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Brasil cria 166 mil empregos formais em junho e acumula mais de 1,2 milhão no primeiro semestre

O Brasil registrou a criação de 166.621 empregos formais em junho, conforme dados do Novo Caged divulgados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, nesta segunda-feira (4/8). No período, foram contabilizadas 2.139.182 contratações e 1.972.561 demissões, resultando em um saldo positivo no mercado de trabalho.

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De acordo com a Agência Brasil, todos os cinco principais setores da economia apresentaram crescimento. O setor de Serviços destacou-se com a criação de 77.057 novas vagas, especialmente nas áreas de informação, comunicação, finanças, imobiliário, atividades profissionais e administrativas, que somaram 41.477 vagas. O Comércio gerou 32.938 empregos, a Agropecuária 25.833, a Indústria 20.105 e a Construção 10.665.

Desempenho por estados

Em junho, 26 dos 27 estados brasileiros registraram aumento no número de empregos formais. São Paulo liderou com 40.089 novas vagas, seguido por Minas Gerais com 24.228 e Rio de Janeiro com 15.363. Em termos proporcionais, Amapá (+1,29%), Mato Grosso (+0,96%) e Maranhão (+0,93%) foram os destaques.

Do total de empregos criados, 75,8% foram vagas típicas, enquanto 24,2% foram vagas não típicas, como contratações por pessoas físicas equiparadas a empresas (CAEPF) e trabalhadores temporários.

Nos últimos 12 meses, de julho de 2024 a junho de 2025, o Brasil criou 1.590.911 empregos formais, um número inferior ao registrado no período anterior, quando foram gerados 1.735.145 postos.

Acumulado do ano

No primeiro semestre de 2025, o Brasil criou 1.222.591 empregos formais, um aumento de 2,59% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 48.419.937 postos de trabalho. O setor de Serviços foi o destaque com 643.021 novas vagas, seguido pela Indústria com 229.858, a Construção Civil com 159.440, a Agropecuária com 99.393 e o Comércio com 90.876.

Entre os estados, São Paulo liderou a geração de empregos no semestre com 349.904 novas vagas, seguido por Minas Gerais e Paraná. Proporcionalmente, Amapá, Mato Grosso e Goiás apresentaram os maiores crescimentos.

Salários e grupos populacionais

Em junho de 2025, o salário médio de admissão foi de R$ 2.278,37, um aumento de R$ 24,48 em relação a maio. Comparado a junho do ano anterior, o crescimento foi de R$ 28,76.

No mês, foram criados mais empregos para homens do que para mulheres, embora elas tenham liderado as contratações nos setores de serviços e comércio. Entre os jovens de 18 a 24 anos, foram abertas 102.328 vagas, enquanto para adolescentes de até 17 anos, o saldo foi de 24.963 postos. Houve também crescimento do emprego para pessoas com ensino médio completo e incompleto, além de um saldo positivo para a População com Deficiência.

Os dados completos do Novo Caged podem ser consultados em: http://pdet.mte.gov.br/novo-caged.

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