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A inclusão digital de mulheres tem contribuído para reduzir desigualdades históricas, segundo informações do Ministério das Comunicações (MCom). Programas de conectividade e capacitação em tecnologia ampliam acesso a educação, trabalho e empreendedorismo para o público feminino em todo o país.
De acordo com o MCom, o programa Computadores para Inclusão já beneficiou 54 instituições especializadas no atendimento a mulheres, com 559 equipamentos recondicionados. Além disso, 25.293 alunas foram formadas por meio dos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), representando mais de 50% do público dos cursos.
“A área de Tecnologia da Informação é, historicamente, ocupada majoritariamente por homens. Uma das coisas que mais dificultam a permanência de mulheres nesses espaços é não se enxergarem como parte do ambiente”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
O MCom também participa de iniciativas como o programa Asas para o Futuro, do Ministério das Mulheres, que facilita o acesso de jovens em situação de vulnerabilidade a áreas predominantemente masculinas, como tecnologia e infraestrutura. Outro projeto é o Mulheres na TI, voltado para qualificação profissional na área.
Parcerias e expansão
Os ministérios das Comunicações e das Mulheres firmaram um Acordo de Cooperação Técnica para ampliar o programa Computadores para Inclusão. Organizações sociais indicadas receberão equipamentos e cursos de capacitação, com foco em comunidades urbanas, rurais, indígenas e quilombolas.
Em parceria com os Correios, o MCom lançou um selo em homenagem ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. A arte foi criada pelo Instituto Afrolatinas, destacando a importância dessas mulheres na sociedade.
Internamente, o ministério mantém a Ouvidoria da Mulher, serviço criado há um ano para acolher servidoras em casos de violência sexual, moral ou discriminação.
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