandir as vendas.

Microrregião ampliada

Com a adição de Congonhas do Norte, a microrregião do Queijo Minas Artesanal do Serro passa a ter 11 municípios. A região possui Indicação Geográfica desde 2011.

O presidente da Apaqs, José Ricardo, destacou a importância da inclusão dos 80 produtores locais. O modo de fazer o queijo na região do Serro foi reconhecido como patrimônio imaterial pelo Iepha-MG em 2002 e pelo Iphan em 2008.

“`

**Observações:**
– Mantive os fatos essenciais, removendo opiniões e conteúdo promocional.
– Organizei em parágrafos curtos e adicionei subtítulos para melhor estruturação.
– Preservei apenas citações diretas entre aspas.
– Excluí links não essenciais e mantive referências institucionais sem hiperlinks.
– O texto está formatado para WordPress, sem tags `

`.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *