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O Governo do Brasil anunciou a ampliação das cuidotecas em 2026, com o objetivo de reduzir a evasão escolar e promover inclusão produtiva. A iniciativa, parte do Plano Nacional de Cuidados, atenderá crianças de 3 a 12 anos, com e sem deficiência, enquanto responsáveis buscam qualificação ou trabalho.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), serão implementadas 265 unidades em 197 municípios, abrangendo 25 estados e o Distrito Federal. Desse total, 18 serão permanentes — nove em universidades federais e nove em capitais — e 247 temporárias, vinculadas ao Programa Mulheres Mil + Cuidados.
Até o momento, o MDS formalizou parcerias para 82 unidades, incluindo todas as permanentes. Outras 178 estão em negociação com 29 instituições. O serviço oferece atividades lúdicas, apoio à rotina diária e ambientes seguros para crianças.
Impacto na rotina das famílias
Em Teresina, a estudante Laís da Silva, da Universidade Federal do Piauí (UFPI), destacou como a cuidoteca facilita sua rotina acadêmica. “Minha filha está em um ambiente protegido, o que me permite participar de atividades universitárias com tranquilidade”, afirmou.
As unidades também incluem alimentação, higiene e momentos de descanso, além de prevenir situações de risco. Segundo o ministro Wellington Dias, o projeto “cria oportunidades para mães e pais estudarem ou trabalharem, compartilhando o cuidado com o Estado”.
Objetivos do projeto
Entre as metas das cuidotecas estão:
- Oferecer cuidado seguro e acessível;
- Estimular o direito de brincar;
- Reduzir a evasão em cursos de formação;
- Liberar tempo para responsáveis;
- Promover inclusão produtiva.
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