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A Defesa Civil Nacional mantém o sistema Defesa Civil Alerta (DCA) em operação restrita para o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) durante a fase de validações após um incidente cibernético ocorrido no último sábado (20). Os estados devem solicitar ao Cenad o envio de alertas em casos de eventos climáticos extremos.
De acordo com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), a equipe de Tecnologia da Informação trabalha nos procedimentos para restabelecer a plataforma integralmente. “O importante é a gente voltar de uma maneira segura. Então não temos prazo, agora estamos justamente nessa etapa de testes”, afirmou Tiago Schnorr, coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil Nacional.
As investigações sobre a origem e a dinâmica do ataque seguem em andamento. O ministério aguarda a conclusão da apuração técnica e policial antes de confirmar qualquer hipótese.
Como funciona o Defesa Civil Alerta?
O sistema envia mensagens de texto e avisos sonoros para celulares em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio. Os alertas aparecem destacados na tela e tocam mesmo em modo silencioso. A ferramenta é gratuita e atinge aparelhos compatíveis (Android e iOS lançados a partir de 2020) com cobertura 4G ou 5G.
O recurso não depende de pacote de dados e funciona independentemente da conexão Wi-Fi. Ele complementa outros mecanismos de alerta, como SMS, TV por assinatura, WhatsApp, Telegram e Google Public Alerts.
Tipos de alerta
A Defesa Civil emite alertas severos e extremos. O severo indica ações preventivas, como em chuvas fortes, e emite um som de “beep” sem interromper o modo silencioso. Para recebê-lo, é necessário habilitar a função nas configurações do celular.
O alerta extremo, nível mais alto, é ativado automaticamente em situações de risco grave. O celular emite um sinal sonoro contínuo, mesmo em silencioso, e a tela fica bloqueada até o usuário fechar a notificação.
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