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Transporte ferroviário de cargas escoa recorde de 555,48 milhões de toneladas em 2025

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O transporte ferroviário de cargas no Brasil atingiu um recorde de 555,48 milhões de toneladas úteis (TU) em 2025, segundo dados do Ministério dos Transportes. O volume representa um aumento de 2,57% em relação ao ano anterior. Minério de ferro e grãos continuam sendo as principais cargas transportadas.

De acordo com o ministério, o resultado faz parte dos esforços do governo para ampliar a malha logística nacional. Para 2026, estão previstos R$ 140 bilhões em investimentos no setor, com a realização de oito leilões até o fim do ano.

O secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, afirmou: “Pela terceira vez consecutiva, batemos o recorde de movimentação de cargas por ferrovias no Brasil, em um momento em que também registramos um volume de investimentos privados histórico no setor.”

Desempenho por setor

Dados da Infra S.A. mostram que o setor agrícola teve o melhor desempenho em 2025, com crescimento de 4,62%. Outras mercadorias registraram alta de 3,43%. O minério de ferro manteve destaque, com 401,35 milhões de TU transportados, aumento de 2,72%.

O governo destacou que o transporte ferroviário reduz a circulação de caminhões em estradas e diminui a emissão de gases de efeito estufa, especialmente em rotas de longa distância, como o escoamento de grãos de Mato Grosso para portos do Sudeste.

Investimentos e concessões

O Ministério dos Transportes possui 14 concessões ferroviárias ativas e lançou a Política Nacional de Outorgas Ferroviárias para ampliar a carteira de projetos. Entre 2023 e 2025, foram aplicados R$ 40 bilhões em investimentos no setor, valor 60% superior ao período de 2019 a 2022.

Um dos destaques foi a retomada das obras da Ferrovia Transnordestina, com 71% de avanço físico e investimento estimado em R$ 15 bilhões. O projeto deve ser concluído em duas fases, até 2028.

O governo também encaminhou à ANTT diretrizes para o primeiro chamamento público de trechos ferroviários, com foco no Corredor Minas-Rio, atualmente classificado como linha ociosa.

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