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O Programa Brasil Contra o Crime Organizado tem avançado com a integração entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), forças federais e instituições estaduais. De acordo com o MJSP, o objetivo é alinhar estratégias, compartilhar informações e fortalecer a capacidade operacional no combate ao crime organizado.
Lançado em 12 de maio, o programa já mobilizou 9.964 profissionais em 11 operações integradas. Os resultados incluem 7.961 prisões, apreensão de 82,5 toneladas de drogas, 312 armas de fogo e prejuízo estimado de R$ 1,6 bilhão às organizações criminosas.
Integração com polícias estaduais
O MJSP ampliou o diálogo com órgãos estaduais, incluindo o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG). Recentemente, foi criado o Conselho Nacional da Polícia Civil para fortalecer a cooperação em investigações e inteligência.
Segundo o ministro Wellington Lima, “a integração federativa é condição para resultados duradouros”. O governo busca aproximar o planejamento nacional da realidade enfrentada pelos estados.
Ações das forças federais
Na última sexta-feira (12), o ministro reuniu dirigentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Penal Federal para reforçar a atuação integrada. As forças mantêm operações contínuas contra o crime organizado em diferentes regiões.
A Polícia Federal atua contra grupos criminosos, enquanto a PRF combate o transporte de drogas e armas. A Senappen desenvolve ações para controlar unidades prisionais e impedir a atuação de lideranças criminosas.
Investimentos em capacitação
O programa inclui investimentos na estrutura e capacitação de profissionais. Nos últimos 30 dias, foram realizados cursos em áreas como balística e papiloscopia, capacitando 131 profissionais com investimento de R$ 244,3 mil.
Também foram destinados R$ 116,9 mil para a aquisição de freezers científicos em Minas Gerais e Espírito Santo. O MJSP foi reconhecido como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT), permitindo ampliar parcerias e pesquisas.
O programa prevê R$ 11,1 bilhões em investimentos para estruturação das forças de segurança, modernização tecnológica e cooperação entre entes federativos.
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