Governo do Brasil lança crédito para máquinas agrícolas na Agrishow

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O Governo do Brasil anunciou, durante a abertura da 31ª Agrishow em Ribeirão Preto (SP), uma nova linha de crédito de R$ 10 bilhões para máquinas e implementos agrícolas. O programa, chamado MOVE Agricultura, terá taxas de juros de um dígito e será operacionalizado pela Finep, com participação do Banco do Brasil e instituições financeiras privadas.

De acordo com o vice-presidente Geraldo Alckmin, os recursos visam financiar tratores, colheitadeiras e outros equipamentos para modernizar o campo. A medida complementa a primeira etapa do MOVE Brasil, voltada a caminhões, cujos recursos foram esgotados em 90 dias devido à alta demanda.

O ministro da Agricultura, André de Paula, destacou que a Agrishow simboliza a capacidade produtiva do país. Segundo ele, Ribeirão Preto consolida-se como polo agroindustrial, sendo referência na produção de açúcar, etanol e energia limpa.

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Medidas adicionais para o setor

Além do MOVE Agricultura, o governo anunciou R$ 15 bilhões pelo programa Brasil Soberano para setores impactados no comércio exterior e mais R$ 10 bilhões para financiamento de bens de capital. As ações buscam ampliar o acesso ao crédito e aumentar a competitividade da indústria nacional.

O deputado Arnaldo Jardim, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, reforçou a necessidade de renegociação de dívidas rurais. Segundo ele, o diálogo entre o setor produtivo e o governo é essencial para fortalecer o agro.

O ministro André de Paula citou a aprovação do projeto de lei do Seguro Rural e a renegociação de dívidas como prioridades. “Queremos taxas compatíveis para viabilizar o acesso ao crédito”, afirmou.

Sobre a Agrishow

A feira, uma das principais da América Latina, reúne produtores, empresas e startups para apresentar inovações tecnológicas. Em 2025, recebeu 197 mil visitantes e movimentou R$ 14,6 bilhões em negócios.

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João Carlos Marchesan, presidente da Agrishow, destacou o papel do Brasil no aumento da oferta global de alimentos. “É uma oportunidade soberana”, afirmou, reforçando a confiança no setor.

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