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O Conselho Monetário Nacional (CMN) incluiu produtores rurais pessoas físicas e empresários individuais entre os beneficiários de financiamentos para inovação e digitalização com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A medida abrange atividades agropecuárias, florestais, de pesca e aquícola, além de serviços relacionados.
De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, a decisão foi formalizada pela Resolução CMN nº 5.306. A mudança não cria uma nova linha de crédito, mas amplia o público elegível para operações já existentes, permitindo acesso a financiamentos para inovação tecnológica, automação e conectividade rural.
A iniciativa resulta de articulação entre os ministérios da Agricultura e da Fazenda, em parceria com o BNDES. O tema foi discutido em reunião entre o ministro André de Paula e o presidente do banco, Aloizio Mercadante, no dia 30 de abril.
“Esta medida reforça a parceria entre o Ministério da Agricultura e o BNDES em favor da modernização do agro brasileiro”, afirmou o ministro André de Paula. Segundo ele, a ampliação do acesso permitirá mais investimentos em máquinas, equipamentos e tecnologias como agricultura de precisão.
Linhas de financiamento disponíveis
Produtores rurais pessoas físicas agora podem acessar programas como o BNDES Mais Inovação, destinado a digitalização, automação e inteligência artificial. Também estão incluídos o BNDES Finame, para aquisição de tratores, colheitadeiras e drones, e o Finame Baixo Carbono, focado em redução de emissões.
Outras operações contemplam conectividade rural, sistemas de monitoramento remoto e projetos de automação. A medida ainda abrange financiamentos para transformação digital e adoção de tecnologias Agro 4.0.
A ampliação visa modernizar a produção agropecuária e difundir tecnologias avançadas no campo. Além disso, a iniciativa deve impactar positivamente fabricantes, distribuidores e prestadores de serviços, gerando emprego e renda.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail imprensa@agro.gov.br.
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