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Brasil reduz significativamente gastos com combustíveis fósseis em 2025

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O Brasil alcançou um marco significativo na transição energética, tornando-se o terceiro país que mais reduziu gastos com combustíveis fósseis em 2025. Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), o avanço reflete a crescente participação de fontes renováveis na matriz energética nacional e os investimentos em energia limpa.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que o resultado comprova o compromisso do governo com uma transição justa e sustentável. “O Brasil mostra ao mundo que é possível aliar segurança energética, competitividade e sustentabilidade”, afirmou.

Expansão das renováveis impulsiona resultados

De acordo com o Balanço Energético Nacional 2026, a geração eólica cresceu 8,8 TWh, enquanto a solar fotovoltaica teve aumento de 17,5 TWh, liderando o crescimento com 24,7% de participação. O uso de biocombustíveis, como biodiesel e etanol, também avançou, reforçando a renovabilidade do setor de transportes.

A Irena estima que a infraestrutura renovável brasileira evitou gastos de US$ 32,4 bilhões com importação de combustíveis fósseis em 2025. Além disso, a energia limpa impediu a emissão de 432 milhões de toneladas de CO₂, contribuindo para o combate às mudanças climáticas.

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O relatório ainda destaca a competitividade do Brasil em energia eólica terrestre e hidrelétrica, com os menores custos médios de instalação global. O Plano Decenal de Expansão de Energia 2035 já inclui sistemas de armazenamento em baterias, garantindo flexibilidade para a rede do futuro.

Os benefícios vão além do meio ambiente, impulsionando empregos, desenvolvimento regional e a resiliência do sistema energético nacional. Com uma matriz renovável robusta, o país reduz sua dependência de oscilações nos preços internacionais de combustíveis.

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