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A questão ambiental é estratégica para o desenvolvimento socioeconômico do país

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que a questão ambiental é estratégica para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. A declaração foi feita durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro” nesta terça-feira (14/4).

De acordo com Capobianco, o governo federal criou o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), com recursos iniciais de R$ 350 milhões do Fundo Amazônia. A iniciativa busca posicionar a biodiversidade brasileira como vetor de oportunidades, integrando inovação, tecnologia e indústria.

“Hoje se fala muito de uma disputa entre conservação e produção. E isso não procede, porque a conservação ambiental é parte do processo de produção e parte do processo de garantia de qualidade de vida da população”, afirmou o ministro.

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Povos indígenas e bioeconomia

Capobianco destacou o papel das comunidades tradicionais na bioeconomia. “O Brasil tem uma variedade de riquezas que vai desde alimentos até óleos essenciais e plantas medicinais. E tudo isso tem que beneficiar quem tem esse conhecimento há gerações, como os povos indígenas”, disse.

O ministro definiu como “histórica” a parceria entre seu ministério e o Ministério dos Povos Indígenas. Segundo ele, os povos indígenas são “guardiões da floresta” e parceiros essenciais na conservação ambiental.

Investimentos e fundos ambientais

O governo federal lançou o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), que já conta com cerca de R$ 350 bilhões mobilizados para a transição ecológica. O fundo faz pagamentos a países em desenvolvimento que conservem florestas tropicais.

Em parceria com o Ministério da Fazenda, foram mobilizados R$ 179 bilhões por meio do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) e do programa Eco Invest Brasil.

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Combate ao desmatamento

Capobianco destacou a redução do desmatamento no Brasil. Entre 2022 e 2025, a supressão de vegetação nativa caiu 50% na Amazônia e 32% no Cerrado.

“A ação de combate ao desmatamento ilegal é necessária porque provoca danos na sociedade, expulsão de comunidades e perda da capacidade produtiva”, afirmou o ministro.

Ele ressaltou a importância da ação conjunta entre União, estados e municípios nas políticas ambientais, citando como exemplo a criação do Parque Nacional do Albardão no Rio Grande do Sul.

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