Autoclaves de hospitais públicos de Curvelo foram trocadas por versões mais modernas.  Cemig / Divulgação 
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Cemig investe mais de R$13,6 milhões em saúde pública de Minas Gerais

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) destinou mais de R$ 13,6 milhões para a saúde pública de Minas Gerais no primeiro semestre de 2025. O investimento, realizado por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), beneficiou cerca de 590 hospitais e unidades de saúde em 75 municípios do estado. As ações incluíram a modernização de equipamentos, melhorias na iluminação e a instalação de painéis fotovoltaicos em algumas instituições.

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De acordo com a Secretaria de Estado de Comunicação Social, na região Central, mais de R$ 1,9 milhão foram aplicados em 120 hospitais e unidades de saúde de oito cidades, incluindo Belo Horizonte. Em Curvelo, autoclaves dos hospitais Santo Antônio e Imaculada Conceição foram substituídas, totalizando quase um milhão de reais em investimentos. As autoclaves são essenciais para a esterilização de instrumentos médicos, e a troca por modelos mais modernos visa reduzir o consumo de energia.

Autoclaves de hospitais públicos de Curvelo foram trocadas por versões mais modernas. Cemig / Divulgação

Hospitais de Governador Valadares, Uberaba, Ouro Preto, Ponte Nova, Divinópolis, Montes Claros, Três Marias, entre outros municípios, também receberam melhorias. Filipe Randazzo, analista de Eficiência Energética da Cemig, destacou que a modernização contribui para a redução dos custos com energia e manutenção, permitindo que os recursos economizados sejam direcionados para outras necessidades das unidades de saúde.

Usinas solares fotovoltaicas

Além das modernizações, a Cemig instalou painéis fotovoltaicos em nove hospitais e unidades de saúde, promovendo sustentabilidade e incentivando a geração alternativa de energia. As cidades beneficiadas incluem Mutum, Jordânia, Itambacuri, Buritizeiro, Campo do Meio, Cachoeira de Pajeú, Congonhas, Vespasiano e Itamonte.

A substituição da iluminação por lâmpadas de LED, que são mais econômicas e duráveis, também foi realizada em centenas de unidades de saúde. “No lugar de lâmpadas mais antigas, foram instalados os modelos de LED, que, além de mais econômicos, apresentam durabilidade maior quando comparados às tecnologias incandescentes, fluorescentes e halógenas, sendo essas já consideradas obsoletas”, explicou Filipe Randazzo.

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