O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) iniciaram um projeto em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A iniciativa visa oferecer acompanhamento e orientação a pais de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de até cinco anos de idade.
A parceria foi estabelecida para ampliar o acesso de famílias em situação de vulnerabilidade social a informações e orientações especializadas. O foco é o desenvolvimento infantil e o autismo, buscando fornecer suporte a essas famílias.
Profissionais da UFMG, vinculados ao Projeto Praia, participarão do projeto. Eles compartilharão conhecimentos sobre o funcionamento do cérebro de crianças com TEA e sobre estratégias que podem ser adotadas pelas famílias.
Essas estratégias visam estimular o aprendizado, o desenvolvimento e o bem-estar físico e emocional das crianças. O objetivo é capacitar os pais para apoiar o desenvolvimento de seus filhos.
Os primeiros anos de vida são considerados fundamentais para o desenvolvimento infantil. A orientação adequada às famílias pode contribuir para a adoção de práticas que favoreçam o desenvolvimento das crianças.
Além disso, a iniciativa busca fortalecer o ambiente familiar. O primeiro grupo de famílias receberá orientações por meio de atendimentos on-line, facilitando o acesso ao suporte.
A proposta também prevê o acompanhamento de profissionais que poderão atuar como multiplicadores do projeto. Essa ação visa ampliar o alcance das ações e beneficiar mais famílias.
A parceria entre MPMG, TJMG e UFMG busca fortalecer o acesso da população aos direitos e aos serviços de apoio. O projeto aproxima o conhecimento técnico e o sistema de Justiça dos cidadãos da região.
Representantes da UFMG divulgaram o Seminário Praia UFMG 2026, programado para os dias 11 e 12 de setembro. O evento abordará temas relacionados à orientação parental, ao desenvolvimento infantil e ao atendimento de famílias na universidade.
