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	<title>Arquivo de Unifal - Agência MG</title>
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	<description>Notícias de Minas Gerais</description>
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	<title>Arquivo de Unifal - Agência MG</title>
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		<title>Informe o título original para reescrita. Se desejar inclua o resumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A UNIFAL-MG divulgou a equipe selecionada para a Operação Carimbó do Projeto Rondon. A operação ocorrerá de 6 a 28 de julho, em Brejo Grande do Araguaia, no Pará. As ações serão direcionadas a comunidades &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A UNIFAL-MG divulgou a equipe selecionada para a Operação Carimbó do <a href="https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/programas-sociais/copy_of_projeto-rondon" target="_blank" rel="noopener">Projeto Rondon</a>. A operação ocorrerá de 6 a 28 de julho, em <a href="https://brejograndedoaraguaia.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Brejo Grande do Araguaia</a>, no Pará.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">As ações serão direcionadas a comunidades indígenas, quilombolas, pescadores, quebradeiras de babaçu, lideranças locais e gestores públicos. O objetivo é formar multiplicadores nessas comunidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Esta é a 28ª participação da UNIFAL-MG nesta iniciativa do Ministério da Defesa. A instituição reafirma seu compromisso com a extensão universitária e o desenvolvimento social por meio do projeto.</span></p>
<figure id="attachment_126736" aria-describedby="caption-attachment-126736" style="width: 313px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-126736" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/PHOTO-2026-04-04-11-37-46-6-e1775742136653.jpg" alt="" width="323" height="330" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/PHOTO-2026-04-04-11-37-46-6-e1775742136653.jpg 960w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/PHOTO-2026-04-04-11-37-46-6-e1775742136653-783x800.jpg 783w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/PHOTO-2026-04-04-11-37-46-6-e1775742136653-768x785.jpg 768w" sizes="(max-width: 323px) 100vw, 323px" /><figcaption id="caption-attachment-126736" class="wp-caption-text">Os professores Tomaz Araújo e Ramon Alves, responsáveis pela equipe da UNIFAL-MG. Foto: Arquivo/Rondon UNIFAL-MG</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A ação é coordenada pelo professor Tomaz Henrique Araújo, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), e subcoordenada por Ramon Alves de Oliveira Paula, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). A UNIFAL-MG foi uma das 36 Instituições de Ensino Superior (IES) selecionadas, entre 86 inscritas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A Universidade integrará o Conjunto B, com foco em Comunicação, Meio Ambiente, Tecnologia, Produção e Trabalho. Esta é uma nova área de atuação para a UNIFAL-MG no Projeto Rondon.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O professor Tomaz Araújo afirmou: “Permitir que acadêmicos da Universidade tenham contato com comunidades muito diferentes da nossa região, tanto culturalmente quanto pelas enormes diferenças de renda familiar, desenvolvimento social, oportunidades e benefícios oriundos dos serviços públicos, oferece ao acadêmico uma lição para a vida e de cidadania inigualável numa escola de mais de 8 milhões de quilômetros quadrados”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O processo seletivo para a Operação Carimbó na UNIFAL-MG registrou 177 inscritos dos campi Alfenas, Varginha e Poços de Caldas. Foram disputadas 8 vagas de titulares para a operação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O docente e subcoordenador Ramon Alves destacou a importância da diversidade e do engajamento estudantil. Ele afirmou: “Esse processo seletivo reafirma o compromisso da UNIFAL-MG com a formação cidadã, o trabalho interdisciplinar e o fortalecimento das ações de extensão voltadas ao desenvolvimento humano e social”.</span></p>
<figure id="attachment_126735" aria-describedby="caption-attachment-126735" style="width: 287px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class=" wp-image-126735" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/cb82928a-a612-4674-a224-8c2e634f80a5-634x800.jpeg" alt="" width="297" height="375" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/cb82928a-a612-4674-a224-8c2e634f80a5-634x800.jpeg 634w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/cb82928a-a612-4674-a224-8c2e634f80a5.jpeg 713w" sizes="(max-width: 297px) 100vw, 297px" /><figcaption id="caption-attachment-126735" class="wp-caption-text">Momento registrado durante a visita do professor Tomaz ao município Brejo Grande do Araguaia. Foto: Arquivo/Rondon UNIFAL-MG.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">De acordo com os professores organizadores, a seleção dos acadêmicos foi alinhada às necessidades de Brejo Grande do Araguaia. Essas necessidades foram identificadas durante a viagem precursora do professor Tomaz ao município, entre 21 e 28 de março.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Durante a viagem, o coordenador visitou as comunidades, ouviu suas demandas e definiu mais de 37 oficinas a serem oferecidas. Uma acadêmica do EAD da UNIFAL-MG, de Vitória do Xingu, participará, sendo a primeira rondonista com esse perfil em mais de 20 anos de Projeto Rondon.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os estudantes selecionados, de diversas áreas do conhecimento, estão em fase de capacitação. Eles participam de reuniões semanais para aprimorar metodologias e estratégias para a operação.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Equipe da Operação Carimbó</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A equipe é composta pelos seguintes discentes: Amanda Marques Brito de Souza (Pós-Graduação em Gestão Pública e Sociedade – Varginha), João Victor de Melo (Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia – Poços de Caldas), Jessica Teixeira Ribeiro (Jornalismo / Gestão Pública Municipal – Varginha), Roberta Kelly Gomes dos Santos (Letras – Alfenas).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Também fazem parte da equipe Ana Cecília Silva D’Andréa (Engenharia Ambiental/Civil – Poços de Caldas), Dulcirene de Souza e Sousa (Gestão Ambiental e Sustentabilidade / EaD – Poços de Caldas), Marcela Igreja Carneiro (Nutrição – Alfenas) e Francini Castilha do Nascimento (Pós-Graduação em Enfermagem/SisAPEC – Alfenas).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Além da equipe de titulares, há um conjunto de 7 suplentes. Eles auxiliam no preparo das oficinas e participam de um curso de capacitação, recebendo posteriormente um certificado de trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os suplentes são: Eduardo Gusmão Fachina (Geografia – Alfenas), Cecília Santos de Lima (Enfermagem – SisAPEC, Alfenas), Gabriela Gonçalves de Souza Rabelo (Programa de Pós-Graduação em Economia – Varginha), Helena Luiza Melo Silva (Medicina – Alfenas), Mateus Ferreira de Souza (Ciências Biológicas – Alfenas), Vitória Alves (Letras – Alfenas) e Maria Fernanda Ruella Libanio (Engenharia Civil – Poços de Caldas).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Marcela Carneiro, do campus Alfenas, afirmou que a oportunidade contribui para desenvolver um olhar mais sensível, crítico e humano. Ela destacou: “Estou muito animada com a possibilidade de trocar saberes com a comunidade, aprender com as vivências locais e também poder compartilhar conhecimentos de forma simples e acessível”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Jéssica Ribeiro, pós-graduanda do campus Varginha, considera a participação no projeto uma questão de presença. Ela ressaltou: “Quero viver, de forma intensa e transformadora, a experiência de colocar meu conhecimento a serviço das pessoas, em um encontro verdadeiro entre universidade e comunidade”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O discente João Melo, do campus Poços de Caldas, enfatizou que será um momento de trocas mútuas e cooperativas. Ele finalizou: “Minha expectativa é contribuir de forma significativa com a comunidade, aplicando meus conhecimentos enquanto aprendo com a realidade local e cresço pessoal e profissionalmente”.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Sobre Brejo Grande do Araguaia</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Brejo Grande do Araguaia, no Pará, possui uma área de 1.288,473 km² e uma população de 6.783 pessoas, conforme dados do IBGE 2022. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do município era de 0,591 em 2010.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A economia local é baseada no comércio, agropecuária, laticínios, pesca e pecuária. O saneamento básico representa um desafio, com apenas 1,39% dos domicílios com esgotamento adequado e 0,5% das vias com urbanização completa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A Operação Carimbó visa atender a essas e outras necessidades do município. A meta é beneficiar diretamente mais de 5.000 pessoas com as ações do projeto.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Sobre o Projeto Rondon</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Projeto Rondon é uma iniciativa interministerial do Governo Federal, coordenada pelo Ministério da Defesa. Seu objetivo é promover a formação cidadã de estudantes universitários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O projeto desenvolve ações baseadas em soluções sustentáveis, visando a inclusão social, a redução das desigualdades regionais e o fortalecimento da soberania nacional. Ele atua em colaboração com os ministérios que integram o Comitê de Orientação e Supervisão (COS).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">O Projeto Rondon é um instrumento para incentivar o desenvolvimento sustentável e a capacitação das comunidades dos municípios atendidos. Ele busca possibilitar o melhor aproveitamento das políticas públicas oferecidas pelos governos federal, estadual e municipal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No âmbito operacional, o projeto conta com o apoio das Forças Armadas, responsáveis pela logística e segurança das atividades. Além disso, envolve a participação de instituições de ensino superior, governos estaduais e administrações municipais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.instagram.com/accounts/login/?next=%2Fprojetorondonunifalmg%2F&amp;source=omni_redirect" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Informações adicionais sobre a UNIFAL-MG no Projeto Rondon podem ser encontradas no Instagram.</span></a></p>
<p><em>Roberta Kelly Gomes dos Santos é estudante de Letras e estagiária da Dicom.</em></p>
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		<title>Por favor, envie o título original e, se desejar, o resumo para que eu possa reescrevê-lo conforme os critérios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 22:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A UNIFAL-MG realizou uma solenidade em 1º de abril no Auditório Laudelina de Campos Melo, campus Poços de Caldas. O evento homenageou a Prefeitura e a Câmara Municipal de Poços de Caldas. A homenagem foi &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A UNIFAL-MG realizou uma solenidade em 1º de abril no Auditório Laudelina de Campos Melo, campus Poços de Caldas. O evento homenageou a Prefeitura e a Câmara Municipal de Poços de Caldas.</p>
<p>A homenagem foi pela aprovação e implementação do meio passe estudantil universitário. O benefício foi instituído pela Lei Municipal nº 10.099, de 19 de fevereiro de 2026, e regulamentado pelo Decreto nº 14.965, de 2 de março de 2026.</p>
<p>O meio passe garante a redução do valor da passagem do transporte público. Ele é destinado a estudantes de instituições federais de ensino superior do município.</p>
<p>A cerimônia incluiu a entrega da Moção de Agradecimento, aprovada pela Resolução nº 02/2026 do Conselho de Direção do campus Poços de Caldas (CONDIR).</p>
<p>A moção reconhece a atuação do prefeito Paulo Ney de Castro Júnior e do presidente da Câmara Municipal, Douglas Eduardo de Souza. Ambos foram responsáveis pela proposição, aprovação e implementação da política pública.</p>
<figure id="attachment_126643" aria-describedby="caption-attachment-126643" style="width: 341px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8267.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-126643" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8267-800x533.jpg" alt="" width="351" height="234" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8267-800x533.jpg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8267-1024x683.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8267-768x512.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8267-1536x1024.jpg 1536w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8267.jpg 1920w" sizes="(max-width: 351px) 100vw, 351px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126643" class="wp-caption-text">O professor Alessandro Antônio Costa Pereira foi empossado como reitor da UNIFAL-MG em março de 2026 (Foto: Luciana Resende/Dicom)</figcaption></figure>
<p>A mesa de honra foi composta pelo reitor da UNIFAL-MG, professor Alessandro Antônio Costa Pereira, e pela vice-reitora, professora Vanessa Bergamin Boralli Marques. Também estiveram presentes o prefeito Paulo Ney de Castro Júnior e o presidente da Câmara Municipal, Douglas Eduardo de Souza.</p>
<p>Completaram a mesa o diretor do campus Poços de Caldas, professor Leonardo Henrique Soares Damasceno, e o diretor do Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT), professor Rodrigo Sampaio Fernandes. O presidente do Centro Acadêmico de Ciência e Tecnologia (CIENTEC), José Lúcio Zancan Júnior, também participou.</p>
<p>O reitor Alessandro, empossado recentemente, afirmou que o meio passe é o primeiro grande feito de sua gestão. &#8220;Nós estamos há dez dias no cargo, e esse é o primeiro feito que marca essa gestão&#8221;, disse.</p>
<p>Ele destacou que a conquista, resultado de 17 anos de mobilização, oferece lições. &#8220;Isso traz algumas lições: de persistir, de ter paciência, mas também de lembrar que às vezes a gente planta para outros colherem&#8221;, refletiu, referindo-se a estudantes que lutaram sem ver o resultado.</p>
<p>O reitor reafirmou que a permanência estudantil é a prioridade da nova gestão. &#8220;A nossa gestão tem um norte, que é a permanência. O aluno precisa acessar para permanecer, senão não adianta&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo a Unifal, a medida pode permitir a recuperação de estudantes que abandonaram seus cursos. &#8220;É esperançoso para nós que esses alunos agora possam voltar, aqueles que tiveram que abandonar, para concluir. Outros novos chegarão e poderão permanecer&#8221;, declarou.</p>
<p>Ao final, o reitor expressou a intenção de fortalecer as parcerias com o poder público local. &#8220;Quero visitá-la [a Prefeitura] oficialmente, depois também visitar a Câmara de Vereadores. Que tenham esse bom compromisso com relação à educação. Isso garante um futuro melhor, um futuro maior.&#8221;</p>
<figure id="attachment_126644" aria-describedby="caption-attachment-126644" style="width: 340px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8229.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class=" wp-image-126644" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8229-800x533.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8229-800x533.jpg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8229-1024x683.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8229-768x512.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8229-1536x1024.jpg 1536w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8229.jpg 1920w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126644" class="wp-caption-text">A professora Vanessa Boralli Marques agora é vice-reitora da Universidade (Foto: Luciana Resende/Dicom)</figcaption></figure>
<p>A vice-reitora Vanessa Bergamin Boralli Marques enfatizou o compromisso da nova gestão com a trajetória do estudante. &#8220;Nós tivemos uma expansão de número de vagas nas universidades, mas esses alunos que ingressam com condições de risco de desistência precisam de um apoio&#8221;, disse.</p>
<p>Ela afirmou que a operacionalização do meio passe pelo poder público municipal, após 17 anos de reivindicação, é significativa. &#8220;Esse apoio foi operacionalizado pela sua gestão. É muito simples, mas não é tão simples assim. Se fosse, outros teriam feito&#8221;, disse, dirigindo-se ao prefeito.</p>
<p>A professora Vanessa também destacou que o benefício vai além do alívio financeiro. Ele se conecta a um objetivo de transformação social. &#8220;Nós precisamos oportunizar o aluno a permanecer na universidade, mas concluir a sua trajetória com sucesso, para que ele ingresse no mercado de trabalho e mude a história da família dele&#8221;, completou.</p>
<figure id="attachment_126645" aria-describedby="caption-attachment-126645" style="width: 270px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8220-rotated.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126645" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8220-533x800.jpg" alt="" width="280" height="420" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8220-533x800.jpg 533w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8220-683x1024.jpg 683w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8220-768x1152.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8220-1024x1536.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8220-rotated.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126645" class="wp-caption-text">O discente do BiCT, José Lúcio Zancan Júnior (Foto: Luciana Resende/Dicom)</figcaption></figure>
<h2>O impacto na vida dos estudantes</h2>
<p>Durante os pronunciamentos, o presidente do CIENTEC, José Lúcio Zancan Júnior, apresentou dados sobre o custo do transporte. Estudantes que recebem auxílio permanência de R$ 700,00 por mês gastavam cerca de R$ 300,00 com deslocamento ao campus.</p>
<p>Este valor representava R$ 12,00 por dia, totalizando R$ 264,00, podendo ultrapassar R$ 300,00 com atividades extras. Considerando que a moradia mais barata em república custa entre R$ 350,00 e R$ 400,00, esses alunos ficavam sem margem para outras despesas.</p>
<p>&#8220;Esse aluno escolheu entrar na universidade pública federal, escolheu acreditar que a educação pode mudar a trajetória dele e da família dele. Essa escolha merece ser respeitada por políticas concretas&#8221;, declarou Zancan Júnior.</p>
<p>Ele também reconheceu a luta histórica do movimento estudantil, que teve início em 2012. A aprovação do meio passe é vista como uma resposta a essa mobilização.</p>
<figure id="attachment_126646" aria-describedby="caption-attachment-126646" style="width: 341px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8224.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126646" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8224-800x533.jpg" alt="" width="351" height="234" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8224-800x533.jpg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8224-1024x683.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8224-768x512.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8224-1536x1024.jpg 1536w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8224.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 351px) 100vw, 351px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126646" class="wp-caption-text">Diiretor do campus, Leonardo Henrique Soares Damasceno (Foto: Luciana Resende/Dicom)</figcaption></figure>
<p>O diretor do campus, professor Leonardo Henrique Soares Damasceno, contextualizou o impacto do meio passe para estudantes cotistas. &#8220;Metade das vagas da universidade pública são reservadas para estudantes do ensino público.&#8221;</p>
<p>Ele acrescentou que esses jovens, em sua maioria, são os primeiros de suas famílias a ingressar no ensino superior. &#8220;Para esses estudantes, cada real economizado é um passo a mais em direção ao diploma e à transformação de suas histórias&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para Damasceno, o meio passe não é apenas uma política de transporte. É também uma política de permanência, inclusão e ascensão social.</p>
<p>Damasceno também destacou o significado institucional da conquista. &#8220;Quando o Poder Executivo Municipal, o Poder Legislativo e a Universidade caminham juntos, quem ganha é a população de toda a região.&#8221;</p>
<p>Ele expressou o desejo de que este exemplo inspire outros gestores. A intenção é que vejam na educação não uma despesa, mas um investimento.</p>
<p>O diretor do Instituto de Ciência e Tecnologia, professor Rodrigo Sampaio Fernandes, acompanhou a luta desde o início. Ele classificou a conquista como um incentivo direto à permanência estudantil.</p>
<p>&#8220;Essa importante conquista representa mais do que um benefício financeiro&#8221;, afirmou. Ele destacou que, apesar de ser uma vitória, ainda há muito a ser conquistado pelo campus e seus estudantes.</p>
<h2>Poder público celebra parceria com a Universidade</h2>
<figure id="attachment_126647" aria-describedby="caption-attachment-126647" style="width: 790px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8217.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-126647" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8217-800x533.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8217-800x533.jpg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8217-1024x683.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8217-768x512.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8217-1536x1024.jpg 1536w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/0Z7A8217.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126647" class="wp-caption-text">O prefeito Paulo Ney de Castro Júnior e o presidente da Câmara Municipal, Douglas Eduardo de Souza receberam uma moção de agradecimento do campus Poços de Caldas (Foto: Luciana Resende/Dicom)</figcaption></figure>
<p>O presidente da Câmara Municipal, Douglas Eduardo de Souza, afirmou que a homenagem surpreendeu os parlamentares. &#8220;É raro a gente ser chamado para uma questão de gratidão&#8221;, disse.</p>
<p>Ele destacou que a iniciativa motiva o legislativo a continuar no caminho certo. Douglas ressaltou o trabalho do vereador Lucas Arruda, que defende o meio passe desde 2017.</p>
<p>O presidente reafirmou o compromisso da Câmara com políticas públicas voltadas à educação. A parceria com a universidade é vista como fundamental para o desenvolvimento local.</p>
<p>O prefeito Paulo Ney de Castro Júnior detalhou as negociações que viabilizaram o benefício. Segundo ele, o valor real da passagem de ônibus na cidade é de R$ 8,40.</p>
<p>Sua gestão manteve o preço em R$ 6,00 por meio de subsídios. Com a aprovação do projeto pela Câmara, foi possível negociar com a operadora e reduzir a tarifa para R$ 5,00 com o meio passe.</p>
<p>O prefeito lembrou que, em agosto de 2024, a demanda foi apresentada como prioridade pela universidade. &#8220;Tem alunos deixando de frequentar a universidade por conta do valor da passagem. Muitas vezes deixando de almoçar, de se alimentar por conta que tem que bancar o valor da passagem&#8221;, afirmou, citando a gestão anterior da UNIFAL-MG.</p>
<p>Paulo Ney também destacou a importância estratégica da Instituição para o desenvolvimento econômico de Poços de Caldas. Ele citou a relação entre a formação oferecida e a atração de novos investimentos, incluindo o setor de terras raras.</p>
<p>&#8220;Se a gente não tivesse mão de obra qualificada, se não tivesse as universidades da nossa cidade, tenho certeza que a cidade não iria estar prosperando da forma que está&#8221;, declarou.</p>
<h2>Assistência estudantil para além dos muros da Universidade</h2>
<figure id="attachment_126648" aria-describedby="caption-attachment-126648" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/claudia.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126648" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/claudia-745x800.jpg" alt="" width="300" height="322" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/claudia-745x800.jpg 745w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/claudia-768x825.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/claudia.jpg 953w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126648" class="wp-caption-text">Cláudia Tevfik Gomes é pró-reitora de Assuntos Comunitários e Estudantis (Foto: Luciana Resende/Dicom)</figcaption></figure>
<p>Para a pró-reitora de Assuntos Comunitários e Estudantis (PRACE), Cláudia Tevfik Gomes, o meio passe representa a consolidação da &#8220;assistência estudantil extramuros&#8221;. Segundo a pró-reitora, a permanência não se limita ao campus, mas está ligada à infraestrutura da cidade.</p>
<p>&#8220;Ao assumir o subsídio do transporte, o município de Poços de Caldas reconhece que o estudante é, antes de tudo, um cidadão com direito à cidade&#8221;, explicou.</p>
<p>A professora Cláudia destacou que o transporte é um dos desafios da permanência. Ele representa um custo individual, fixo e inadiável para os estudantes.</p>
<p>Embora a universidade ofereça o Auxílio Permanência pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), os recursos são limitados. Eles são insuficientes para cobrir todas as despesas básicas dos estudantes.</p>
<p>Nesse contexto, a pró-reitora avalia que a contrapartida municipal é decisiva. O custo do deslocamento diário pode neutralizar o impacto dos auxílios universitários.</p>
<p>A pró-reitora adiantou que a expectativa é replicar essa experiência em Poços de Caldas. Os municípios de Alfenas e Varginha, onde a UNIFAL-MG também possui campi, podem adotar a medida.</p>
<figure id="attachment_126649" aria-describedby="caption-attachment-126649" style="width: 260px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-14.38.30.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126649" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-14.38.30-800x800.jpeg" alt="" width="270" height="270" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-14.38.30-800x800.jpeg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-14.38.30-768x768.jpeg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-14.38.30.jpeg 885w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126649" class="wp-caption-text">Kênia Eliber Vieira, da Coordenação de Relações Comunitárias e Interseccionalidades (Foto: arquivo pessoal)</figcaption></figure>
<p>Kênia Eliber Vieira, da Coordenadoria de Relações Comunitárias e Interseccionalidades (CRCI-CACE-PC), afirmou que o transporte é uma demanda recorrente da assistência estudantil. &#8220;O meio passe responde a uma demanda histórica e concreta, configurando-se como uma importante estratégia de apoio à permanência e ao sucesso acadêmico&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo ela, a localização do campus, afastada do centro, torna o transporte público essencial. A redução de custos promove maior equidade no acesso, permitindo que estudantes participem de atividades com mais regularidade.</p>
<p>O estudante João Victor Marcondes Machado, usuário do transporte público desde o início da graduação, comemorou a conquista. &#8220;Ver essa conquista é algo realmente muito positivo, pois contribui diretamente para a redução de custos e para a permanência nos estudos&#8221;, relatou.</p>
<p>Segundo ele, o valor diário de R$ 12,00 foi reduzido para R$ 5,00 com o meio passe, podendo ser utilizado duas vezes ao dia. João Victor informou que o processo de cadastro foi rápido, durando cerca de 20 minutos, com atendimento e orientações claras.</p>
<h2>Como solicitar o meio passe</h2>
<p>Para solicitar o meio passe estudantil, o estudante deve ir pessoalmente ao local de atendimento da Floramar, na Av. Francisco Salles, 279. É necessário apresentar os seguintes documentos:</p>
<p>Declaração escolar atual, declaração de horários de aula, comprovante de pagamento da primeira mensalidade, RG original, CPF original, certidão de nascimento (se não tiver identidade). Também é preciso levar comprovante de endereço em nome do estudante, pais ou responsável legal, com validade de 30 dias.</p>
<p>Se o estudante for menor de idade, é necessário apresentar documento original dos pais ou responsável. A presença do aluno é obrigatória para realizar o cadastro.</p>
<p>Fotos: Luciana Resende (Dicom/UNIFAL-MG)</p>
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		<title>Projeto Sustentabilidade em Pauta da Unifal-MG produz podcasts e vídeos sobre sustentabilidade e meio ambiente</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/03/26/sustentabilidade-em-pauta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 23:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto "Sustentabilidade em Pauta" da UNIFAL-MG torna temas complexos acessíveis, conectando universidade à sociedade com podcasts e vídeos sobre sustentabilidade e meio ambiente.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/03/26/sustentabilidade-em-pauta/">Projeto Sustentabilidade em Pauta da Unifal-MG produz podcasts e vídeos sobre sustentabilidade e meio ambiente</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O projeto de extensão &#8220;Sustentabilidade em Pauta&#8221;, do Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) da UNIFAL-MG, campus Poços de Caldas, visa tornar temas complexos acessíveis. A iniciativa busca conectar a universidade à sociedade, divulgando conhecimento científico.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvido por docentes e discentes do curso de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, o projeto utiliza podcasts e conteúdos curtos. O objetivo é estimular reflexões e ampliar discussões sobre sustentabilidade, meio ambiente e ESG.</p>
<p style="text-align: justify;">Coordenado pelos professores Paulo Augusto Zaitune Pamplin e Leonardo Henrique Soares Damasceno, o projeto surgiu da necessidade de ampliar o diálogo com a comunidade. A iniciativa foca em questões socioambientais contemporâneas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o professor Leonardo, a proposta visa tornar o conteúdo acadêmico mais compreensível fora dos ambientes especializados. &#8220;A iniciativa foi motivada pela crescente complexidade dos desafios socioambientais contemporâneos e pela importância de traduzir conhecimentos técnicos e científicos em uma linguagem acessível, contribuindo para a formação crítica da comunidade acadêmica e do público em geral&#8221;, afirma.</p>
<figure id="attachment_126242" aria-describedby="caption-attachment-126242" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-14.22.30.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-126242" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-14.22.30-450x800.jpeg" alt="" width="170" height="303" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-14.22.30-450x800.jpeg 450w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-14.22.30-576x1024.jpeg 576w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-14.22.30-768x1365.jpeg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-14.22.30-864x1536.jpeg 864w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-14.22.30.jpeg 900w" sizes="(max-width: 170px) 100vw, 170px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126242" class="wp-caption-text">O projeto é coordenado pelo professor Paulo Augusto Zaitune Pamplin (Foto: arquivo pessoal)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O projeto busca qualificar o debate público, além de apresentar informações. Conforme destaca o professor Paulo Pamplin, o foco está na divulgação científica e na articulação entre diferentes dimensões da sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O principal objetivo do Sustentabilidade em Pauta é promover a divulgação científica e o debate qualificado sobre sustentabilidade, abordando dimensões ambientais, sociais, econômicas e de governança&#8221;, ressalta o professor Pamplin. Ele acrescenta que a iniciativa aproxima pesquisas e experiências que podem inspirar práticas sustentáveis.</p>
<h2>Formato e Produção do Conteúdo</h2>
<p style="text-align: justify;">O formato principal do projeto consiste em entrevistas e conversas temáticas, com foco na acessibilidade e no diálogo. De acordo com os coordenadores, os temas são selecionados pela atualidade e relevância socioambiental, e pela relação com pesquisas, políticas públicas e ações comunitárias.</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha dos convidados considera a atuação, experiência e produção de conhecimento de cada participante nas áreas abordadas. A produção envolve planejamento da pauta, levantamento de informações, roteiro, contato com convidados, gravação, edição e revisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos episódios de entrevistas, o projeto desenvolve vídeos curtos. O &#8220;Sustentabilidade em 1 minuto&#8221; oferece resumos semanais de notícias, e o &#8220;Sustentabilidade &#038; Inovação&#8221; apresenta soluções sustentáveis de startups.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambos os formatos são desenvolvidos para circulação em plataformas digitais, como <a href="https://www.youtube.com/@SustentabilidadeemPauta/shorts" target="_blank" rel="noopener">Shorts</a> no YouTube e <a href="https://www.instagram.com/sus_tentabilidadeempauta/reels/" target="_blank" rel="noopener">Reels</a> no Instagram. O canal principal do projeto no YouTube pode ser acessado em <a href="https://www.youtube.com/@SustentabilidadeemPauta/videos" target="_blank" rel="noopener">Sustentabilidade em Pauta</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126318 aligncenter" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta1-800x283.png" alt="" width="746" height="264" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta1-800x283.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta1-1024x362.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta1-768x271.png 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta1-1536x542.png 1536w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta1-2048x723.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A equipe do projeto é composta por docentes e nove discentes, que se revezam nas etapas de produção. Os professores coordenam e orientam, enquanto os estudantes participam da pesquisa de temas, elaboração de pautas, produção de episódios, comunicação e divulgação.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto também conta com a participação de convidados externos, incluindo pesquisadores e profissionais. Esses convidados contribuem com análises e experiências de diversas áreas, enriquecendo as entrevistas.</p>
<figure id="attachment_126319" aria-describedby="caption-attachment-126319" style="width: 179px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.21.17.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126319" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.21.17-706x800.jpeg" alt="" width="189" height="215" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.21.17-706x800.jpeg 706w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.21.17-903x1024.jpeg 903w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.21.17-768x871.jpeg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-12.21.17.jpeg 921w" sizes="auto, (max-width: 189px) 100vw, 189px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126319" class="wp-caption-text">Carla Cristina Maurício Alves de Oliveira (Foto: arquivo pessoal)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A vivência extensionista impacta a formação dos estudantes, como a discente Carla Cristina Maurício Alves de Oliveira, do 7º período de Gestão Ambiental e Sustentabilidade. Ela participa do projeto desde o início e relata a ampliação do aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Sustentabilidade em Pauta tem sido algo muito importante para complementar a minha formação acadêmica, acrescentando o aprendizado com temas ambientais que estão em evidência e o contato direto com profissionais super atualizados e renomados&#8221;, destaca Carla. Ela menciona que o trabalho coletivo e o contato com temas atuais são benéficos.</p>
<p style="text-align: justify;">Carla explica que a atuação dos estudantes vai além da participação nos episódios, com um rodízio de tarefas. Ela também reposta publicações em seu Instagram pessoal e grava o quadro &#8220;Sustentabilidade em 1 minuto&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A discente acrescenta que a construção das pautas é feita coletivamente, em reuniões presenciais e virtuais. Esse processo fortalece o trabalho em equipe e o envolvimento com os conteúdos abordados.</p>
<h2>Resultados e Próximos Passos</h2>
<p style="text-align: justify;">Para os coordenadores, os retornos incluem o aumento do interesse pelos temas e o engajamento do público nas plataformas digitais. Eles também observam o fortalecimento do vínculo entre a universidade e a sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os coordenadores destacam os ganhos acadêmicos para os estudantes, especialmente no desenvolvimento de competências em comunicação científica, pesquisa e extensão. Esses aspectos contribuem para a formação profissional dos envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-126320" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sustentabilidade-em-Pauta2.png" alt="" width="400" height="222" /></a>Entre os destaques da programação, está a entrevista com o professor José Galizia Tundisi. Ele é reconhecido na área da limnologia e abordou a crise hídrica no Brasil e no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os coordenadores informam que, desde março de 2026, o projeto passou a publicar duas entrevistas mensais. Essa ampliação visa aumentar a presença e regularidade do conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o &#8220;Sustentabilidade em Pauta&#8221; está disponível no YouTube, no canal <a href="https://www.youtube.com/@SustentabilidadeemPauta/playlists" target="_blank" rel="noopener">@SustentabilidadeemPauta</a>. A equipe planeja disponibilizar os episódios em áudio no Spotify futuramente.</p>
<p style="text-align: justify;">A divulgação das ações e das próximas edições é realizada também pelo Instagram, no perfil <a href="https://www.instagram.com/sus_tentabilidadeempauta/" target="_blank" rel="noopener">@sus_tentabilidadeempauta</a>. O projeto busca expandir seu alcance em diversas plataformas digitais.</p>
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		<title>Pesquisa da Unifal aponta preocupação ambiental e baixa adesão a ações coletivas em Poços de Caldas e Varginha; mineração de terras raras divide opiniões</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/03/26/pesquisa-ambiental-unifal-mg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da UNIFAL-MG revela preocupação ambiental em Poços de Caldas e Varginha, mas baixa adesão a ações coletivas. Mineração de terras raras divide opiniões.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa de opinião pública, realizada pela UNIFAL-MG em 2025, revelou que as populações de Poços de Caldas-MG e Varginha-MG demonstram preocupação com o meio ambiente e os impactos das mudanças climáticas. No entanto, o estudo aponta dificuldades em converter essa consciência em ações coletivas de proteção ambiental.</p>
<p>O estudo, intitulado &#8220;Atitudes e ações pró-ambientais em Poços de Caldas-MG e Varginha-MG (2025)&#8221;, foi financiado pela <a href="https://fapemig.br/" target="_blank" rel="noopener">FAPEMIG</a>. Ele foi desenvolvido pelo <a href="https://oikosbr.com/" target="_blank" rel="noopener">grupo de pesquisa OIKOS</a> da Universidade, com a participação de discentes de pós-graduação e graduação da UNIFAL-MG e de outras instituições.</p>
<figure id="attachment_126301" aria-describedby="caption-attachment-126301" style="width: 131px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Jose-Roberto-Porto-de-Andrade-Jr.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-126301" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Jose-Roberto-Porto-de-Andrade-Jr.jpg" alt="" width="141" height="193" /></a><figcaption id="caption-attachment-126301" class="wp-caption-text">José Roberto Porto de Andrade Jr. &#8211; professor coordenador da pesquisa. (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p>A coordenação dos trabalhos ficou a cargo do professor José Roberto Porto de Andrade Jr., do <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/icsa/" target="_blank" rel="noopener">Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (ICSA)</a>. Foram realizadas 800 entrevistas entre agosto e dezembro de 2025, sendo 400 em cada município, com foco na população urbana acima de 16 anos.</p>
<p>O estudo apresenta um grau de confiança de 95% e margem de erro de 4,9%. De acordo com a UNIFAL, os dados indicam que a maioria da população das duas cidades está preocupada com o meio ambiente e reconhece os efeitos do aquecimento global no cotidiano.</p>
<p>Mais de 75% dos entrevistados acreditam que as mudanças climáticas podem prejudicar suas vidas e de suas famílias. O coordenador da pesquisa, José Roberto Porto de Andrade Jr., destacou a contradição entre a percepção e o engajamento.</p>
<p>José Roberto Porto de Andrade Jr. afirmou: “A pesquisa identificou uma crescente preocupação ambiental climática nas populações das nossas regiões e uma crescente consciência da gravidade dos problemas climáticos e do impacto dos problemas climáticos na vida cotidiana das pessoas.”</p>
<p>Ele complementou: “Por outro lado, também identificou alguns problemas e sobretudo dificuldades das nossas populações regionais em converter essas preocupações em práticas efetivas de proteção da natureza, sobretudo quando a gente olha para as práticas de esfera pública”.</p>
<p>Os índices de participação em ações coletivas, como manifestações, petições e audiências públicas, são baixos e não correspondem ao nível de preocupação declarado pela população. José Roberto Andrade Jr. observou que “Os índices de participação popular são baixíssimos, incondizentes com o grau elevado de preocupação que as populações manifestam em relação aos temas ambientais”.</p>
<h2>Ações ambientais concentradas no cotidiano individual</h2>
<figure id="attachment_126298" aria-describedby="caption-attachment-126298" style="width: 520px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_acoes-pro-ambientais.png"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-126298" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_acoes-pro-ambientais.png" alt="" width="530" height="308" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_acoes-pro-ambientais.png 1115w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_acoes-pro-ambientais-800x465.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_acoes-pro-ambientais-1024x595.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_acoes-pro-ambientais-768x446.png 768w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126298" class="wp-caption-text">(Fonte: Reprodução/Sumário Executivo)</figcaption></figure>
<p>Um dado do levantamento indica que as práticas pró-ambientais estão concentradas na esfera privada. A maioria dos entrevistados afirma adotar comportamentos como economizar água e separar o lixo para reciclagem, com índices superiores a 80% e 90%, respectivamente.</p>
<p>As ações coletivas, por sua vez, apresentam menor adesão. Mesmo a prática mais frequente, como votar em candidatos com propostas ambientais, atinge apenas cerca de metade da população. O coordenador da pesquisa comenta que esse padrão revela uma tendência mais ampla.</p>
<p>“Os comportamentos pró-ambientais estão muito mais ligados à esfera privada, ao consumo, do que à esfera pública. As práticas de maior adesão chegam a mais de 90%, enquanto as de esfera pública não atingem nem metade da população”, enfatizou o coordenador.</p>
<p>Ele informou que essa é uma tendência regional que também se manifesta nacional e internacionalmente. Os resultados apontam para a necessidade de estratégias que incentivem a participação em ações coletivas.</p>
<h2>Mineração de terras raras divide opiniões</h2>
<p>A pesquisa também abordou o tema da mineração de terras raras, relevante para a região. Os resultados mostram diferenças entre os municípios de Poços de Caldas e Varginha.</p>
<p>Em Poços de Caldas, 37% da população conhece ou já ouviu falar sobre o tema. Em Varginha, o assunto é desconhecido por dois terços da população e conhecido por um terço.</p>
<p>Entre os que conhecem o assunto, predomina uma postura cautelosa ou contrária à atividade. Em Poços de Caldas, a opinião majoritária é de que a mineração não deve ocorrer independentemente do impacto ambiental.</p>
<p>Já em Varginha, prevalece a ideia de que a mineração só deve ocorrer se o impacto ambiental for pequeno. O coordenador da pesquisa apontou que “Nas duas cidades, a gente tem um apoio popular muito pequeno, menor que 5%, à ocorrência da mineração de terras raras”.</p>
<figure id="attachment_126299" aria-describedby="caption-attachment-126299" style="width: 1009px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_mineracao_terras_raras.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-126299 " src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_mineracao_terras_raras.png" alt="" width="1019" height="345" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_mineracao_terras_raras.png 1964w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_mineracao_terras_raras-800x271.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_mineracao_terras_raras-1024x347.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_mineracao_terras_raras-768x260.png 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_mineracao_terras_raras-1536x520.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 1019px) 100vw, 1019px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126299" class="wp-caption-text">(Fonte: Reprodução/Sumário Executivo)</figcaption></figure>
<h2>Desconfiança em movimentos ambientalistas chama atenção</h2>
<p>O nível de confiança nos movimentos ambientalistas é um resultado considerado preocupante. A maioria dos entrevistados declarou confiar pouco ou nada nessas organizações, o que foi uma surpresa para o grupo de pesquisa.</p>
<figure id="attachment_126300" aria-describedby="caption-attachment-126300" style="width: 538px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_percepcao_movimentos_ambientalistas.png"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-126300 alignleft" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_percepcao_movimentos_ambientalistas.png" alt="" width="538" height="330" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_percepcao_movimentos_ambientalistas.png 1092w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_percepcao_movimentos_ambientalistas-800x491.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_percepcao_movimentos_ambientalistas-1024x628.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/dado_percepcao_movimentos_ambientalistas-768x471.png 768w" sizes="auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126300" class="wp-caption-text">(Fonte: Reprodução/Sumário Executivo)</figcaption></figure>
<p>“As respostas predominantes são negativas. Esse é um tema que precisa ser melhor entendido”, comentou o pesquisador. A desconfiança pode impactar a capacidade dos movimentos ambientalistas de mobilizar apoio popular.</p>
<p>Para o coordenador do levantamento, os movimentos ambientais dependem de apoio e participação popular para que suas pautas de preservação da natureza sejam encaminhadas. A falta de confiança pode enfraquecer a atuação desses grupos.</p>
<p>Ele lamentou que “Se a gente tem uma população que não confia no movimento ambientalista, a gente vai ter um movimento ambientalista enfraquecido, que não vai conseguir se impor diante do poder econômico e não vai conseguir converter os seus pleitos de proteção da natureza em decisões políticas efetivas”.</p>
<p>As redes sociais, sites e televisão são as principais fontes de informação sobre temas ambientais, utilizadas por grande parte da população. As conversas sobre o tema ocorrem principalmente entre familiares, amigos e colegas de trabalho.</p>
<p>Apesar do acesso à informação, a pesquisa indica que isso ainda não se traduz, na mesma proporção, em mobilização social. Este cenário sugere a necessidade de estratégias para converter a informação em ação coletiva.</p>
<h2>Pesquisa será debatida em evento no campus Varginha</h2>
<figure id="attachment_126250" aria-describedby="caption-attachment-126250" style="width: 303px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69b94e58dd230.jpeg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-126250 alignright" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69b94e58dd230.jpeg" alt="" width="303" height="429" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69b94e58dd230.jpeg 904w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69b94e58dd230-565x800.jpeg 565w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69b94e58dd230-723x1024.jpeg 723w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69b94e58dd230-768x1087.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 303px) 100vw, 303px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126250" class="wp-caption-text">(Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p>Os resultados do estudo serão apresentados e debatidos no dia <strong>31 de março, das 19h às 21h</strong>. O evento ocorrerá no auditório do campus Varginha da UNIFAL-MG, localizado na Avenida Celina Ferreira Ottoni, 4000, no bairro Padre Vitor.</p>
<p>A expectativa é aprofundar a análise dos dados e ampliar o debate sobre o papel da sociedade e das instituições no enfrentamento da crise ambiental. Mais informações podem ser encontradas <a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/unifal-mg-promove-evento-publico-para-divulgar-os-resultados-da-pesquisa-atitudes-e-acoes-pro-ambientais-em-pocos-de-caldas-mg-e-varginha-mg-no-dia-31-03/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Nas próximas semanas, o Jornal UNIFAL-MG irá divulgar outros resultados da pesquisa. O <a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Sumario-Executivo-Pesquisa-Acoes-Pro-Ambientais-Pocos-e-Varginha-2025.pdf" target="_blank" rel="noopener">Sumário Executivo</a> do levantamento está disponível para acesso.</p>
<p>Os microdados estão disponíveis para consulta pública e podem ser solicitados ao coordenador, pelo e-mail <a href="mailto:jose.junior@unifal-mg.edu.br" target="_blank" rel="noopener">jose.junior@unifal-mg.edu.br</a>.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/03/26/pesquisa-ambiental-unifal-mg/">Pesquisa da Unifal aponta preocupação ambiental e baixa adesão a ações coletivas em Poços de Caldas e Varginha; mineração de terras raras divide opiniões</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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		<title>Pesquisa da Unifal-MG desenvolve matéria-prima para porcelanatos a partir de rejeitos minerais em Minas Gerais</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/03/26/rejeitos-minerais-porcelanato-unifal-mg/</link>
					<comments>https://agenciamg.com.br/2026/03/26/rejeitos-minerais-porcelanato-unifal-mg/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da UNIFAL-MG transforma rejeitos minerais em matéria-prima para porcelanatos, promovendo sustentabilidade e economia circular em Minas Gerais.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/03/26/rejeitos-minerais-porcelanato-unifal-mg/">Pesquisa da Unifal-MG desenvolve matéria-prima para porcelanatos a partir de rejeitos minerais em Minas Gerais</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa desenvolvida no <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/ppgcem/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM)</a> da UNIFAL-MG propõe a transformação de rejeitos minerais em matéria-prima para a fabricação de porcelanatos e outros produtos cerâmicos. O estudo busca uma nova aplicação para o volume de rejeitos gerados após a extração mineral.</p>
<p>O trabalho, intitulado &#8220;Caracterização e Valorização de Rejeitos de Pegmatitos da Mina de Volta Grande em Nazareno, Minas Gerais, para Produção de Porcelanatos Nobres&#8221;, é parte da dissertação de mestrado de Carolina Mendes Gonçalves. A pesquisa foi desenvolvida sob a orientação e coorientação dos professores Carolina Del Roveri e Matheus Fernando Ancelmi, do <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/ict/corpo-docente-ict/" target="_blank" rel="noopener">Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT)</a>, e contou com a colaboração de Francisco Eduardo Fernandes Ribeiro.</p>
<figure id="attachment_126272" aria-describedby="caption-attachment-126272" style="width: 210px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados.jpeg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-126272" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados.jpeg" alt="" width="220" height="439" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados.jpeg 802w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-401x800.jpeg 401w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-513x1024.jpeg 513w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-768x1532.jpeg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-770x1536.jpeg 770w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></a><figcaption id="caption-attachment-126272" class="wp-caption-text">Pesquisadora Carolina Mendes Gonçalves em registro feito durante testes em laboratório. (Foto: Arquivo/Carolina Gonçalves)</figcaption></figure>
<p>A investigação analisou rejeitos sólidos da Mina de Volta Grande, em Nazareno, Minas Gerais, que atua no segmento de minerais críticos. O objetivo foi verificar a adequação desses resíduos para uso na indústria cerâmica, especialmente na produção de cerâmica branca, como esmaltes e porcelanatos.</p>
<p>Para isso, foram coletadas amostras de três lotes de rejeitos e realizados testes em laboratório. O material passou por secagem e peneiramento, separando os grãos por tamanho. Em seguida, foi feita uma separação magnética para remover parte dos óxidos de ferro, que podem afetar a cor e a qualidade do porcelanato.</p>
<p>Após a preparação, os rejeitos foram analisados para identificar sua composição química e mineralógica. Os pesquisadores buscaram entender a constituição do material e seu comportamento em processos industriais. Também foi avaliada a presença de óxido de lítio, que pode indicar potencial de aproveitamento comercial.</p>
<p>As etapas seguintes do estudo focam na validação tecnológica desses rejeitos na formulação de cerâmica branca. Nesta fase, são observadas características como a brancura e a fundência do material para comprovar a substituição de matérias-primas convencionais.</p>
<p>De acordo com os autores, a pesquisa alinha-se às diretrizes atuais para a mineração e às práticas de sustentabilidade. Ela está em conformidade com a <a href="https://anmlegis.datalegis.net/action/ActionDatalegis.php?acao=abrirTextoAto&amp;link=S&amp;tipo=RES&amp;numeroAto=00000185&amp;seqAto=000&amp;valorAno=2024&amp;orgao=DC/ANM/MME&amp;cod_modulo=351&amp;cod_menu=6675" target="_blank" rel="noopener">Resolução ANM nº 185/2024</a>, aos critérios <a href="https://www.pactoglobal.org.br/esg/" target="_blank" rel="noopener">ESG (Environmental, Social and Governance)</a> e aos <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a>.</p>
<p>A pesquisa propõe o aproveitamento de materiais minerais de baixo valor agregado. Isso contribui para a redução da disposição em barragens de rejeitos, a mitigação de emissões de CO₂ e o atendimento à demanda por minerais críticos e estratégicos no Brasil.</p>
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				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-1.jpeg'><img loading="lazy" decoding="async" width="721" height="1600" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-1.jpeg" class="attachment-full size-full" alt="" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-1.jpeg 721w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-1-361x800.jpeg 361w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-1-461x1024.jpeg 461w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-1-692x1536.jpeg 692w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /></a>
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				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-2.jpeg'><img loading="lazy" decoding="async" width="721" height="1600" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-2.jpeg" class="attachment-full size-full" alt="" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-2.jpeg 721w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-2-361x800.jpeg 361w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-2-461x1024.jpeg 461w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-2-692x1536.jpeg 692w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /></a>
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			</div>
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<p><span style="font-size: 10pt;">Imagens feitas em laboratório durante a análise da composição química e mineralógica dos resíduos. (Fotos: Arquivo/Carolina Gonçalves)</span></p>
<p>Os pesquisadores afirmam: “Ao transformar rejeitos da mineração em matéria-prima alternativa e sustentável, a pesquisa estimula a incorporação desses materiais na indústria cerâmica, contribui para reduzir a necessidade de extrair novos recursos naturais e minimiza a dependência de insumos importados”.</p>
<figure style="width: 194px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-4.jpeg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/pesquisa_rejeitos_reaproveitados-4.jpeg" alt="" width="204" height="453" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Autora do estudo em apresentação dos resultados no simpósio realizado na Unicamp, em maio de 2025. (Foto: Arquivo/Carolina Gonçalves)</figcaption></figure>
<p>Segundo Carolina Gonçalves, a pesquisa também avalia a viabilidade econômica da aplicação desses rejeitos. Ela analisa os custos de processamento e os benefícios associados ao seu aproveitamento.</p>
<p>“A proposta é fornecer soluções práticas que possam fortalecer a economia circular, ampliar a cadeia produtiva mineral e disponibilizar ao mercado matérias-primas fundentes de menor custo, materiais que auxiliam na fusão e formação do porcelanato, gerando receitas adicionais para as empresas envolvidas”, afirma Carolina Gonçalves.</p>
<p>De acordo com a mestranda, os próximos passos do estudo incluem a realização de testes em escala piloto. Estes testes serão feitos em condições mais próximas da realidade das indústrias.</p>
<p>“A ideia é verificar como o material se comporta fora do laboratório, em um ambiente que simula o processo produtivo, avaliando seu desempenho de forma mais ampla e aplicada”, explica Carolina Gonçalves.</p>
<p>A pesquisadora acredita que os resultados podem abrir caminho para novos estudos. “O projeto pode gerar sugestões para pesquisas futuras, como a aplicação desses rejeitos em outros setores industriais e o desenvolvimento de tecnologias capazes de ampliar o aproveitamento sustentável desses materiais”, ressalta Carolina Gonçalves.</p>
<p>Um resumo da pesquisa foi apresentado no <a href="https://snet-geosudeste.com.br/" target="_blank" rel="noopener">29º Simpósio Nacional de Estudos Tectônicos (SNET)</a> e no <a href="https://www.snet-geosudeste.com.br/assets/files/ANAIS--GEOSUDESTE2025.pdf" target="_blank" rel="noopener">18º Simpósio de Geologia do Sudeste (Geosudeste)</a>. Os eventos ocorreram simultaneamente em maio de 2025, no Centro de Convenções da Unicamp, em Campinas-SP.</p>
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<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/carolina-goncalves.jpg'><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/carolina-goncalves.jpg" class="attachment-full size-full" alt="" aria-describedby="gallery-2-126266" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-2-126266'>
				Carolina Mendes Gonçalves – autora da pesquisa. (Foto: Arquivo Pessoal)<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Profa.-Carolina-Del-Roveri.jpg'><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Profa.-Carolina-Del-Roveri.jpg" class="attachment-full size-full" alt="" aria-describedby="gallery-2-126268" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-2-126268'>
				Carolina Del Roveri &#8211; professora/orientadora do estudo. (Foto: Arquivo Pessoal)<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Prof.-Matheus-Fernando-Ancelmi.jpg'><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Prof.-Matheus-Fernando-Ancelmi.jpg" class="attachment-full size-full" alt="" aria-describedby="gallery-2-126267" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-2-126267'>
				Matheus Fernando Ancelmi &#8211; professor/coorientador do estudo. (Foto: Arquivo Pessoal)<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Carolina-Goncalves-e-Francisco-Ribeiro.jpg'><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Carolina-Goncalves-e-Francisco-Ribeiro.jpg" class="attachment-full size-full" alt="" aria-describedby="gallery-2-126269" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-2-126269'>
				Francisco Eduardo Fernandes Ribeiro &#8211; acadêmico que colaborou com o estudo, em registro feito com Carolina Gonçalves. (Foto: Arquivo Pessoal)<br />
				</figcaption></figure>
</p></div>
<p>O trabalho foi financiado pela <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)</a>. Recebeu apoio também da <a href="https://fapemig.br/" target="_blank" rel="noopener">Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)</a>, por meio do incentivo à pesquisa científica do projeto “Ciência por Elas” e do Grupo de Pesquisa em Recursos Minerais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Universidade Federal de Alfenas e Instituto Mário Penna firmam parceria em medicina de precisão no SUS para leucemia linfocítica crônica</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/03/18/medicina-de-precisao-sus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 00:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UNIFAL-MG e Instituto Mário Penna se unem para fortalecer a medicina de precisão no SUS, focando em pacientes com Leucemia Linfocítica Crônica.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/03/18/medicina-de-precisao-sus/">Universidade Federal de Alfenas e Instituto Mário Penna firmam parceria em medicina de precisão no SUS para leucemia linfocítica crônica</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) passou a integrar, em março de 2026, uma frente estadual para fortalecer a medicina de precisão no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio do <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/laboratoriogeneticahumana/servicos/" target="_blank" rel="noopener">Serviço de Diagnóstico Genético (SDG)</a>, a UNIFAL-MG atua em parceria com o <a href="https://mariopenna.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Mário Penna</a> (IMP), em Belo Horizonte, e com o Setor de Oncohematologia da Santa Casa de Alfenas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta iniciativa é da <a href="https://www.rempto.org.br/?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnhMv_vxXro4nj_rhZ-YlFtdBItWnZEGZ-NkxammfYtwEs0fu1MdNOqjxV3_E_aem__CxFZr13SJVAcvQsWYM-Pg" target="_blank" rel="noopener">Rede Mineira de Pesquisa Translacional em Oncologia (ReMPTO)</a>. A rede é coordenada pela professora Letícia Conceição Braga.</p>
<p style="text-align: justify;">A rede busca transformar resultados da pesquisa básica em ferramentas aplicáveis à prática clínica. O foco inicial são pacientes com Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) atendidos integralmente pelo SUS.</p>
<p style="text-align: justify;">Na UNIFAL-MG, o trabalho é conduzido pelo professor Angel Mauricio Castro Gamero, do Instituto de Ciências da Natureza (ICN). Ele é responsável pelo SDG e conta com a participação da pesquisadora Carolina Pereira de Souza Melo e da equipe do serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o professor Angel Gamero, a proposta vai além da realização de exames e da geração de dados laboratoriais. &#8220;Não estamos apenas prestando um serviço; estamos validando caminhos científicos e sociais para que a medicina de precisão deixe de ser um luxo e se torne um direito acessível no SUS&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A parceria estabelece um fluxo contínuo entre a capital e o Sul de Minas. Amostras de pacientes do Instituto Mário Penna são enviadas a Alfenas para análises citogenéticas de maior complexidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Materiais genéticos coletados na região seguem para Belo Horizonte, onde passam por sequenciamento de DNA por NGS e processamento bioinformático. O objetivo é identificar alterações genéticas associadas ao comportamento da doença e à resposta terapêutica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, a equipe utiliza técnicas como o cariótipo, que permite observar alterações nos cromossomos. Também é usada a hibridização fluorescente in situ (FISH), capaz de detectar mudanças específicas em genes relacionados ao câncer, como o TP53.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas ferramentas auxiliam na definição do prognóstico e na orientação de condutas terapêuticas. De acordo com a professora Letícia Braga, a relevância da parceria está na articulação entre conhecimento acadêmico e prática assistencial.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O objetivo da nossa parceria é integrar o rigor acadêmico da UNIFAL-MG à vasta experiência clínica do Instituto Mário Penna. Focamos no mapeamento genômico e no estudo do cariótipo de pacientes com Leucemia Linfocítica Crônica atendidos 100% pelo SUS&#8221;, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">A professora Letícia Braga complementa que a meta é &#8220;buscar entender as particularidades genéticas da nossa população para oferecer diagnósticos mais precisos e prognósticos assertivos&#8221;. A docente ressalta que a participação da Universidade é estratégica para consolidar a inovação em saúde no estado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A importância dessa parceria reside em ser o elo que transforma a pesquisa básica em protocolos robustos de diagnóstico. Além de pacientes, o Instituto Mário Penna irá prover a infraestrutura de ponta com o sequenciamento de DNA por NGS e o processamento de bioinformática&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">A UNIFAL-MG, por sua vez, &#8220;garantirá a expertise em interpretação genética e a formação de recursos humanos qualificados&#8221;, conforme a professora Letícia Braga. Na avaliação da coordenadora da ReMPTO, o principal impacto do projeto está na democratização do acesso à tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os pacientes do SUS não teriam acesso a esse tipo de tecnologia se não pela pesquisa. É a pesquisa democratizando acesso e favorecendo a equidade para os pacientes. Trata-se da busca pela soberania tecnológica dentro de Minas Gerais&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ponta assistencial, os resultados já são percebidos como um avanço para o cuidado oncológico regional. O médico Carlos Eduardo Engel Velano, responsável pelo Setor de Oncohematologia da Santa Casa de Alfenas, explica que o diagnóstico genético permite decisões mais seguras e individualizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na prática, essa parceria nos permite enxergar o que os exames convencionais não mostram. Ao recebermos as análises genéticas detalhadas da UNIFAL-MG, conseguimos estratificar o risco de cada paciente com Leucemia Linfocítica Crônica de forma individualizada&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, isso significa definir com mais clareza quais pacientes precisam de tratamento imediato e quais podem ser acompanhados de forma conservadora. &#8220;Podemos decidir, com segurança, quem precisa de um tratamento mais intensivo e quem pode ser monitorado de forma mais conservadora&#8221;, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico Carlos Eduardo Engel Velano acrescenta que a medida evita &#8220;toxicidades desnecessárias e otimizando os recursos do SUS na Santa Casa&#8221;. Ele destaca que a parceria insere a assistência oncológica regional em uma nova lógica de cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Contar com esse suporte é entrar na era da medicina de precisão. O diagnóstico genético não é mais um ‘luxo’ acadêmico, mas uma ferramenta essencial para definir a terapia mais eficaz&#8221;, pontua. Para o oncologista, identificar previamente mutações que inviabilizam determinadas quimioterapias evita sofrimento desnecessário.</p>
<p style="text-align: justify;">A identificação de mutações direciona o tratamento para alternativas mais adequadas, incluindo drogas-alvo. Além do impacto direto na assistência, a iniciativa fortalece o tripé universitário de ensino, pesquisa e extensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o professor Angel Mauricio Castro Gamero, a prestação de serviços do SDG contribui para a formação de estudantes de graduação e pós-graduação. Também subsidia trabalhos de conclusão de curso, estágios obrigatórios e projetos científicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa amplia a inserção da Universidade em uma rede de pesquisa aplicada com repercussão social. De acordo com o docente, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), o grupo pretende, futuramente, contribuir para a elaboração de instrumentos que auxiliem médicos de diferentes regiões do estado na estratificação de risco e na tomada de decisão clínica.</p>
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		<title>UNIFAL-MG realiza 2ª Exposição Olhares no campus de Poços de Caldas, aberta até 31/03/2026</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/03/12/exposicao-olhares-unifal-mg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 22:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UNIFAL-MG (Poços de Caldas) realiza 2ª Exposição Olhares, mostra fotográfica do campus, aberta até 31/03/2026. Integra acolhida a calouros e valoriza o espaço universitário.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A UNIFAL-MG, no campus Poços de Caldas, realiza a 2ª Exposição Olhares. Esta mostra fotográfica integra a programação de acolhida aos calouros. A exposição está aberta à visitação pública no hall do Auditório F até 31 de março de 2026.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa é organizada pela psicóloga Rosana Elizete Tavares e pela estagiária de psicologia Maria Eduarda Leme Costa. A curadoria é do bibliotecário Giovani Ribeiro. A exposição apresenta imagens selecionadas do Projeto Olhares.</p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto Olhares, desenvolvido desde 2018, cataloga e compartilha fotografias do campus. As imagens são registradas por discentes, técnicos-administrativos em educação, docentes e colaboradores terceirizados. As fotos são divulgadas nas redes sociais da Psicologia.</p>
<figure id="attachment_125876" aria-describedby="caption-attachment-125876" style="width: 390px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846142.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-125876" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846142-800x600.jpg" alt="" width="400" height="300" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846142-800x600.jpg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846142-1024x768.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846142-768x576.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846142.jpg 1156w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-125876" class="wp-caption-text">Foto: Clenilda Maria de Faria Santos</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Nesta segunda edição, a proposta retorna em formato presencial. O acervo digital é transformado em uma experiência física. Segundo Rosana, a mostra busca aproximar a comunidade acadêmica do espaço universitário por meio de novos sentidos e percepções.</p>
<p style="text-align: justify;">Rosana destaca que &#8220;O evento convida o público a um exercício de contemplação e valorização das belezas do campus, contribuindo também para o senso de pertencimento dos membros da comunidade acadêmica&#8221;. A exposição visa fortalecer a ligação dos estudantes e servidores com a universidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da visitação, a exposição possui um formato interativo. Os participantes podem registrar presença via QR code para emissão de certificado. Há possibilidade de aproveitamento em horas complementares. Também é possível votar na fotografia preferida.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Rosana, este formato aumenta o envolvimento do público com a proposta. Ela explica: “A exposição é interativa: por meio de QR code, o visitante registra sua presença para certificado e também pode votar na foto de que mais gostou”.</p>
<figure id="attachment_125877" aria-describedby="caption-attachment-125877" style="width: 389px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846638.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-125877" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846638-657x800.jpeg" alt="" width="399" height="486" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846638-657x800.jpeg 657w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846638-841x1024.jpeg 841w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846638-768x935.jpeg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846638-1261x1536.jpeg 1261w, https://jornal.unifal-mg.edu/wp-content/uploads/2026/03/69a1a78846638.jpeg 1314w" sizes="auto, (max-width: 399px) 100vw, 399px" /></a><figcaption id="caption-attachment-125877" class="wp-caption-text">Foto: Clenilda Maria de Faria Santos</figcaption></figure>
<h2>Sobre o projeto</h2>
<p style="text-align: justify;">O Projeto Olhares teve início em outubro de 2018. A criação foi motivada por uma situação ocorrida durante uma apresentação musical no campus Poços de Caldas. Um convidado externo fotografou uma paisagem local.</p>
<p style="text-align: justify;">A fotografia, ao ser compartilhada, chamou atenção pela beleza. A surpresa foi gerada quando a UNIFAL-MG foi identificada como o local do registro. Este episódio serviu de inspiração para a criação do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir desse evento, surgiu a proposta de valorizar e divulgar as belezas do campus por meio da fotografia. Rosana relata que &#8220;a surpresa provocada pela identificação do local fotografado motivou a criação do projeto, com a intenção de valorizar e divulgar as belezas do campus Poços de Caldas por meio da fotografia, convidando a comunidade acadêmica a enxergar a Universidade sob diferentes perspectivas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A 2ª Exposição Olhares reúne fotografias de diversos membros da comunidade universitária. A mostra destaca o papel da arte e da sensibilidade na vivência acadêmica. O campus é apresentado como um espaço de encontros, memórias, experiências e afetos.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição está aberta ao público durante todo o mês de março. Ela se soma às ações de acolhida da UNIFAL-MG em Poços de Caldas. A iniciativa convida estudantes, servidores e visitantes a redescobrir o campus.</p>
<p style="text-align: justify;">Rosana reforça que &#8220;A intenção do projeto é valorizar e divulgar as belezas do campus Poços de Caldas por meio da fotografia&#8221;. A mostra oferece uma nova perspectiva do campus para quem o vive diariamente.</p>
<p>Confira abaixo algumas das fotografias da exposição:</p>
<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-125871 gallery-columns-4 gallery-size-thumbnail'>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-4.jpeg' target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="250" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-4-415x250.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" aria-describedby="gallery-1-125878" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-125878'>
				Autor: Giovani Ribeiro<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-3.jpeg' target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="250" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-3-415x250.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" aria-describedby="gallery-1-125879" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-125879'>
				Autor: Giovani Ribeiro<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-2.jpeg' target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="250" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-2-415x250.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" aria-describedby="gallery-1-125880" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-125880'>
				Autor: Giovani Ribeiro<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-1.jpeg' target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="250" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-1-415x250.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" aria-describedby="gallery-1-125881" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-125881'>
				Autor: Jordana Simplicio<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41.jpeg' target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="250" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.41-415x250.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" aria-describedby="gallery-1-125882" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-125882'>
				Autor: Quéren Reis<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.40.jpeg' target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="250" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-10.01.40-415x250.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" aria-describedby="gallery-1-125883" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-125883'>
				Autor: Gilbão Leeu<br />
				</figcaption></figure>
<figure class='gallery-item'>
<div class='gallery-icon landscape'>
				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a7884483e.jpeg' target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="250" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/69a1a7884483e-415x250.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" aria-describedby="gallery-1-125884" /></a>
			</div><figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-125884'>
				Autor: Francisco José Ramos<br />
				</figcaption></figure>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Universidade Federal de Alfenas lança o Sistema de Informações de Extensão e Cultura (SIEC) e substitui o CAEX</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/03/12/siec-unifal-mg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 22:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UNIFAL-MG lança o Sistema de Informações de Extensão e Cultura (SIEC), substituindo o CAEX. A nova plataforma visa otimizar o registro, organização e divulgação de ações de extensão e cultura.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) e o Núcleo de Tecnologia de Informação (NTI) da UNIFAL-MG apresentaram o Sistema de Informações de Extensão e Cultura (SIEC) em 11 de março. Esta nova plataforma institucional substituirá o <a href="https://sistemas.unifal-mg.edu.br/app/caex/inscricoes/" target="_blank" rel="noopener">CAEX – Controle de Ações de Extensão</a>.</p>
<p>O lançamento ocorreu no auditório Osmailde Lacerda Pedreira (R-102), na sede da Universidade em Alfenas. A apresentação foi transmitida pelo canal oficial da UNIFAL-MG no YouTube, disponível <a href="https://youtu.be/dah_o54zXfE" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.</p>
<p>A plataforma SIEC foi desenvolvida para registrar, organizar, divulgar e certificar ações de extensão e atividades culturais. Além disso, centraliza a submissão e a gestão de programas, projetos, cursos, eventos e prestações de serviço.</p>
<figure id="attachment_125896" aria-describedby="caption-attachment-125896" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-125896" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec.png" alt="" width="700" height="325" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec.png 1200w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec-800x371.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec-1024x475.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec-768x356.png 768w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-125896" class="wp-caption-text">Captura de tela de autenticação do SIEC. (Imagem: Reprodução)</figcaption></figure>
<p>A pró-reitora adjunta de Extensão e Cultura, professora Giovana Martins, afirmou: “O novo sistema tende a promover a integração de ações a partir de uma interface mais amigável que facilita o cadastro e o acompanhamento das iniciativas. Esperamos que isso potencialize a visibilidade e a avaliação qualitativa e quantitativa das ações realizadas pela UNIFAL-MG”.</p>
<figure id="attachment_125886" aria-describedby="caption-attachment-125886" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6846.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125886" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6846.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a><figcaption id="caption-attachment-125886" class="wp-caption-text">Francisco Xarão – pró-reitor de Extensão e Cultura. (Foto: Dicom/UNIFAL-MG)</figcaption></figure>
<p>O pró-reitor de Extensão e Cultura, professor Francisco Xarão, mediador da apresentação, explicou a mudança. Ele destacou que o CAEX, embora consolidado, não atendia mais às necessidades atuais da extensão.</p>
<p>“O CAEX é uma plataforma bastante robusta, com muitos dados e informações. Entretanto, foi concebido em outra linguagem e já não atendia mais às demandas da Extensão”, explicou o professor Xarão.</p>
<p>Diante desse cenário, a PROEC levou a discussão ao NTI. O NTI concluiu que seria mais adequado desenvolver um novo sistema do que realizar adaptações sucessivas na plataforma anterior.</p>
<figure id="attachment_125887" aria-describedby="caption-attachment-125887" style="width: 290px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6850.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125887" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6850.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a><figcaption id="caption-attachment-125887" class="wp-caption-text">Sandro Amadeu Cerveira – reitor da UNIFAL-MG. (Foto: Dicom/UNIFAL-MG)</figcaption></figure>
<p>Para o reitor, professor Sandro Amadeu Cerveira, a mudança acompanha transformações tecnológicas e novas exigências da comunidade universitária. Ele mencionou a interface e a usabilidade do sistema como fatores importantes.</p>
<p>“Tanto as mudanças tecnológicas quanto as demandas da própria comunidade em termos de interface e funcionamento de um sistema para o registro e acompanhamento das ações de extensão, e agora também de cultura, exigem essa mudança”, afirmou o reitor.</p>
<p>O reitor também ressaltou que o aprimoramento do sistema dependerá da participação da comunidade. “Nenhum sistema nasce completamente perfeito”, disse, incentivando sugestões de melhoria à PROEC.</p>
<h2>Sistema mais intuitivo, flexível e integrado</h2>
<p>O diretor do NTI, analista de tecnologia de informação Marcelo Penha Fernandes, explicou que a proposta inicial não era construir uma nova plataforma. O objetivo era resolver as limitações identificadas no CAEX.</p>
<p>Após análise técnica, a equipe concluiu que o desenvolvimento de um novo sistema seria o melhor caminho. Marcelo Fernandes frisou que o SIEC não rompe com a experiência acumulada ao longo dos anos.</p>
<figure id="attachment_125888" aria-describedby="caption-attachment-125888" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6854.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125888" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6854.jpg" alt="" width="300" height="208" /></a><figcaption id="caption-attachment-125888" class="wp-caption-text">Marcelo Penha Fernandes – diretor do Núcleo de Tecnologia de Informação. (Foto: Dicom/UNIFAL-MG)</figcaption></figure>
<p>“Muito do CAEX vem para esse sistema”, afirmou Fernandes, destacando que é um sistema ainda em implantação que passará por ajustes. Ele observou que a prática e o uso sempre revelam necessidades de ajustes.</p>
<p>O gestor do Núcleo de Tecnologia de Informação também ressaltou o esforço da equipe de desenvolvimento. Quatro dos sete analistas da Gerência de Desenvolvimento e Gestão da Informação (GDGI) estiveram envolvidos diretamente no projeto durante o último ano.</p>
<p>Cléber Moterani Tavares, analista envolvido na construção da plataforma, apresentou um panorama histórico do CAEX. Ele detalhou os dados acumulados ao longo de mais de 15 anos de funcionamento.</p>
<p>De acordo com a Unifal, o sistema CAEX nasceu em um contexto de expansão da Universidade e de crescimento das demandas por eventos acadêmicos e extensionistas. Cada ação exigia formulários, regras e páginas específicas.</p>
<p>“O CAEX nasceu com esse propósito: dar controle para a Pró-Reitoria de Extensão sobre os eventos, tentar padronizar alguma coisa e tentar saber o que estava acontecendo através dos relatórios também. E, desde o começo, a gente já sabia que não ia ficar só nos eventos”, relatou Tavares.</p>
<p>O sistema CAEX entrou em produção em 2010. Desde então, passou a reunir um volume expressivo de dados institucionais para controle, padronização e geração de relatórios para a extensão universitária.</p>
<figure id="attachment_125889" aria-describedby="caption-attachment-125889" style="width: 290px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6859.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125889" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6859.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6859.jpg 1920w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6859-800x533.jpg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6859-1024x683.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6859-768x512.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6859-1536x1024.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-125889" class="wp-caption-text">Cléber Moterani Tavares – analista do NTI apresentando remotamente. (Foto: Dicom/UNIFAL-MG)</figcaption></figure>
<p>Entre os números apresentados, Cléber Tavares destacou que o CAEX contabiliza 111 mil usuários cadastrados e 405 mil inscrições em ações de extensão. Há também 23.193 trabalhos submetidos e 23 mil atividades registradas.</p>
<p>O sistema registrou 179 mil horas de extensão certificadas, 785 mil presenças confirmadas e 376 mil certificados publicados. Em 2025, o CAEX fechou o ano com 300 eventos, 407 projetos, 37 programas e 17 prestações de serviço cadastrados.</p>
<p>Para o analista, esse acúmulo constitui um patrimônio institucional. “O CAEX hoje deixa um legado”, disse. Ele afirmou que os dois sistemas coexistirão por um tempo e que o CAEX não será desligado, pois é uma fonte de consulta.</p>
<p>Entre os principais pontos, Tavares citou os processos mapeados, a base histórica sobre a extensão universitária na UNIFAL-MG e a experiência acumulada. Essa experiência permitiu acelerar a implantação do novo sistema.</p>
<p>“Acho que o principal legado que o CAEX deixa é a experiência acumulada, que permitiu que o SIEC, o sucessor dele, fosse implantado em tempo recorde”, avaliou Tavares.</p>
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				<a href='https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6880.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="415" height="250" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6880-415x250.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
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<p><span style="font-size: 10pt;">Lançamento ocorreu no auditório Osmailde Lacerda Pedreira (R-102), na sede da Universidade. (Foto: Dicom/UNIFAL-MG)</span></p>
<h2>Personalização, certificação e novos fluxos</h2>
<p>Na apresentação prática da ferramenta, o analista de tecnologia de informação Gustavo Ferreira Afonso, do NTI, demonstrou dois fluxos centrais do SIEC. Estes são a submissão de propostas e a inscrição em ações.</p>
<p>Entre as novidades, Afonso destacou a possibilidade de acesso por diferentes formas de autenticação. Isso inclui a plataforma <a href="https://sso.acesso.gov.br/login?client_id=www.gov.br&amp;authorization_id=19ce3399cb2" target="_blank" rel="noopener">Gov.br</a>, login institucional da UNIFAL-MG e cadastro com CPF ou passaporte para usuários externos.</p>
<figure id="attachment_125890" aria-describedby="caption-attachment-125890" style="width: 290px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6868.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125890" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6868.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6868.jpg 1920w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6868-800x533.jpg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6868-1024x683.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6868-768x512.jpg 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6868-1536x1024.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-125890" class="wp-caption-text">Gustavo Ferreira Afonso – analista do Núcleo de Tecnologia de Informação. (Foto: Dicom/UNIFAL-MG)</figcaption></figure>
<p>Outra inovação apontada foi a existência de um único ambiente administrativo para diferentes perfis de usuário. Há também uma transição mais simples entre a área de gestão e a área de inscrições.</p>
<p>O sistema também permite o registro e o gerenciamento de eventos de não extensão, ampliando o uso institucional da plataforma. Segundo Gustavo Afonso, a nova ferramenta busca tornar o processo mais funcional.</p>
<p>“Uma das novidades que a gente espera que seja bastante utilizada é essa questão das ações de não extensão. O sistema é feito pela PROEC, mas viu-se que muitos colegas querem oferecer uma ação que não é de extensão na Universidade e, mesmo assim, querem ter as vantagens de um sistema para inscrição e certificado. Por isso, a gente espera que isso seja bastante utilizado e da forma correta”, afirmou Afonso.</p>
<p>Gustavo Afonso explicou que, nesses casos, a tramitação será mais rápida, com necessidade apenas de anuência da direção da unidade. A certificação, no entanto, segue regras próprias.</p>
<p>O analista também destacou recursos como a criação de link direto para inscrição e o registro mais flexível das atividades. Outras funcionalidades incluem a parametrização dos certificados com QR Code e a emissão automática de certificados.</p>
<p>A emissão automática de certificados ocorre a partir do registro de presença. O sistema também oferece relatórios parciais para ações de maior duração.</p>
<figure id="attachment_125897" aria-describedby="caption-attachment-125897" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125897" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec1.png" alt="" width="700" height="391" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec1.png 1200w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec1-800x447.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec1-1024x572.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/siec1-768x429.png 768w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><figcaption id="caption-attachment-125897" class="wp-caption-text">Captura de tela de ações para visualização no SIEC. (Imagem: Reprodução)</figcaption></figure>
<p>No encerramento, o coordenador de programas e projetos da PROEC, Eduardo José Vieira, reforçou que a reorganização da demanda seguiu diretrizes claras. Estas incluíam simplificação de acesso, navegabilidade e visualização integrada das informações.</p>
<p>Segundo ele, o sistema foi desenhado para facilitar a vida do proponente, do administrador da ação e da própria gestão. “A lógica dessa mudança, dessa reorganização, tinha algumas diretrizes muito claras: simplificação do acesso, navegabilidade, visualização de todas as informações que a pessoa precisava oferecer ao sistema estarem todas na mesma tela”, explicou.</p>
<p>Para Eduardo Vieira, uma das principais qualidades do SIEC é a possibilidade de personalização. Isso permitirá à PROEC adaptar editais e formulários com rapidez, sem depender de novas intervenções na programação do sistema.</p>
<p>“O sistema é muito personalizável. Essa personalização vai permitir para a Pró-Reitoria identificar uma demanda e responder essa demanda com muito mais agilidade”, afirmou Vieira.</p>
<p>O coordenador de programas e projetos observou ainda que o processo de submissão ficou mais simples sem comprometer a qualidade das informações registradas. “Não se trata de rebaixar para viabilizar o registro. Trata-se de simplificar o máximo possível, mantendo o nível e a qualidade da informação necessária”, resumiu.</p>
<figure id="attachment_125891" aria-describedby="caption-attachment-125891" style="width: 290px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6882.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125891" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/0Z7A6882.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a><figcaption id="caption-attachment-125891" class="wp-caption-text">Eduardo José Vieira – coordenador de programas e projetos da PROEC. (Foto: Dicom/UNIFAL-MG)</figcaption></figure>
<p>No fechamento do evento, o professor Xarão reforçou que a disponibilização da ferramenta representa o primeiro passo. Ele indicou um processo de uso, avaliação e aprimoramento contínuo.</p>
<p>Para ele, o SIEC responde a uma necessidade antiga da Extensão: oferecer à gestão um instrumento eficiente, sem perder de vista a experiência do usuário.</p>
<p>“Lançar o produto, colocá-lo à disposição, é o primeiro passo”, afirmou Xarão. Ao comparar as duas plataformas, ele destacou que o novo sistema procura avançar no ponto mais sensível para o usuário.</p>
<p>“Eu acho o CAEX bastante útil para a gestão, para a administração. Agora, eu também sou usuário do CAEX, e, enquanto usuário, acho que o usuário não está bem atendido nesse aspecto”, observou o professor Xarão.</p>
<p>Para dúvidas sobre o uso da nova plataforma, a PROEC disponibiliza como suporte e canais para sugestões o e-mail <a href="mailto:proec.projetos@unifal-mg.edu.br" target="_blank" rel="noopener">proec.projetos@unifal-mg.edu.br</a> e os telefones (35) 99153 2688 | (35) 99249-4663.</p>
<p>Acesse o SIEC <a href="https://sistemas.unifal-mg.edu.br/app/siec/entrada.php" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/03/12/siec-unifal-mg/">Universidade Federal de Alfenas lança o Sistema de Informações de Extensão e Cultura (SIEC) e substitui o CAEX</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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		<title>UNIFAL-MG lança HumanTrace, atlas virtual 3D de crânios humanos desenvolvido por estudantes de Farmácia</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/03/06/humantrace/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UNIFAL-MG lança HumanTrace, atlas virtual 3D de crânios humanos para estudo e pesquisa, desenvolvido por estudantes de Farmácia. A ferramenta é gratuita e acessível.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/03/06/humantrace/">UNIFAL-MG lança HumanTrace, atlas virtual 3D de crânios humanos desenvolvido por estudantes de Farmácia</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estruturas ósseas e características anatômicas de crânios humanos reais podem ser observadas para estudo e pesquisa. O projeto <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/danat/pesquisa/laboratorio/laff/acervo-cranios-3d/" target="_blank" rel="noopener">HumanTrace</a>, um atlas virtual 3D interativo, transforma peças anatômicas do acervo do <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/danat/" target="_blank" rel="noopener">Departamento de Anatomia</a> da UNIFAL-MG em modelos digitais navegáveis.</p>
<p>A ferramenta é resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Mariana Melo Frade de Araujo e Luís Felipe Marques Lima, estudantes de Farmácia. O desenvolvimento ocorreu sob orientação da professora Alessandra Esteves e do professor Wagner Costa Rossi Junior, ambos do Departamento de Anatomia.</p>
<p>O professor Malthus Galvão, da Universidade de Brasília (UnB), colaborou no projeto. O Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) ofereceu apoio técnico. O trabalho foi conduzido no Laboratório de Antropologia Física e Forense (LAFF), no grupo de Antropologia Forense e Identificação Humana.</p>
<figure id="attachment_125704" aria-describedby="caption-attachment-125704" style="width: 473px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/reproducao-de-parte-do-atlas-3d-dos-cranios.png"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-125704" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/reproducao-de-parte-do-atlas-3d-dos-cranios.png" alt="" width="483" height="311" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/reproducao-de-parte-do-atlas-3d-dos-cranios.png 1105w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/reproducao-de-parte-do-atlas-3d-dos-cranios-800x515.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/reproducao-de-parte-do-atlas-3d-dos-cranios-1024x660.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/reproducao-de-parte-do-atlas-3d-dos-cranios-768x495.png 768w" sizes="(max-width: 483px) 100vw, 483px" /></a><figcaption id="caption-attachment-125704" class="wp-caption-text">Captura de tela do atlas. (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p>Para desenvolver a ferramenta, o grupo utilizou técnicas de fotogrametria. Cada peça anatômica do acervo didático do Departamento de Anatomia foi fotografada em diferentes ângulos. Os registros foram processados digitalmente, criando modelos tridimensionais das estruturas ósseas.</p>
<p>O professor Wagner Rossi Junior explica que &#8220;A partir de múltiplas imagens em alta resolução, foi possível reconstruir digitalmente as estruturas ósseas, preservando detalhes anatômicos essenciais para o estudo&#8221;. O atlas virtual 3D interativo permite rotação, ampliação e visualização detalhada das estruturas anatômicas, lesões, traumas e características individualizantes dos crânios.</p>
<p>Segundo os coordenadores do Laboratório de Antropologia Física e Forense e orientadores do projeto, a ferramenta avança na formação acadêmica e no acesso ao conhecimento científico. O professor Wagner Rossi Junior argumenta: &#8220;O atlas virtual 3D é, antes de tudo, resultado do protagonismo e do compromisso científico dos nossos discentes.&#8221;</p>
<p>Ele complementa: &#8220;Ver discentes dos diferentes cursos das áreas da saúde e biológicas assumindo um projeto com essa dimensão técnica e social reforça a importância de uma formação sólida, crítica e interdisciplinar&#8221;. A professora Alessandra Esteves acrescenta sobre a ferramenta: &#8220;Ao desenvolvermos uma ferramenta como esta, acessível e gratuita, ampliamos o alcance do conhecimento produzido na UNIFAL-MG&#8221;.</p>
<p>Ela continua: &#8220;Fortalecendo não apenas o ensino e a pesquisa, mas também os serviços que atuam diretamente na identificação humana. Esse é um projeto que impacta a formação acadêmica, contribui com a ciência brasileira e dialoga diretamente com as demandas regionais e nacionais&#8221;.</p>
<h2>A importância da Osteologia e da Antropologia Forense na identificação humana</h2>
<figure id="attachment_125706" aria-describedby="caption-attachment-125706" style="width: 170px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Alessandra-Esteves.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125706" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Alessandra-Esteves.png" alt="" width="180" height="180" /></a><figcaption id="caption-attachment-125706" class="wp-caption-text">Alessandra Esteves &#8211; professora do Departamento de Anatomia e orientadora do trabalho que originou o projeto. (Foto: Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>Os professores destacam a importância da Osteologia e da Antropologia Forense na identificação humana. Alessandra Esteves explica: &#8220;A Osteologia é o ramo da Anatomia dedicado ao estudo dos elementos ósseos e contribui de forma significativa para a Antropologia Biológica (Física) e para a Antropologia Forense&#8221;.</p>
<p>Ela prossegue: &#8220;Essas áreas desempenham papel crucial na determinação do perfil bioantropológico de um indivíduo, incluindo estimativas de sexo biológico, idade à morte, afinidade populacional e estatura, fornecendo subsídios técnicos fundamentais para processos de identificação humana&#8221;.</p>
<p>Conforme a professora, o trabalho da Osteologia requer a formação e manutenção de coleções osteológicas, identificadas ou não. O objetivo é desenvolver métodos mais precisos de identificação humana. &#8220;É imprescindível que tenhamos material humano natural para desenvolver pesquisas nas diferentes vertentes das ciências básicas, na antropologia física e forense bem como na odontologia e medicina legal&#8221;, afirma.</p>
<figure id="attachment_125707" aria-describedby="caption-attachment-125707" style="width: 170px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Wagner-Rossi.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125707" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Wagner-Rossi.png" alt="" width="180" height="180" /></a><figcaption id="caption-attachment-125707" class="wp-caption-text">Wagner Costa Rossi Junior &#8211; professor do Departamento de Anatomia e coorientador do trabalho que originou o projeto. (Foto: Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>Para o avanço das pesquisas, a existência de coleções osteológicas é fundamental. O professor Wagner Rossi Junior enfatiza: &#8220;Criar um banco de dados com este material é uma prática que não apenas preserva informações científicas valiosas pela qualidade das imagens que mostram acidentes anatômicos importantes como também alguns tipos de traumas, lesões e características individualizantes que o acervo apresenta&#8221;.</p>
<p>Ele conclui: &#8220;Como também &#8216;eterniza&#8217; as amostras, garantindo sua disponibilidade para futuras gerações de pesquisadores e estudantes&#8221;.</p>
<h2>Protagonismo discente</h2>
<p>A concepção do projeto como TCC demonstra o papel dos estudantes na produção de conhecimento aplicado. O estudante Luís Felipe Lima destaca que a participação no desenvolvimento do HumanTrace foi uma experiência de aprendizado acadêmico e técnico. O contato com a fotogrametria exigiu estudo e adaptação ao processo de captura de imagens, processamento de dados e geração de modelos digitais.</p>
<figure id="attachment_125708" aria-describedby="caption-attachment-125708" style="width: 170px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Luis-Felipe-Lima.png"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125708" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Luis-Felipe-Lima.png" alt="" width="180" height="180" /></a><figcaption id="caption-attachment-125708" class="wp-caption-text">Luís Felipe Marques Lima &#8211; autor do TCC que originou o projeto. (Foto: Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>Luís Felipe Lima explica: “Como era um método novo para nós, foi necessário estudar e nos familiarizar com todo o processo para realizar corretamente a captura das imagens, o processamento dos dados e a geração dos modelos digitais”.</p>
<p>De acordo com o estudante, o projeto proporcionou uma experiência interdisciplinar, integrando anatomia, tecnologia digital e modelagem 3D. “Foi uma oportunidade de aplicar ferramentas tecnológicas para desenvolver um material didático que pode contribuir para o ensino e o estudo da anatomia humana de forma mais interativa e acessível, ampliando também minha visão sobre o uso de tecnologias digitais na área da saúde e da educação”, afirma.</p>
<figure id="attachment_125709" aria-describedby="caption-attachment-125709" style="width: 170px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Mariana-Araujo.png"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125709" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/Mariana-Araujo.png" alt="" width="180" height="180" /></a><figcaption id="caption-attachment-125709" class="wp-caption-text">Mariana Melo Frade de Araujo &#8211; autora do TCC que originou o projeto. (Foto: Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>A estudante Mariana Araujo também destaca que o desenvolvimento do atlas foi desafiador e instrutivo. &#8220;Durante o processo, enfrentamos alguns desafios, principalmente pela grande quantidade de detalhes presentes nessa estrutura. Pensamos em desenvolver o atlas de uma forma que realmente contribuísse para o estudo&#8221;.</p>
<p>Ela exemplifica: &#8220;Um exemplo disso foi a utilização dos códigos de identificação já presentes nos próprios crânios, que fazem parte da organização do departamento. Assim, o discente ou docente que quiser procurar um crânio específico do acervo terá essa possibilidade&#8221;.</p>
<p>Mariana Araujo também ressalta a importância de equilibrar qualidade visual e desempenho da plataforma digital. “O maior desafio foi manter a qualidade visual dos modelos 3D e, ao mesmo tempo, garantir que o site permanecesse rápido e fácil de navegar. Apesar das dificuldades, participar desse projeto foi uma experiência incrível. Ficamos muito felizes em iniciar um trabalho tão importante, com a possibilidade de futuramente ampliar esse acervo e incluir também outras estruturas.”</p>
<h2>Ensino além das paredes do laboratório</h2>
<p>Concebido como um banco de dados acessível, gratuito e interativo, o HumanTrace permite o acesso remoto por docentes, pesquisadores e estudantes de qualquer instituição de ensino ou pesquisa.</p>
<figure id="attachment_125705" aria-describedby="caption-attachment-125705" style="width: 2932px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/cranio.png"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-125705 size-full" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/cranio.png" alt="" width="2942" height="1480" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/cranio.png 2942w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/cranio-800x402.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/cranio-1024x515.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/cranio-768x386.png 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/cranio-1536x773.png 1536w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/03/cranio-2048x1030.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 2942px) 100vw, 2942px" /></a><figcaption id="caption-attachment-125705" class="wp-caption-text">Captura de tela da página do atlas. (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p>A professora Alessandra Esteves informa: &#8220;Além do impacto acadêmico, o projeto possui relevante dimensão social. O atlas pode ser utilizado por serviços de segurança pública, como Institutos Médico-Legais, Institutos de Criminalística e Laboratórios de Antropologia Forense, que atuam diretamente na identificação humana&#8221;.</p>
<p>O atlas virtual 3D de crânios humanos está disponível online e pode ser acessado gratuitamente por qualquer pessoa interessada em ensino, pesquisa ou aplicação forense.</p>
<p>Para navegar pelo acervo e explorar os modelos tridimensionais, basta visitar a página oficial do Laboratório de Antropologia Física e Forense no portal da UNIFAL-MG, <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/danat/pesquisa/laboratorio/laff/acervo-cranios-3d/" target="_blank" rel="noopener">neste link.</a></p>
<p>O TCC também pode ser acessado pelo Repositório Institucional da UNIFAL-MG <a href="https://repositorio.unifal-mg.edu.br/items/014d2605-7e11-414d-9c5b-749b68a2b056" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/03/06/humantrace/">UNIFAL-MG lança HumanTrace, atlas virtual 3D de crânios humanos desenvolvido por estudantes de Farmácia</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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		<title>Universidade Federal de Alfenas abre processo seletivo complementar para vagas remanescentes em graduação com notas do Enem de 2009 a 2025; inscrições até 5 de março</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/03/05/unifal-mg-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 20:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UNIFAL-MG abre processo seletivo complementar para vagas remanescentes em cursos de graduação. Inscrições até 5 de março, usando notas do Enem de 2009 a 2025.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) abriu um processo seletivo complementar para preencher vagas remanescentes em diversos cursos de graduação. As oportunidades estão distribuídas nos campi de Alfenas, Poços de Caldas e Varginha. As inscrições para este processo seletivo terminam nesta quinta-feira, 5 de março.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/dips/edital-complementar-001-2026/" target="_blank" rel="noopener">Edital Complementar nº 001/2026</a>, os candidatos podem utilizar qualquer edição válida do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizada entre 2009 e 2025. É necessário que o candidato não tenha obtido nota zero na redação e já tenha concluído o ensino médio.</p>
<p>As inscrições são realizadas exclusivamente pela internet e são gratuitas. Este processo visa ampliar o acesso ao ensino superior público, permitindo que candidatos com provas anteriores do Enem concorram a uma vaga.</p>
<p>As vagas disponíveis abrangem cursos em diversas áreas do conhecimento, incluindo humanidades, ciências exatas, licenciaturas e engenharias. A oferta de cursos é variada para atender a diferentes interesses acadêmicos.</p>
<p>Entre as opções de cursos oferecidos estão Biotecnologia, Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Física, Geografia, História, Letras e Matemática. Também estão disponíveis Pedagogia e Química, ampliando as escolhas na área de licenciaturas e ciências.</p>
<p>Na área de engenharias, há vagas para Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Minas, Engenharia de Produção e Engenharia Química. Estes cursos são oferecidos nos campi da UNIFAL-MG, conforme especificado no edital.</p>
<p>Outras opções incluem Administração Pública, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas. Estes cursos complementam a oferta nas áreas de gestão e finanças, proporcionando diversas oportunidades de formação superior.</p>
<p>Há também vagas em bacharelados interdisciplinares, como Ciência e Tecnologia e Ciência e Economia. Esses cursos permitem que o estudante continue a formação em áreas específicas, como engenharias ou campos da economia e gestão, após a conclusão do bacharelado.</p>
<p>A relação completa de cursos e vagas está disponível para consulta no <a href="https://sei.unifal-mg.edu.br/sei/publicacoes/controlador_publicacoes.php?acao=publicacao_visualizar&amp;id_documento=1910918&amp;id_orgao_publicacao=0" target="_blank" rel="noopener">edital</a>. É recomendado que os interessados verifiquem o documento para obter informações detalhadas sobre cada curso e suas especificidades.</p>
<h2>Início das Aulas e Chamadas Adicionais</h2>
<p>O início das aulas ocorrerá conforme o semestre de ingresso previsto para cada curso. Alguns cursos podem iniciar no primeiro semestre de 2026, enquanto outros terão início no segundo semestre do mesmo ano.</p>
<p>Após a divulgação do resultado final do processo seletivo, a Universidade poderá realizar diversas chamadas de candidatos excedentes. Este procedimento visa preencher todas as vagas disponíveis, caso haja desistências ou não preenchimento inicial.</p>
<p>É fundamental que os candidatos acompanhem diariamente as publicações no site do processo seletivo para se manterem informados. As atualizações e possíveis chamadas adicionais serão divulgadas <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/dips/edital-complementar-001-2026/" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.</p>
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