Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados
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Presidente da Câmara defende reajuste salarial para servidores e prevê redução de jornada até maio

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), justificou o reajuste salarial concedido aos servidores da Casa durante evento em São Paulo nesta terça-feira (10/2). Segundo ele, a medida buscou evitar disparidades com carreiras equivalentes no serviço público.

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De acordo com Motta, o Congresso recebeu no fim de 2025 o projeto de reajuste para servidores do do Senado, enquanto a Câmara já havia aprovado aumentos para o TCU e o Judiciário. Ele argumentou que seria incoerente excluir os servidores da Casa da recomposição.

“Para não haver disparidade nas carreiras e também por justiça, assim como aprovamos o reajuste aos servidores do Judiciário, precisávamos tratar do reajuste dos servidores da Câmara. Usamos o mesmo parâmetro do projeto sancionado pelo presidente, em torno de 8%”, disse.

Sobre o “extrateto”, Motta afirmou que o mecanismo já é usado por outros órgãos. Ele destacou que a proposta de reforma administrativa prevê tratamento diferenciado para até 5% dos servidores. Na Câmara, o percentual ficou em 4% do quadro funcional, cerca de 72 servidores.

O presidente também comentou a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que determinou a revisão de penduricalhos no serviço público. Dino deu liminar para suspender adicionais que vinham elevando remunerações acima do teto constitucional.

Motta avaliou que a iniciativa foi ao enfrentar um tema. Ele reforçou que o Brasil precisa avançar no debate sobre a reforma administrativa.

No mesmo evento, o presidente da Câmara afastou a possibilidade de revisão do Banco Central. Na de Motta, trata de uma instituição que vem tomando as providências sem interferência política.

“Não está no nosso horizonte revisar a autonomia do Banco Central. Estamos vendo uma instituição que vem tomando as providências necessárias em sua atuação, sem qualquer autoridade monetária. Não vamos pautar a revisão da autonomia”, afirmou.

No político-eleitoral, Motta avaliou que o governador Tarcísio Freitas (Republicanos) está cada vez mais distante. Correligionário de Motta, Tarcísio chegou a ser herdeiro do capital político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o papel ficou com o senador Flávio Bolsonaro.

Redução da jornada de trabalho

Outro tema abordado foi a discussão sobre a redução da jornada com o fim escala 6×1. Motta afirmou que o avanço tecnológico tornou o debate inevitável. As iniciativas da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) tratam do mesmo eixo temático.

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