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MGI usa análise de dados para orientar alocação de servidores públicos

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) utiliza análise de dados para orientar a alocação estratégica de servidores públicos. De acordo com o ministério, a ferramenta Dimensionamento da Força de Trabalho (DFT) registrou crescimento de 150 unidades dimensionadas em 2023 para 4.727 em julho de 2025, abrangendo 114 órgãos.

Desenvolvido em parceria com a Universidade de Brasília, o DFT estima o número adequado de servidores por unidade com base em dados qualitativos e quantitativos. O método avalia atividades, lacunas, perfil profissional, rotatividade e produtividade, utilizando o Sistema de Dimensionamento de Pessoas (Sisdip) para processar informações.

O DFT opera em dois modelos: o modo típico, que contabiliza entregas realizadas pela unidade, e o atípico, adaptado para casos em que essa mensuração não é possível. A metodologia busca aumentar a eficiência na gestão de pessoal.

Capacitação e expansão

Para ampliar a adoção do DFT, o MGI e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) oferecem cursos gratuitos. As formações incluem módulos autoinstrucionais de 20 horas e treinamentos remotos sobre aplicação prática e análise de resultados.

Desde 2024, o ministério implementou um programa de mentoria com oficinas e acompanhamento por servidores capacitados. A estratégia resultou no mapeamento de 28 mil entregas, sendo 10 mil apenas no primeiro semestre deste ano.

“A internalização do DFT na rotina dos órgãos é um passo importante para que novas autorizações de concursos tenham essa metodologia como requisito”, afirma Lorena Ferreira, coordenadora-geral do DFT no MGI. Ela destaca que o objetivo é identificar lacunas e perfis profissionais necessários.

Mais informações estão disponíveis no Portal do Servidor.

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