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**6ª Teia inicia articulação para construção do Plano Nacional das Culturas Indígenas**
A 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura pela Justiça Climática, realizada em Aracruz (ES), marcou o início da construção coletiva do Plano Nacional das Culturas Indígenas. Representantes de povos originários, organizações indígenas e órgãos públicos participaram da primeira reunião do Grupo de Trabalho responsável pelo projeto.
De acordo com o Ministério da Cultura, o objetivo é elaborar diretrizes para proteger e fortalecer as culturas indígenas no país. As discussões continuarão durante o evento, com encontros até domingo (24).
O processo inclui escuta ativa e participação de lideranças indígenas, abordando temas como território, justiça climática, línguas vivas e patrimônio cultural. Entre as organizações presentes estão a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), a COIAB e a ANMIGA.
Karina Miranda da Gama, diretora de Promoção da Diversidade Cultural do MinC, destacou a importância da colaboração entre diferentes órgãos, como o Ministério dos Povos Indígenas e a Funai. Giovana Mandulão, do MPI, reforçou a necessidade de políticas que respeitem a diversidade dos mais de 300 povos indígenas no Brasil.
Daiara Tukano, representante no Conselho Nacional de Política Cultural, defendeu que o plano considere reparação histórica e proteção aos saberes tradicionais.
Paralelamente, a exposição *“Você Já Escutou a Terra?”*, no Sesc Praia Formosa, integrou a programação da Teia, abordando justiça climática e memória indígena.
A 6ª Teia é uma realização do Ministério da Cultura, governo do Espírito Santo, Prefeitura de Aracruz e Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, com apoio da Unesco e IberCultura Viva.
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