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Câmara de Montes Claros aprova moção de apoio e pede mais fiscalização após morte de professora

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A Câmara Municipal de Montes Claros aprovou, nesta quinta-feira (2), um requerimento e uma moção de apoio com medidas para combater o uso de linha chilena e ampliar a proteção a motociclistas. A ação dos vereadores ocorre após a morte de uma professora de 57 anos, atingida por uma linha cortante enquanto pilotava sua motocicleta na cidade.

De acordo com informações do jornal O Tempo, as medidas foram motivadas pela morte da professora de Educação Infantil Cláudia Moraes Silva, de 57 anos. Ela foi atingida por uma linha chilena na última terça-feira (30), enquanto retornava do trabalho em sua motocicleta. O incidente ocorreu no bairro Residencial Minas Gerais, gerando a mobilização para discutir o tema.

A moção de apoio, de autoria da vereadora Professora Iara Pimentel (PT), manifesta suporte ao Projeto de Lei Federal nº 2.326/2026. A proposta, do deputado federal Otoni de Paula (PSD-RJ), visa alterar o Código de Trânsito Brasileiro para tornar obrigatório o uso de antena corta-pipa em motocicletas, motonetas e ciclomotores, ampliando a segurança para os condutores.

Na justificativa, a parlamentar destacou a importância de campanhas educativas e de medidas preventivas para evitar novas fatalidades. “Não podemos admitir que vidas sejam perdidas em função de acontecimentos que o poder público pode, de forma regulamentada, interferir e impedir futuros acidentes com resultados trágicos e fatais”, afirmou a vereadora.

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Além da moção, foi aprovado um requerimento de autoria do vereador Eduardo Preto (Pode). O documento solicita ao Poder Executivo e à Guarda Civil Municipal a intensificação da fiscalização sobre o uso, a comercialização e a distribuição de cerol e linha chilena em todo o município, visando coibir a prática e a ocorrência de novos acidentes.

O parlamentar também defendeu o cumprimento da Lei Municipal nº 5.289/2020, que proíbe empinar pipas e artefatos similares em áreas urbanas e rurais de Montes Claros. A legislação prevê a aplicação de multas aos infratores que desrespeitarem a proibição, reforçando o aparato legal para a fiscalização.

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