Um estudo da Universidade Federal de Lavras (UFLA) indica que fragmentos da Mata Atlântica localizados em áreas urbanas apresentam maior crescimento e acúmulo de carbono. A pesquisa aponta que essas áreas incorporam mais carbono durante a estação chuvosa e acumulam mais biomassa ao longo do ano, em comparação com áreas não urbanas.
A investigação analisou dois fragmentos da Mata Atlântica no estado do Rio de Janeiro. Um dos locais estudados está situado no Parque Nacional da Tijuca, em uma área urbana. O outro fragmento analisado localiza-se na divisa entre os municípios de Maricá e Saquarema, em uma região não urbana.
O objetivo do estudo foi compreender a influência do ambiente e das estações do ano no crescimento das plantas. Foram observados processos como a fotossíntese e o acúmulo de biomassa, que são relevantes para o sequestro de carbono.
De acordo com a Ufla, os resultados sugerem que a Mata Atlântica em ambientes urbanos desempenha um papel significativo no ciclo do carbono. Para mais detalhes sobre a pesquisa, acesse a matéria completa no Portal da Ciência Ufla.
