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A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) busca ampliar a representatividade no serviço público. Durante o programa “Bom Dia, Ministra”, ela destacou o cronograma planejado para evitar interferências do período eleitoral e a participação feminina no certame.
De acordo com Esther Dweck, 57,12% dos candidatos aprovados para a segunda fase do CPNU 2 são mulheres. Ela ressaltou que o concurso reflete uma política pública para garantir um serviço público que represente a diversidade do país. “É ter um serviço público com a cara do Brasil”, afirmou.
Cronograma e homologação
A ministra explicou que o cronograma do CPNU 2 foi organizado para homologar os resultados até março ou início de abril. Segundo ela, a maioria das vagas não exige curso de formação, o que agiliza o processo. Para os cargos com formação obrigatória, os cursos têm duração aproximada de um mês.
No caso do CPNU 1, novas chamadas já foram realizadas e os cursos de formação estão em andamento. A expectativa é que os aprovados possam tomar posse após a homologação, prevista para maio, sem conflitos com o período eleitoral.
Diversidade e abrangência
Na primeira edição do concurso, 24,5% dos aprovados são pessoas negras, 2,29% indígenas e 6,79% pessoas com deficiência. Os novos servidores são de 908 municípios, com 37% vindos do interior do país. Com a última chamada, quase 1,2 mil cidades terão representantes no serviço público federal.
Esther Dweck destacou que a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) será responsável por preservar o conhecimento técnico do CPNU, garantindo a continuidade do modelo. O concurso é considerado o maior da história do país e tem como objetivo fortalecer serviços essenciais.
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