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Brasil sedia COP30 e avança no diálogo sobre energia universal

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O Brasil sediará a COP30 em novembro de 2025, em Belém (PA), consolidando sua posição no debate global sobre energia e clima. De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), o país ampliou sua participação em fóruns internacionais, com ênfase em transição energética justa, acesso universal à energia e biocombustíveis.

Durante o ano, o MME liderou grupos de trabalho interministeriais e articulou propostas em energias renováveis, eficiência energética e financiamento climático. O Brasil também assumiu a presidência dos BRICS, focando em cooperação em energia limpa e segurança energética coletiva.

Em junho, Brasília sediou a VII Cúpula de Energia Jovem dos BRICS, reunindo especialistas e líderes para discutir inovação e acesso à energia. A declaração conjunta da Cúpula do BRICS, em agosto, reforçou o compromisso com uma transição energética acessível e financeiramente viável.

Cooperação bilateral e regional

A parceria com a Noruega avançou em 2025, especialmente em captura e armazenamento de carbono (CCUS). Uma missão técnica brasileira visitou projetos noruegueses em maio, incluindo o Centro de Testes de Mongstad e o projeto Northern Lights.

O MME iniciou consulta pública em novembro sobre o marco regulatório do CCUS no Brasil, incorporando experiências internacionais. A cooperação com a Noruega também incluiu discussões sobre investimentos em hidrogênio de baixa emissão e energia offshore.

Na região, o Brasil e o Chile fortaleceram a cooperação em combustíveis sustentáveis de aviação (SAF). O país apresentou avanços da Lei do Combustível do Futuro, que estabelece uso progressivo de SAF a partir de 2027.

Biocombustíveis e hidrogênio

O Brasil teve papel central na Global Biofuels Alliance (GBA), iniciativa para expandir a produção sustentável de biocombustíveis até 2035. O país também reforçou sua atuação em hidrogênio de baixa emissão, posicionando-se como potencial hub global nessa cadeia energética.

Em 2025, o MME trabalhou para consolidar a diplomacia energética brasileira, ampliando a projeção internacional das políticas públicas do país em transição energética sustentável e inclusiva.

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