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Governo de Minas inaugura Centro de Pesquisa para Produtos Artesanais em Belo Horizonte

**Governo de Minas inaugura Centro de Pesquisa para Produtos Artesanais em Belo Horizonte**

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O Governo de Minas Gerais lançou nesta segunda-feira (24/11) o Centro Internacional de Pesquisas de Produtos Artesanais Regionais: Certificação e Circulação (CIPARCC). O evento ocorreu no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte, e incluiu a assinatura simbólica de convênios.

De acordo com o Governo de Minas, o centro funcionará como um polo de excelência para estudos e certificação de origem e qualidade de produtos artesanais, facilitando sua circulação global. Entre os produtos beneficiados está o queijo mineiro, tradicional na gastronomia do estado.

Investimentos e estrutura

Está previsto um investimento de R$ 1 milhão, repassado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG). A primeira parcela, de R$ 397 mil, já foi liberada. Os recursos serão usados em equipamentos e bolsas de pesquisa.

O centro tem como objetivo harmonizar legislações nacionais e internacionais sobre denominação de origem protegida e indicações geográficas, facilitando a exportação de produtos regionais.

Declarações de autoridades

“Cada vez mais vemos os produtos mineiros ganharem em qualidade e, com essa iniciativa, nossos produtos serão ainda mais valorizados”, afirmou o secretário executivo de Desenvolvimento Econômico, Bruno Araújo.

O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, Gustavo Cançado, destacou que o centro é uma “iniciativa estratégica” para fortalecer a produção artesanal e ampliar a presença de Minas nos mercados nacional e internacional.

Vinculação e objetivos

Vinculado à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o CIPARCC buscará certificações como Indicação Geográfica (IG) e Denominação de Origem Protegida (DOP). O subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Mendes, ressaltou que o projeto oferecerá suporte jurídico e técnico para exportação.

O centro também visa preservar saberes tradicionais e gerar oportunidades econômicas para produtores artesanais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das comunidades mineiras.

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