UFTM e MEC discutem programas para transformar o ensino superior

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A Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) sediou um encontro em Uberaba para discutir o futuro acadêmico da instituição. O professor Eduardo José Cezari, coordenador-geral de Ensino e Planejamento Acadêmico da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação (MEC), apresentou as diretrizes do programa Universidades Transformadoras.

A visita ocorreu enquanto o MEC mantém aberta a segunda chamada do programa, que se encerra nesta segunda-feira, 18 de maio. O programa visa incentivar instituições federais a reformularem suas matrizes curriculares e propostas pedagógicas.

Em pauta, o futuro do ensino superior. (Foto: Francinalva Silva Alves)

Segundo Cezari, a iniciativa busca estimular uma nova reflexão sobre o papel social e acadêmico do ensino superior no país. “O programa Universidades Transformadoras é uma iniciativa do Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Superior, que visa estimular a transformação de cursos e a criação de novas graduações nas universidades federais”, afirmou.

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A reitora da UFTM, professora Marinalva Vieira Barbosa, declarou que a presença do representante do MEC teve como objetivo esclarecer a proposta e mobilizar a comunidade acadêmica. “Foram estabelecidas diretrizes para que as universidades repensem seus cursos e sua forma de funcionamento, além de elaborarem novas propostas voltadas às demandas atuais, especialmente nas áreas de inclusão e tecnologias”, destacou.

De acordo com a reitora, o encontro foi importante para orientar diretores de institutos e coordenadores de graduação sobre como a UFTM pode se organizar para aproveitar essa oportunidade de reestruturação. A iniciativa reforça o compromisso da gestão da UFTM com o enfrentamento da evasão acadêmica.

Encontro reuniu diversos setores da UFTM para apresentação do programa (Foto: Francinalva Silva Alves)

O programa Universidades Transformadoras é estruturado em três eixos centrais. Estes eixos visam a modernização das universidades federais e o alinhamento da formação acadêmica com as demandas contemporâneas.

O primeiro eixo, “Universidades Inovadoras”, foca em áreas de vanguarda tecnológica. Ele incentiva a criação e reformulação de cursos ligados à inteligência artificial e ao campo STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

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O segundo eixo, “Universidades Inclusivas”, é direcionado às áreas do cuidado e da saúde. Há atenção especial a formações como Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional e Psicologia, além de cursos voltados à formação de professores.

O terceiro eixo, “Universidades Estratégicas”, propõe uma atuação conjunta entre reitorias e a comunidade acadêmica. O objetivo é repensar cursos com baixa ocupação de vagas e necessidades de atualização estrutural, considerando as características e demandas do território.

A iniciativa também busca a formação de profissionais qualificados, inovadores e alinhados às demandas sociais e econômicas da atualidade. Mais informações sobre o programa podem ser encontradas no site do MEC.

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