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Empreendedores mineiros faturam quase R$ 580 mil em feiras setoriais em 2025

Empreendedores mineiros alcançaram um faturamento significativo em feiras setoriais realizadas em 2025. Até agosto, cerca de 70 empreendedores, participantes dos Arranjos Produtivos Locais (APLs), registraram vendas que somaram quase R$ 580 mil. Este resultado foi possível graças ao apoio do Governo de Minas, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Sede-MG), que proporcionou a participação gratuita dos expositores em eventos importantes no estado.

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De acordo com o Governo de Minas, a iniciativa visa ampliar as oportunidades de negócios, aumentar a visibilidade dos produtos regionais e abrir portas para novos mercados e parcerias. A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa, destacou que essas ações têm sido fundamentais para o crescimento dos empreendedores locais.

Participação em Feiras

O apoio aos APLs é parte de uma estratégia para fortalecer a economia local, gerar empregos e atrair investimentos. Rodrigo Melo, subsecretário de Liberdade Econômica e Empreendedorismo da Sede-MG, ressaltou a importância de uma diretoria dedicada a esses polos produtivos, visando gerar renda e reconhecimento para os pequenos empreendedores.

Durante a Feira Industrial de Cataguases (Finc), realizada entre 31 de julho e 3 de agosto, os empreendedores mineiros faturaram mais de R$ 243 mil. Outros eventos importantes incluíram a Feira de Lingerie de Juruaia (Felinju) em abril, a Feira para a Indústria de Lácteos (Forlac) em Lambari, e a FestMalhas em Monte Sião. Além disso, o JF Wine Festival movimentou o setor vitivinícola em Juiz de Fora, e Belo Horizonte sediou a Expocachaça, Brasilbier e Minas + Doce em agosto.

Arranjos Produtivos Locais

Os APLs são formados por empresas e instituições de uma mesma região que compartilham atividades produtivas e mantêm laços de cooperação. Minas Gerais possui 73 APLs reconhecidos em 309 municípios, envolvendo mais de 140 mil Microempreendedores Individuais (MEIs), 60 mil empresas, 80 mil produtores rurais e 248 mil empregados diretos. Os setores abrangidos incluem móveis, eletroeletrônicos, têxtil, calçados, alimentos, joias e cafeicultura.

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