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Ambulatório de Nefrologia em Belo Horizonte atende pacientes com doença renal crônica

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A Prefeitura de Belo Horizonte oferece atendimento multiprofissional para pacientes com Doença Renal Crônica (DRC) no Ambulatório de Nefrologia da Unidade de Referência Secundária Sagrada Família (URSSF). O serviço, habilitado pelo Ministério da Saúde, visa o acompanhamento contínuo de pacientes em todas as etapas do tratamento.

De acordo com informações da Prefeitura de Belo Horizonte, o ambulatório concentra 83% das novas consultas de nefrologia para adultos no município. Atualmente, cerca de 1,5 mil usuários são acompanhados pela equipe.

A equipe é composta por 13 médicos nefrologistas, quatro nutricionistas, quatro enfermeiros, uma psicóloga e uma assistente social. Esses profissionais atuam de forma integrada para retardar a progressão da doença.

A Doença Renal Crônica é caracterizada pela perda progressiva da função dos rins. As principais causas são diabetes mellitus e hipertensão arterial. A condição pode evoluir para a necessidade de terapia renal substitutiva, como a diálise.

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O diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são considerados fundamentais para preservar a saúde dos pacientes. O secretário municipal de Saúde, Miguel Duarte, afirmou: “Nosso compromisso é garantir que a população tenha acesso a um cuidado especializado cada vez mais qualificado, próximo e resolutivo.”

Ele acrescentou: “O acompanhamento adequado da doença renal crônica permite prevenir complicações, reduzir internações e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes. Investir em assistência especializada é investir em saúde, dignidade e bem-estar para as pessoas”.

Enfermeiro navegador e acompanhamento individualizado

Um dos aspectos do serviço é a atuação do enfermeiro navegador. Este profissional é responsável por orientar os pacientes ao longo da jornada assistencial, facilitando o acesso aos serviços de saúde e fortalecendo a adesão ao tratamento.

O cuidado multiprofissional e a articulação com a Atenção Primária à Saúde permitem um acompanhamento contínuo e individualizado. Este processo respeita as necessidades de cada usuário e prepara os pacientes para as diferentes etapas do tratamento.

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O foco é a prevenção de complicações e a melhoria da qualidade de vida. O gerente da Rede Ambulatorial Especializada, Mateus Figueiredo, ressalta a importância do acompanhamento precoce.

Figueiredo explicou: “Preparar o paciente de forma antecipada para o início da terapia renal substitutiva é fundamental para evitar que a diálise seja iniciada em caráter de urgência”.

O processo inclui orientação sobre as modalidades disponíveis, como diálise peritoneal, hemodiálise e transplante renal. Isso possibilita ao usuário participar da decisão sobre seu tratamento.

Mateus completou: “Essa abordagem contribui para maior segurança assistencial, melhor adesão terapêutica e melhores condições de vida para o usuário”.

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