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O Ministério das Comunicações destacou a importância da conectividade e da educação digital no combate à misoginia online durante o Abrint Global Congress, em São Paulo. A secretária-executiva da pasta, Sônia Faustino, participou do painel “Educação, Segurança e Responsabilidade Digital: Caminhos para Combater a Misoginia Online”.
De acordo com o Ministério das Comunicações, programas como Escolas Conectadas e Computadores para Inclusão são fundamentais para ampliar o acesso à informação e à tecnologia. O primeiro leva internet de qualidade a regiões remotas, enquanto o segundo recondiciona equipamentos para comunidades vulneráveis.
“O enfrentamento à misoginia passa, necessariamente, pelo acesso à informação. Quando levamos conectividade e educação para meninos e meninas, estamos formando cidadãos mais conscientes”, afirmou Sônia Faustino.
Iniciativas para inclusão digital
O programa Computadores para Inclusão tem foco especial em mulheres, artesãs, extrativistas, ribeirinhas, quilombolas e populações indígenas e rurais. Segundo a secretária, a inclusão digital promove autonomia econômica e social.
Outra iniciativa destacada foi o Meninas Telecom, que estimula a presença feminina no setor de tecnologia e telecomunicações. “Precisamos garantir que essas meninas tenham voz, visibilidade e oportunidades reais de crescimento”, disse Faustino.
Engajamento da sociedade
A secretária ressaltou que o combate à misoginia digital requer o envolvimento de toda a sociedade. “Esse não é um debate exclusivo das mulheres. Precisamos do apoio dos homens, do setor privado e de toda a sociedade”, concluiu.
O Abrint Global Congress é um dos principais eventos do setor de telecomunicações, com participação de representantes de mais de 40 países e 250 empresas expositoras.
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