Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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Governo federal aumenta limite de renda para financiamento no programa Minha Casa, Minha Vida

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O governo federal anunciou reajustes em todas as faixas do programa Minha Casa, Minha Vida. De acordo com o Ministério das Cidades, a maior faixa, voltada à classe média, terá o limite de renda familiar aumentado de R$ 12 mil para R$ 13 mil.

A proposta foi formalizada nesta terça-feira (3/3) em reunião do grupo técnico do conselho curador do FGTS. Segundo informações do Ministério, a mudança ainda precisa ser aprovada pelo conselho para entrar em vigor.

Na faixa 1, destinada a famílias de baixa renda, o limite passará de R$ 2.850 para R$ 3.200. Essas famílias têm acesso a moradias subsidiadas pelo governo, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial.

As faixas 2 e 3 também terão aumentos. A segunda terá o teto elevado de R$ 4.700 para R$ 5.000, enquanto a terceira subirá de R$ 8.600 para R$ 9.600.

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O governo também propôs aumentar o valor máximo dos imóveis financiáveis. Na faixa 3, o limite passará de R$ 350 mil para R$ 400 mil. Na modalidade classe média, o teto subirá de R$ 500 mil para R$ 600 mil.

Segundo o Ministério das Cidades, famílias nas faixas 2 e 3 podem financiar imóveis com juros abaixo do mercado, utilizando recursos do FGTS e do Fundo Social do Pré-Sal.

Expansão do programa

Em 2023, o governo criou uma nova faixa para a classe média, com renda familiar até R$ 12 mil. De acordo com o Ministério, foram injetados R$ 15 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal para financiar essa modalidade.

No final do ano passado, o governo também anunciou mudanças no modelo de financiamento imobiliário, permitindo maior flexibilidade aos bancos no uso de recursos da poupança.

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Mais informações sobre o programa podem ser encontradas no site oficial do Minha Casa, Minha Vida.

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