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O Brasil é o maior produtor de morangos da América do Sul, com Minas Gerais liderando a produção nacional. A técnica de cultivo semi-hidropônico, que permite colheita durante o ano todo e reduz pragas, é tema da nova edição da revista Informe Agropecuário, publicada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG).
De acordo com a EPAMIG, a publicação reúne oito artigos sobre manejo fitotécnico, produção de mudas, comparações com o sistema convencional e controle de pragas. O pesquisador Mário Sérgio Carvalho Dias é o editor-técnico da revista, que inclui uma entrevista com Luís Eduardo Corrêa Antunes, da Embrapa Clima Temperado.
Apesar da predominância do cultivo tradicional em canteiros, o sistema semi-hidropônico tem ganhado espaço. O método utiliza bancadas suspensas, com cerca de 80 cm de altura, dispensando o solo. Isso permite maior controle ambiental, produção durante todo o ano e redução no uso de agrotóxicos.
Entre as vantagens destacadas estão a melhor qualidade dos frutos, manejo eficiente de água e nutrientes, e facilidade na colheita. A técnica é viável para pequenas propriedades, adaptando-se a espaços reduzidos.
A edição do Informe Agropecuário sobre o cultivo semi-hidropônico de morangos está disponível na Livraria EPAMIG por R$ 26. Informações adicionais podem ser obtidas pelo e-mail livraria@epamig.br ou telefone (31) 3489-5002.
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Detalhes sobre o sistema semi-hidropônico
No cultivo semi-hidropônico, as plantas são mantidas em substratos como fibra de coco ou casca de arroz carbonizada, recebendo nutrientes por meio de irrigação. Segundo a EPAMIG, esse método reduz a contaminação do solo e minimiza perdas por doenças.
A técnica também diminui a necessidade de mão de obra para capina e aplicação de defensivos. A colheita é facilitada pela altura das bancadas, que evitam o contato direto com o solo e reduzem danos aos frutos.
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