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A Casa Barão de Vassouras, no Rio de Janeiro, foi reaberta nesta quarta-feira (17) após cinco anos de restauração financiada com recursos federais. O investimento total foi de R$ 14 milhões, sendo R$ 11 milhões do Governo Federal e R$ 3 milhões de contrapartida da Prefeitura de Vassouras.
O casarão do século XIX integra o conjunto arquitetônico tombado pelo Iphan desde 1958. De acordo com o Ministério da Cultura, as obras resgataram técnicas construtivas originais, como adobe e pau a pique, preservando a identidade histórica do imóvel.
Durante a cerimônia de reabertura, a secretária Roberta Martins, do Ministério da Cultura, destacou a importância simbólica da restauração. “O casarão, que no passado foi símbolo do baronato e da exploração escravista, agora se reergue como um lugar de cultura”, afirmou.
A superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Patrícia Wanzeller, ressaltou que o resultado foi possível graças à parceria entre as instituições. “O que vemos aqui hoje é fruto de gestões que dialogam e encontram soluções conjuntas”, disse.
Novo uso para o espaço
A cerimônia contou com apresentações de jongueiros do Vale do Café e músicos do Programa de Integração pela Música (PIM). A partir de agora, o local funcionará como centro de referência cultural, com exposições, oficinas e programação integrada à vida da cidade.
A obra foi viabilizada pelo antigo PAC Cidades Históricas, programa que foi substituído e ampliado pelo Novo PAC Patrimônio Cultural.
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