Foto: Reprodução/ Canal O Tempo
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Presidente do sindicato critica implementação de escolas cívico-militares

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O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE MG) questionou o modelo de escolas cívico-militares proposto pelo governo estadual. De acordo com Denise Romano, representante da entidade, a medida não resolve problemas como violência e intolerância nas escolas.

Segundo Romano, a solução para esses desafios deve ser curricular, com abordagens anti-racistas e anti-machistas. Ela também questionou a origem dos recursos para custear profissionais militares da reserva.

Em dezembro de 2023, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) suspendeu o programa devido à falta de uma lei que respaldasse sua implementação. A decisão está disponível neste link.

Gestão compartilhada e críticas

O modelo de escolas cívico-militares prevê gestão compartilhada, com professores civis responsáveis pela parte pedagógica e militares atuando na administração e disciplina. Romano classificou a proposta como uma “solução fácil” e inadequada.

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Ela destacou que a categoria docente, composta majoritariamente por mulheres, enfrenta desafios constantes. Mais informações sobre o debate podem ser encontradas aqui.

Greve e reajuste salarial

Romano também explicou os motivos da greve dos professores, iniciada em 4 de março. De acordo com ela, a assembleia que aprovou o movimento ocorreu antes do anúncio de reajuste de 5,41% feito pelo governo.

A sindicalista afirmou que a categoria busca a reposição de perdas acumuladas durante a gestão atual, estimadas em 41,83%. O projeto de lei sobre o reajuste ainda não foi enviado à Assembleia Legislativa.

As declarações foram dadas em entrevista ao programa Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no YouTube. A reportagem completa foi publicada em 11 de março.

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