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Durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, a Casa MinC promoveu políticas culturais por meio de atendimentos, orientações e atividades artísticas. O espaço, criado pelo Ministério da Cultura (MinC), aproximou a gestão pública de agentes culturais, coletivos e comunidades tradicionais.
No terceiro dia do evento, realizado nesta quinta-feira (21), o público pôde esclarecer dúvidas sobre prestação de contas, medidas compensatórias e certificação quilombola. De acordo com o Ministério da Cultura, o objetivo foi facilitar o acesso à informação e fortalecer o diálogo com quem atua na política cultural.
Atendimentos e orientações
A Subsecretaria de Gestão de Prestação e Tomada de Contas (SGPTC) orientou agentes culturais sobre leis de fomento e regularização de projetos. Em seguida, Alan Matos, coordenador de Certificação Quilombola, explicou o processo realizado pela Fundação Cultural Palmares e os direitos constitucionais das comunidades quilombolas.
A Funarte participou com informações sobre a Política Nacional das Artes (PNA), o Programa Funarte Brasil das Artes e a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Lenine Guevara, coordenadora da Funarte, destacou a importância do contato direto com os fazedores de cultura.
Atividades culturais
A programação incluiu uma apresentação teatral baseada na obra “Se os tubarões fossem homens”, de Bertolt Brecht. A peça, adaptada para o público infantil e juvenil, abordou temas como política e eleições de forma lúdica.
A atriz Brenda Perim, da Cia Nós de Teatro, explicou que o espetáculo utiliza brincadeiras para discutir formas de dominação social. A montagem já foi apresentada mais de 40 vezes, muitas delas em escolas públicas, por meio de editais e políticas de fomento.
A 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura reuniu agentes culturais, mestres das culturas populares e gestores públicos de todo o Brasil. O evento foi realizado pelo Ministério da Cultura, Governo do Espírito Santo, Prefeitura de Aracruz e Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, com apoio de instituições como Unesco e Sesc.
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