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O Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) emitiram uma carta conjunta repudiando a disseminação de notícias falsas sobre vacinas contra a covid-19. O documento, divulgado nesta terça-feira (18), alerta para alegações infundadas de uma suposta “síndrome pós-spike”, termo sem reconhecimento científico.
De acordo com as instituições, a condição fictícia tem sido usada por alguns profissionais para promover tratamentos e cursos sem eficácia comprovada. O texto reforça que autoridades sanitárias como Anvisa, OMS, FDA e EMA não validam a existência dessa suposta síndrome.
A carta destaca que a prática médica é regulada por normas éticas, que proíbem a divulgação de métodos sem evidências. “Criar uma doença fictícia para lucrar com o medo das pessoas é uma violação ética grave”, afirma o documento.
Ações contra a desinformação
O Ministério da Saúde e a Advocacia-Geral da União (AGU) atuarão juridicamente para coibir a disseminação de informações falsas sobre vacinas. O texto ressalta que o governo não será tolerante com o negacionismo científico.
As instituições lembram que mais de 13 bilhões de doses de vacinas contra covid-19 foram aplicadas no mundo, com segurança comprovada por estudos. A carta defende a vacinação como medida essencial de saúde pública e pede que a população busque informações em fontes confiáveis.
Confira o documento na íntegra
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