Juiz de Fora enfrenta os impactos das chuvas que causaram 65 mortes na cidade, segundo informações do O Tempo. A região, conhecida como “Manchester Mineira”, registrou um dos piores desastres naturais de sua história.
O metalúrgico Humberto Gonçalves, de 48 anos, morador do bairro Paineiras, descreve a situação como trágica. “É muito triste. Juiz de Fora é uma cidade que a gente ama demais. Nunca houve um desastre tão horrível”, afirmou. No Paineiras, cinco pessoas morreram soterradas.
Voluntários como Humberto têm trabalhado em mutirões para remover entulhos e auxiliar na reconstrução. Ele detalha o processo: “Seguimos ajudando a retirar os entulhos. É aquele serviço de formiguinha: um passa para o outro”. O material retirado precisa ser transportado para áreas distantes devido à falta de locais próximos para descarte.
A solidariedade tem sido um dos pontos centrais na resposta à tragédia. Humberto relata que pessoas de diferentes bairros se uniram para ajudar. “Já vi gente sair do trabalho cansada e vir direto para cá ajudar”, disse. A rede de apoio formada espontaneamente tem sido essencial nos esforços de recuperação.
Para mais informações sobre a situação em Juiz de Fora, acesse a reportagem completa do O Tempo.
