**Brasil destina sete áreas para novas Casas da Mulher Brasileira**
O Governo Federal destinou sete áreas desde 2023 para a construção de novas Casas da Mulher Brasileira (CMB), que oferecem atendimento multidisciplinar a mulheres em situação de violência e vulnerabilidade. De acordo com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), os imóveis estão localizados em Boa Vista (RR), Brasília (DF), Corumbá (MS), Maringá (PR), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA) e Belém (PA).
A iniciativa faz parte dos programas Mulher Viver sem Violência e Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, coordenados pelo Ministério das Mulheres. Desde 2023, 20 novos serviços especializados foram inaugurados, e outros 50 estão em implantação.
Atendimento integrado
As Casas da Mulher Brasileira reúnem serviços como acolhimento, apoio psicossocial, delegacia, Defensoria Pública e promoção de autonomia econômica. O objetivo é facilitar o acesso a atendimento especializado e garantir proteção às mulheres.
Em Brasília, a nova unidade será construída no Plano Piloto, em um terreno de 20 mil metros quadrados. O projeto terá investimento de R$ 19 milhões do Governo Federal e prazo de três anos para conclusão.
Parcerias e destinações
O programa Imóvel da Gente, da SPU, já direcionou 42 bens federais para políticas de proteção às mulheres. Além das CMBs, imóveis foram cedidos a organizações como o Movimento de Mulheres Olga Benário e a Casa de Referência Mulheres Mirabal, em Porto Alegre.
A Frente Nacional das Mulheres do Hip Hop e o coletivo Mulheres da Luz também receberam espaços para atividades de acolhimento e capacitação. Na área de saúde, um imóvel em Palmares (PE) foi destinado ao programa Mãe Coruja, que atende gestantes e crianças.
A SPU destacou que a prioridade é garantir a destinação social de imóveis públicos para serviços essenciais, com foco no combate à violência contra a mulher.
