Unimontes sedia encontro sobre comunidades pastoralistas com representantes de povos tradicionais e pesquisadores do Brasil e de mais cinco países

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A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) recebeu, nesta quinta-feira (21/05), uma delegação de representantes de povos tradicionais e pesquisadores. O evento, intitulado “Encontro de Povos e Comunidades Tradicionais Pastoralistas do Brasil”, teve como tema central “Pastoralismos, resiliência e mudanças climáticas”.

Participaram do encontro representantes do Quênia (povo Massai), México, Peru e Argentina. Pesquisadores da Universidade de Sussex (Inglaterra), da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também estiveram presentes.

A Diretoria de Povos e Comunidades Tradicionais do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima também enviou representantes. A programação foi desenvolvida no Circuito de Conhecimentos e no auditório do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS/Prédio 6), no campus-sede.

As atividades ocorreram pela manhã, à tarde e à noite. Os trabalhos foram coordenados pela Unimontes, por intermédio do Núcleo Interdisciplinar de Investigação Socioambiental (NIISA) e do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento Social (PPGDS).

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A parceria incluiu o Instituto de Estudos do Desenvolvimento (IDS/Universidade de Sussex, Inglaterra), a HEKS (Cooperação Suíça), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a Embrapa e o Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA/NM).

O evento contou com a presença da diretora de Povos e Comunidades Tradicionais do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Claudia de Pinho. Pela Unimontes, a iniciativa foi coordenada pelos professores Rômulo Soares Barbosa, Andréa Narciso e Felisa Anaya.

Os professores Rômulo Soares Barbosa, Andréa Narciso e Felisa Anaya são vinculados ao NIISA e ao PPGDS. Conforme o professor Rômulo Soares Barbosa, o encontro teve como principal objetivo “debater a contribuição dos povos e comunidades tradicionais pastoralistas, criadores de animais em sistemas de gestão de áreas comuns, para a resiliência diante das mudanças climáticas globais”.

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