Três professoras, um doutorando e pesquisadores da UFMG estão entre os finalistas da terceira edição do Prêmio Jabuti Acadêmico. Os vencedores serão anunciados nesta terça-feira (11), em São Paulo. Os trabalhos concorrentes abordam temas como teatro negro, estudos literários, conflitos socioambientais e ações afirmativas no ensino superior.
De acordo com a UFMG, a professora Leda Maria Martins, da Faculdade de Letras, é finalista na categoria Letras, Linguística e Estudos Literários com a coletânea A fina lâmina da palavra. A obra, publicada pela editora Cobogó, reúne ensaios da pesquisadora, que é referência em teatro negro.
Guilherme Augusto Diniz, doutorando do Programa de Pós-graduação em Letras da UFMG, concorre na categoria Artes com o livro Teatro Experimental do Negro: histórias, críticas e outros dramas. A obra foi publicada pela editora Temporal.
Na categoria História e Arqueologia, Luana Carla Martins Campos Akinruli, professora da Escola de Ciência da Informação, é finalista com A desconstrução do esquecimento em contexto de conflito socioambiental. O livro analisa impactos da mineração em comunidades.
Outros finalistas
Mirella Moura Moro, do Departamento de Ciência da Computação, concorre na categoria Ciência da Computação com A cientista do software às nuvens: Thais Vasconcelos Batista. É o segundo ano consecutivo que ela chega à final do prêmio.
Pesquisadores da UFMG também participam do livro O Impacto das cotas – duas décadas de ação afirmativa no ensino superior brasileiro, finalista em Educação e Ensino. A obra reúne 35 artigos sobre políticas de cotas.
A cerimônia de premiação ocorre às 20h no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, e será transmitida pelo canal da Câmara Brasileira do Livro no YouTube. Os vencedores receberão R$ 5 mil e uma estatueta.
O Prêmio Jabuti Acadêmico foi criado em 2024 para valorizar obras acadêmicas e científicas. Nesta edição, foram recebidas 2.085 inscrições em 30 categorias. A iniciativa tem apoio da Academia Brasileira de Ciências e da Fapesp.
