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	<title>Arquivo de Educação - Agência MG</title>
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	<description>Notícias de Minas Gerais</description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Aug 2026 21:02:35 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Educação - Agência MG</title>
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		<title>Belo Horizonte lança curso de ética em ferramentas digitais para rede municipal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 21:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Belo Horizonte inicia inscrições para concurso público com 1.000 vagas na área da educação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Belo Horizonte iniciou na quinta-feira (20) um</p>
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		<title>BH celebra a 14ª Semana da Infância com foco em relações étnico-raciais envolvendo 501 escolas</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/08/20/semana-da-infancia-bh-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 21:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BH celebra a 14ª Semana da Infância de 24 a 28 de junho, com 501 escolas e 75 mil crianças. Tema "Infância, Território e Confluência" foca em relações étnico-raciais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As escolas municipais de Belo Horizonte que oferecem educação infantil estão finalizando os preparativos para a 14ª edição da Semana da Infância. O evento ocorrerá de 24 a 28 de junho, envolvendo 501 unidades de ensino na capital mineira.</p>
<p>Serão 242 escolas da rede própria e 259 da rede parceira, atendendo um total de 75.275 crianças de até 5 anos matriculadas nesta etapa educacional. A iniciativa visa celebrar o Dia Nacional da Educação Infantil, comemorado em 25 de agosto.</p>
<p>A Semana da Infância é realizada anualmente desde 2012, conforme a Lei Federal nº 12.602/2012. Neste ano, o tema central é “Infância, Território e Confluência”, com foco nas relações étnico-raciais.</p>
<p>O tema se baseia nas teorias filosóficas de Nêgo Bispo, abordando conceitos como cosmopercepção e perspectiva contracolonial. A programação valoriza a ancestralidade, o território e as culturas próprias, com ações focadas na coletividade e na relação com a natureza, família e território.</p>
<p>De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte, Juliana Borges, diretora de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação (Smed), destacou a importância da celebração. &#8220;Nesta semana, celebramos as experiências que fazem da educação infantil um território de descobertas, encontros, aprendizagens e memórias&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em edições anteriores, o evento incluiu lives, cortejos e exposições de vivências infantis, buscando integrar escola e comunidade. Cada escola desenvolverá atividades específicas, seguindo a proposta da Smed.</p>
<h2>Programação da Semana da Infância</h2>
<p>Na segunda-feira (24), o tema será “Território que acolhe”, com foco no contato sensível com a natureza. As crianças participarão de experiências com terra, água e plantas, criando coletivamente painéis e &#8220;cabanas de aconchego&#8221; para desenvolver o sentimento de pertencimento.</p>
<p>A terça-feira (25) será dedicada à “Caminhada no território”, em celebração ao Dia da Infância. Os alunos ocuparão as ruas próximas às escolas, entregando &#8220;corações que acolhem&#8221; (mensagens confeccionadas por eles) à comunidade e lideranças locais.</p>
<p>Na quarta-feira (26), o tema “Território de aprender e sonhar” destacará a criança como ser investigativo. Utilizando lupas e binóculos artesanais, os alunos observarão texturas e pequenos animais, registrando suas descobertas por meio de desenhos e fotografias.</p>
<p>A quinta-feira (27) abordará “Minha família, meu primeiro território”, com um convite à ancestralidade. Avós, pais e moradores antigos participarão de rodas de conversa e brincadeiras tradicionais, valorizando a oralidade como fonte de saber.</p>
<p>A culminância da semana, na sexta-feira (28), será com o tema “Compartilhar caminhos e fortalecer pertencimentos”. Haverá uma festa descentralizada com exposições dos percursos, apresentações culturais e piqueniques, celebrando a infância.</p>
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		<title>Mestrandos da Universidade Federal de Alfenas participam de intercâmbio na Polônia</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/08/20/intercambio-unifal-mg-polonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 21:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mestrandos da UNIFAL-MG participam de intercâmbio na Polônia, ampliando formação acadêmica e cultural, e fortalecendo a internacionalização da instituição.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/intercambio-unifal-mg-polonia/">Mestrandos da Universidade Federal de Alfenas participam de intercâmbio na Polônia</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mestrandos em Engenharia Química pela UNIFAL-MG, Nathalia Ariela Duque Pereira e Gabriel Mateus Oliveira Cubi, participaram de uma experiência acadêmica internacional na Polônia. Os estudantes do Campus Poços de Caldas integraram o Programa SPINAKER, na AGH University, em Cracóvia, entre junho e julho deste ano.</p>
<p>Nathalia e Gabriel, ambos egressos da UNIFAL-MG, foram aprovados em processo seletivo simplificado. Este processo foi conduzido pela Diretoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais (DRI) e pela Coordenadoria de Pesquisa e Pós-Graduação do Campus Poços de Caldas.</p>
<p>A oportunidade surgiu por meio de articulação da DRI durante a NAFSA 2025, nos Estados Unidos. De acordo com informações da UNIFAL, essa aproximação permitiu que a UNIFAL-MG integrasse a terceira edição da International School da AGH University.</p>
<p>Esta iniciativa foi desenvolvida no âmbito do Programa SPINAKER, financiado pela Polish National Agency for Academic Exchange (NAWA). O programa reuniu universidades de diversos países da América Latina e do Caribe, incluindo a UNIFAL-MG.</p>
<figure id="attachment_130556" aria-describedby="caption-attachment-130556" style="width: 390px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-130556" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/nftsa2025-370x800.jpeg" alt="" width="400" height="866" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/nftsa2025-370w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/nftsa2025-473x1024.jpeg 473w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/nftsa2025-709x1536.jpeg 709w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/nftsa2025.jpeg 739w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment_130556" class="wp-caption-text">A parceria com a AGH University foi articulada pela DRI da UNIFAL-MG. Na foto, Aleksandra Perkins-Oleszkowicz, vice-diretora do Centro de Assuntos Internacionais da AGH, e Stephanie Begalli, diretora de Relações Internacionais e Interinstitucionais da UNIFAL-MG. (Foto: Arquivo Pessoal/Stephanie Begalli)</figcaption></figure>
<p>Para a diretora da DRI, Stephanie Silva Begalli, a experiência demonstra a importância de transformar a prospecção internacional em oportunidades efetivas para a comunidade universitária. &#8220;Na UNIFAL-MG, temos fortalecido essa atuação de forma gradual, criando oportunidades que geram impactos efetivos para a comunidade universitária.&#8221;</p>
<p>Begalli complementa: &#8220;A nossa participação no Programa SPINAKER demonstra como é importante esse trabalho quando ele se traduz em experiências concretas para os estudantes, ampliando a formação dos alunos e reforçando a inserção internacional da instituição&#8221;.</p>
<p>Na Polônia, Nathalia Pereira participou do curso &#8220;Catalysis, Catalysts, Methods of Their Characterization and Applications&#8221;. Gabriel Cubi, por sua vez, realizou o curso &#8220;Environmental Sociology and Social Problems in Post-Mining Areas&#8221;.</p>
<p>O programa adotou um modelo de mobilidade híbrida. Antes da etapa presencial, ambos cursaram 30 horas de inglês técnico, de forma virtual. Em seguida, realizaram 60 horas de formação especializada, combinando atividades remotas e presenciais.</p>
<p>Ao todo, cada estudante realizou 90 horas de formação internacional, com a etapa presencial desenvolvida na AGH University. Nathalia Pereira relatou sua experiência: &#8220;Quando cheguei para a parte presencial, encontrei um ambiente multicultural e tive contato com pessoas de diferentes países.&#8221;</p>
<p>Ela acrescentou: &#8220;Também consegui superar uma barreira importante, que era o medo de falar em uma nova língua. Voltei com a bagagem cheia, a mente aberta e a certeza de que o mundo é gigante — e nós podemos fazer parte dele&#8221;.</p>
<p>Gabriel Cubi também comentou sobre sua experiência, afirmando que ela modificou sua percepção sobre as possibilidades de sua trajetória acadêmica. Ele destacou a estrutura da AGH, o contato com colegas de diferentes países e a relação do curso com sua área de pesquisa.</p>
<p>&#8220;Retorno ao Brasil com uma visão diferente sobre a vida universitária e sobre as possibilidades que ela pode oferecer. Estar em uma universidade de grande porte, com excelente infraestrutura e tantas possibilidades de ensino e pesquisa, mudou completamente a minha percepção sobre o ambiente acadêmico e sobre os caminhos que posso seguir na minha formação&#8221;, ressaltou Cubi.</p>
<h2>Formação internacional conectada à pesquisa</h2>
<p>Nathalia e Gabriel desenvolvem suas pesquisas no Laboratório de Aproveitamento de Resíduos, Subprodutos e Biomassas (LARSBio), no Campus Poços de Caldas. Este laboratório é coordenado pelas professoras Grazielle Santos Silva Andrade e Melina Savioli Lopes.</p>
<p>Para a professora Grazielle Andrade, orientadora de Nathalia, a formação realizada na AGH teve relação direta com o trabalho desenvolvido pela mestranda. &#8220;O projeto de mestrado da Nathalia inova ao produzir enzimas de baixo custo, pois utiliza resíduos agroindustriais e permite sua aplicação direta em diferentes segmentos industriais, sem necessidade de purificação prévia.&#8221;</p>
<p>Andrade concluiu: &#8220;Portanto, a realização do curso na AGH impulsionou diretamente não só a qualidade de seu projeto, como também sua formação como pesquisadora. Nesse aspecto, a experiência da mobilidade internacional contribuiu significativamente para a formação acadêmica e cultural dos alunos participantes.&#8221;</p>
<p>A professora Melina Lopes, orientadora de Gabriel, também destacou a contribuição acadêmica da experiência. &#8220;O curso &#8216;Environmental Sociology and Social Problems in Post-Mining Areas&#8217; ampliou a compreensão do Gabriel sobre os impactos ambientais e sociais da mineração e os desafios da recuperação de áreas degradadas.&#8221;</p>
<p>Lopes finalizou: &#8220;Essa formação complementou sua pesquisa ao fornecer uma visão mais ampla sobre a importância da valorização de rejeitos minerais e do desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, reforçando o potencial ambiental e social dos resultados obtidos em seu trabalho.&#8221;</p>
<p>O intercâmbio realizado na AGH University integra as ações da UNIFAL-MG para ampliar as oportunidades de internacionalização. Além dos efeitos na formação dos estudantes, iniciativas dessa natureza favorecem a aproximação entre pesquisadores, laboratórios e instituições estrangeiras.</p>
<p>Essas ações podem criar novas possibilidades de cooperação acadêmica e científica. Os mestrandos Nathalia Pereira e Gabriel Cubi relataram a experiência do intercâmbio na Polônia em entrevista ao Jornal UNIFAL-MG.</p>
<h3><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/da-unifal-mg-a-polonia-estudantes-relatam-experiencias-academicas-e-culturais-em-universidade-polonesa/" target="_blank" rel="noopener">Da UNIFAL-MG à Polônia: estudantes relatam experiências acadêmicas e culturais em universidade polonesa</a></h3>
<p><em>Com informações da Diretoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais (DRI)</em></p>
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		<title>Belo Horizonte promove 14ª Semana da Infância em 501 escolas com ênfase em diversidade étnico-racial</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/08/20/semana-da-infancia-bh/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BH celebra a 14ª Semana da Infância de 24 a 28 de junho, com 501 escolas e 75 mil crianças. Tema "Infância, Território e Confluência" foca em relações étnico-raciais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As escolas municipais de Belo Horizonte que oferecem educação infantil estão finalizando os preparativos para a 14ª edição da Semana da Infância. O evento ocorrerá de 24 a 28 de junho, envolvendo 501 unidades de ensino na capital mineira.</p>
<p>Serão 242 escolas da rede própria e 259 da rede parceira, atendendo a 75.275 crianças de até 5 anos matriculadas nesta etapa de ensino. A iniciativa visa celebrar o Dia Nacional da Educação Infantil, comemorado em 25 de agosto.</p>
<p>A Semana da Infância é realizada desde 2012, conforme a Lei Federal nº 12.602/2012. Neste ano, o tema central é “Infância, Território e Confluência”, com foco nas relações étnico-raciais.</p>
<p>O tema se baseia nas teorias filosóficas de Nêgo Bispo, que abordam conceitos como cosmopercepção e perspectiva contracolonial. As ações valorizarão a ancestralidade, o território e as culturas próprias, com foco na coletividade e na relação com a natureza, família e território.</p>
<p>De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte, Juliana Borges, diretora de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação (Smed), ressalta a importância de celebrar a infância. Ela destaca que a semana é um convite para estar mais próximo do ambiente e das pessoas.</p>
<p>“Nesta semana, celebramos as experiências que fazem da educação infantil um território de descobertas, encontros, aprendizagens e memórias”, afirmou Juliana Borges. Edições anteriores incluíram lives, cortejos e exposições de vivências infantis.</p>
<p>Essas atividades buscaram integrar a escola e a comunidade. Cada instituição de ensino desenvolverá suas próprias atividades, seguindo a proposta elaborada pela Smed para a semana.</p>
<h2>Programação da Semana da Infância</h2>
<p>A programação detalhada inclui atividades diárias. Na segunda-feira (24), o tema será “Território que acolhe”, com foco no contato sensível com a natureza. As crianças participarão de experiências com terra, água e plantas.</p>
<p>Serão criados coletivamente painéis e &#8220;cabanas de aconchego&#8221;, visando fundamentar o sentimento de pertencimento ao grupo. Na terça-feira (25), Dia da Infância, ocorrerá a “Caminhada no território”.</p>
<p>Os alunos ocuparão as ruas próximas às escolas, entregando &#8220;corações que acolhem&#8221; (mensagens confeccionadas por eles) à comunidade e lideranças locais. Esta ação transformará o percurso em um ato de celebração e afeto.</p>
<p>Na quarta-feira (26), o tema “Território de aprender e sonhar” focará na criança como ser investigativo. Utilizando o corpo, os alunos usarão lupas e binóculos artesanais para observar texturas e pequenos animais.</p>
<p>As descobertas serão registradas por meio de desenhos e fotografias. A quinta-feira (27) será dedicada a “Minha família, meu primeiro território”, com um convite à ancestralidade.</p>
<p>Avós, pais e moradores antigos participarão de rodas de conversa e brincadeiras tradicionais. O objetivo é perpetuar a prática griô e valorizar a oralidade como fonte de saber.</p>
<p>A culminância da semana, na sexta-feira (28), será com o tema “Compartilhar caminhos e fortalecer pertencimentos”. Haverá uma grande festa descentralizada, com exposições dos percursos vividos.</p>
<p>A programação incluirá apresentações culturais e piqueniques, visibilizando as experiências de cada território. A semana celebrará a infância como o &#8220;começo, meio e começo&#8221; da vida.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/semana-da-infancia-bh/">Belo Horizonte promove 14ª Semana da Infância em 501 escolas com ênfase em diversidade étnico-racial</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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		<title>Festival em Belo Horizonte aborda mobilidade e saúde para o público jovem</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/08/20/festival-saude-escola-bh/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Festival Saúde na Escola em BH promove educação para mobilidade e saúde para crianças e adolescentes, com teatro e jogo virtual.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira, 21 de junho, crianças e adolescentes participam do Festival do Programa Saúde na Escola (PSE) em Belo Horizonte. O evento, promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte, ocorre no Plug Minas, localizado na Rua Santo Agostinho, 1.441, Bairro Horto, Regional Leste.</p>
<p>As atividades incluem ações de Educação para a Mobilidade da BHTrans, com apresentações de esquete teatral e um jogo virtual. O Festival do PSE visa oferecer atividades de prevenção, atenção integral e promoção da saúde aos estudantes da Rede Pública de Educação.</p>
<p>O programa envolve ações intersetoriais das secretarias municipais de Saúde e de Educação. Pela manhã, das 8h às 10h30, adolescentes assistirão à esquete teatral “Ande prevenido”, apresentada pela equipe de atores da Gerência de Educação (Geduc) da BHTrans.</p>
<p>A esquete aborda comportamentos seguros no trânsito, respeito, responsabilidade e atitudes de prevenção. A apresentação considera os diferentes papéis dos jovens na mobilidade urbana, de forma dinâmica e lúdica.</p>
<p>No período da tarde, das 13h às 16h, o público infantil, com idade entre 4 e 10 anos, participará do jogo educativo “Transitando Legal Virtual”. A atividade será realizada com o uso de tablets.</p>
<p>O jogo apresenta situações do cotidiano da mobilidade e conhecimentos sobre trânsito de maneira interativa. O objetivo é contribuir para a formação de atitudes de prevenção desde a infância, por meio de escolhas de comportamentos seguros.</p>
<p>Maria Augusta Gatti, da Geduc, afirmou: “A participação no Festival é uma oportunidade para fortalecer a integração entre as políticas públicas das áreas de Educação, Saúde e Mobilidade, ampliando o alcance das ações educativas da BHTrans junto às crianças e aos adolescentes. É também uma forma de reforçar a perspectiva de que a segurança no trânsito é uma questão de prevenção, cuidado e proteção à vida”.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/festival-saude-escola-bh/">Festival em Belo Horizonte aborda mobilidade e saúde para o público jovem</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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		<title>Mostra de Cinema Ucraniano ocorre no Cine Santa Tereza em Belo Horizonte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra "Dias de Cinema Ucraniano" no Cine Santa Tereza (BH) de 25 a 29 de agosto, com filmes de diversos gêneros e épocas. Entrada gratuita.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/cinema-ucraniano-2/">Mostra de Cinema Ucraniano ocorre no Cine Santa Tereza em Belo Horizonte</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Cine Santa Tereza, em Belo Horizonte, recebe a mostra “Dias de Cinema Ucraniano” entre os dias 25 e 29 de agosto. A programação inclui produções de diferentes períodos e gêneros, com o objetivo de apresentar a diversidade do cinema da Ucrânia ao público brasileiro.</p>
<p>A mostra busca ampliar a percepção sobre a cultura ucraniana, exibindo uma cinematografia que abrange diversas estéticas, períodos históricos, formas de humor e experimentações artísticas, indo além das narrativas de guerra.</p>
<p>Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados antecipadamente pelo <a href="https://site.bileto.sympla.com.br/cinesantatereza/" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a> ou na bilheteria do cinema, 30 minutos antes de cada sessão. A programação completa está disponível na página do <a href="https://prefeitura.pbh.gov.br/fundacao-municipal-de-cultura/cinema/cinesantatereza" target="_blank" rel="noopener">Portal PBH</a>.</p>
<p>Entre os filmes em destaque está “Pamfir” (Dmytro Sukholytkyy-Sobchuk, 2022), uma das produções ucranianas mais reconhecidas da última década. Exibido no Festival de Cannes, o filme aborda temas como família, tradição e sobrevivência.</p>
<p>Os Cárpatos ucranianos são o cenário de dois filmes da mostra: o drama épico “Dovbush” (Oles Sanin, 2023) e “Sombras dos Ancestrais Esquecidos” (Sergei Paradzhanov, 1965).</p>
<p>“Sombras dos Ancestrais Esquecidos” é considerado um marco do cinema ucraniano e uma das obras que inauguraram o “cinema poético ucraniano”, movimento que se destacou pela linguagem visual e pela ruptura com padrões cinematográficos da época.</p>
<p>Outro filme em exibição é “Qaytarmá” (Akhtem Seitablaiev, 2013), um filme histórico que trata da deportação dos tártaros da Crimeia pelo regime de Stalin em 1944. O longa aborda a história de um dos pilotos tártaros mais célebres da Crimeia.</p>
<p>O filme contribui para a compreensão de um episódio fundamental na história da região, caracterizado por deslocamentos forçados, repressão e resistência. Ao resgatar a memória da deportação, o filme também explora a trajetória e a identidade do povo tártaro, originário da Crimeia.</p>
<p>Também faz parte da programação o documentário “Nós, Nossos Pets e a Guerra” (Anton Ptushkin, 2024). Este filme acompanha histórias de pessoas e animais afetados pela invasão russa da Ucrânia.</p>
<p>A mostra “Dias de Cinema Ucraniano” conta com o apoio da Fundação de Caridade Dveri, Agência de Cinema Estatal da Ucrânia, Representação Central Ucraniano-Brasileira, Associação Ucraniano-Brasileira de Relações e Artes e Embaixada da Ucrânia no Brasil.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Mostra “Dias de Cinema Ucraniano”</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> de 25 a 29 de agosto</p>
<p><strong>Ingressos:</strong> gratuitos pelo <a href="https://site.bileto.sympla.com.br/cinesantatereza/" target="_blank" rel="noopener">Sympla</a> ou na bilheteria do teatro (a partir de 30 minutos antes de cada sessão, conforme disponibilidade)</p>
<p><strong>Classificação indicativa:</strong> conforme cada sessão</p>
<p><strong>Local:</strong> Cine Santa Tereza (Rua Estrela do Sul, 89 &#8211; Santa Tereza)</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> Portal PBH</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/cinema-ucraniano-2/">Mostra de Cinema Ucraniano ocorre no Cine Santa Tereza em Belo Horizonte</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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		<title>Unifal aponta potencial de fungos do café para gerar compostos aplicáveis ao controle de pragas, à saúde, à indústria, ao agronegócio e à biotecnologia</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/08/20/fungos-do-cafe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 17:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Unifal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da UNIFAL-MG revela que fungos do café podem gerar compostos para controle de pragas e aplicações em saúde e indústria, com potencial para o agronegócio e biotecnologia.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/fungos-do-cafe/">Unifal aponta potencial de fungos do café para gerar compostos aplicáveis ao controle de pragas, à saúde, à indústria, ao agronegócio e à biotecnologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fungos que habitam o interior de plantas de café podem gerar compostos com potencial para controlar organismos prejudiciais à cultura. Esses compostos também podem ter aplicações em áreas como saúde e indústria.</p>
<p>De acordo com informações da Unifal, esta é a conclusão de uma revisão sistemática desenvolvida no <a href="https://www.unifal-mg.edu.br/ppgq/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ)</a> da UNIFAL-MG. O estudo focou nos fungos endofíticos associados ao cafeeiro.</p>
<p>A revisão analisou estudos publicados entre 2000 e março de 2025. Dos 892 registros identificados inicialmente, 23 foram selecionados para análise, atendendo aos critérios estabelecidos pelos pesquisadores.</p>
<p>Os autores afirmam que esta é a primeira revisão sistemática a integrar informações sobre a diversidade dos fungos endofíticos do café, seus compostos e possíveis aplicações. A pesquisa busca preencher uma lacuna no conhecimento existente.</p>
<figure id="attachment_130439" aria-describedby="caption-attachment-130439" style="width: 382px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/grupo_pesquisa_johan-marin.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-130439" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/grupo_pesquisa_johan-marin.jpg" alt="" width="392" height="219" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/grupo_pesquisa_johan-marin.jpg 1200w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/grupo_pesquisa_johan-marin-800x447.jpg 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/grupo_pesquisa_johan-marin-1024x572.jpg 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/grupo_pesquisa_johan-marin-768x429.jpg 768w" sizes="(max-width: 392px) 100vw, 392px" /></a><figcaption id="caption-attachment-130439" class="wp-caption-text">Johan Marin, Jaine Luiz, Adriano Mendes e Lucas Tironi &#8211; grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Química envolvido no estudo. (Foto: Arquivo/Johan Marin)</figcaption></figure>
<p>Os <a href="https://pubs.acs.org/aastgj/article/6/8/1398/5231495/Systematic-Review-of-Endophytic-Fungi-Isolated" target="_blank" rel="noopener">resultados foram publicados na revista internacional <em>ACS Agricultural Science &amp; Technology</em></a>. O artigo foi assinado pelos doutorandos em Química Johan Mateo Rios Marin e Lucas Silva Tironi.</p>
<p>Os professores Jaine Honorata Hortolan Luiz e Adriano Aguiar Mendes, docentes do Instituto de Química e do PPGQ, também assinaram o artigo. A pesquisa teve origem durante o mestrado de Johan Marin.</p>
<p>Naquela época, Marin investigava fungos endofíticos associados ao café e seu potencial para produzir enzimas e compostos com atividade antimicrobiana. A grande quantidade de informações dispersas motivou a revisão sistemática.</p>
<h2>Potencial para o controle biológico</h2>
<figure id="attachment_130442" aria-describedby="caption-attachment-130442" style="width: 261px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-130442" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin.jpeg" alt="" width="271" height="272" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin.jpeg 899w, https://jornal.unifal-mg.edu.com/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin-798x800.jpeg 798w, https://jornal.unifal-mg.edu.com/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin-768x770.jpeg 768w" sizes="(max-width: 271px) 100vw, 271px" /></a><figcaption id="caption-attachment-130442" class="wp-caption-text">Fungo endofítico do café isolado de plantações de Alfenas &#8211; gênero <em>Aspergillus</em>. (Imagem: Arquivo/Johan Marin)</figcaption></figure>
<p>Fungos endofíticos vivem nos tecidos das plantas sem causar doenças. Alguns estudos incluídos na revisão indicam que esses microrganismos podem proteger as plantas contra fungos, bactérias e insetos.</p>
<p>A capacidade de alguns fungos produzirem moléculas que inibem ou controlam outros microrganismos foi um ponto de destaque. Johan Marin explica que &#8220;Essa característica é especialmente relevante para a agricultura, pois os fitopatógenos podem comprometer a produtividade e a qualidade das culturas&#8221;.</p>
<p>No contexto do café, os trabalhos analisados apresentaram resultados relacionados a problemas como a ferrugem e o bicho-mineiro. A revisão também mostrou que 65,22% dos estudos selecionados analisaram fungos isolados de cafeeiros cultivados no Brasil.</p>
<h2>Para além da agricultura</h2>
<figure id="attachment_130446" aria-describedby="caption-attachment-130446" style="width: 788px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin2.png"><img decoding="async" class="borda-imagem wp-image-130446" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin2.png" alt="" width="798" height="449" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin2.png 1671w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin2-800x451.png 800w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin2-1024x577.png 1024w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin2-768x432.png 768w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin2-1536x865.png 1536w" sizes="(max-width: 798px) 100vw, 798px" /></a><figcaption id="caption-attachment-130446" class="wp-caption-text">(Imagem: Reprodução adaptada/Artigo)</figcaption></figure>
<p>A revisão também compilou estudos sobre metabólitos e enzimas produzidos pelos fungos. Esses compostos possuem potencial para aplicações em biotecnologia, indústria química, alimentos e saúde.</p>
<p>Entre os trabalhos analisados, foram encontrados registros de compostos com atividade contra bactérias, incluindo microrganismos resistentes a antimicrobianos. Estes resultados representam etapas de investigação científica.</p>
<p>É importante ressaltar que esses achados não indicam que produtos ou tratamentos já estejam disponíveis para uso. Johan Marin comenta: &#8220;Para mim, esse é um dos aspectos mais interessantes da pesquisa: um fungo encontrado vivendo dentro de uma planta pode produzir moléculas com aplicações que vão muito além daquela relação ecológica original&#8221;.</p>
<h2>Do laboratório à aplicação</h2>
<figure id="attachment_130444" aria-describedby="caption-attachment-130444" style="width: 235px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin1.jpeg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-130444" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin1.jpeg" alt="" width="245" height="293" srcset="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin1.jpeg 789w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin1-669x800.jpeg 669w, https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2026/08/pesquisa_johan-marin1-768x919.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 245px) 100vw, 245px" /></a><figcaption id="caption-attachment-130444" class="wp-caption-text">Fungo endofítico do café. (Foto: Arquivo/Johan Marin)</figcaption></figure>
<p>Apesar das possibilidades identificadas, há uma distância entre os resultados de laboratório e o desenvolvimento de tecnologias para produtores ou indústria. Johan Marin destaca: &#8220;Existe uma diferença importante entre demonstrar uma atividade em laboratório e desenvolver uma aplicação tecnológica&#8221;.</p>
<p>Segundo Marin, são necessários mais estudos para avaliar mecanismos de ação, eficácia, toxicidade, segurança e estabilidade dos compostos. Para aplicações agrícolas, os resultados de laboratório precisam avançar para testes em plantas e, posteriormente, em condições reais de cultivo.</p>
<p>A revisão orientou novas investigações na UNIFAL-MG. Atualmente, Johan Marin, em seu doutorado, estuda o potencial biológico e químico de fungos endofíticos de cafeeiros no Sul de Minas Gerais.</p>
<p>Ele investiga os metabólitos produzidos por esses microrganismos e sua atividade contra patógenos agrícolas. &#8220;A revisão permitiu organizar o conhecimento que já existia, enquanto no doutorado nosso grupo de pesquisa busca avançar experimentalmente e verificar, em condições controladas, o potencial de fungos endofíticos associados a plantas de café cultivadas no Sul de Minas Gerais&#8221;, explica.</p>
<h2>Pesquisa amplia colaboração internacional</h2>
<p>Para Johan Marin, a publicação na <em>ACS Agricultural Science &amp; Technology</em> aumenta a circulação do conhecimento da pós-graduação da UNIFAL-MG. &#8220;A publicação representa uma oportunidade importante para dar visibilidade internacional à pesquisa desenvolvida na UNIFAL-MG e também para mostrar o potencial do Brasil na investigação da biodiversidade microbiana associada ao café e de suas aplicações biotecnológicas&#8221;, afirma.</p>
<p>Ele acrescenta: &#8220;Para mim, tem ainda um significado especial porque o trabalho nasceu de uma pesquisa desenvolvida na UNIFAL-MG durante o mestrado e continua sendo aprofundado no doutorado. A publicação em um periódico internacional especializado ajuda a mostrar que a pesquisa desenvolvida na Universidade pode alcançar a comunidade científica internacional e contribuir para uma área que conecta química, microbiologia, biotecnologia e agricultura&#8221;.</p>
<p>Johan Marin, de nacionalidade colombiana, veio para a UNIFAL-MG com uma bolsa do programa GCUB-Mob do <a href="https://www.gcub.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras</a>. Ele mantém colaborações científicas na Colômbia.</p>
<p>Marin também é membro do Grupo de Pesquisa em Biologia da Conservação e Biotecnologia da Corporação Universitária de Santa Rosa de Cabal (UNISARC). O trabalho recebeu financiamento da <a href="https://www.gov.br/capes/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)</a>.</p>
<p>Para acessar o artigo na íntegra, <a href="https://pubs.acs.org/aastgj/article/6/8/1398/5231495/Systematic-Review-of-Endophytic-Fungi-Isolated" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Projeto Roda Viva na UFJF facilita adaptação de calouros com apoio de veteranos</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/08/20/roda-viva-ufjf/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 15:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz de Fora]]></category>
		<category><![CDATA[UFJF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UFJF lança Roda Viva para acolher calouros, facilitando adaptação e promovendo saúde mental. Veteranos guiam novos alunos na vida universitária e na cidade.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/roda-viva-ufjf/">Projeto Roda Viva na UFJF facilita adaptação de calouros com apoio de veteranos</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), por meio da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Proae), desenvolve o projeto Roda Viva. A iniciativa visa acolher calouros e estudantes que chegam à cidade, facilitando a adaptação à vida universitária.</p>
<p>O projeto busca oferecer um ambiente de adaptação aos novos estudantes, contribuindo para o sentimento de pertencimento à comunidade universitária. A proposta é criar um espaço hospitaleiro e receptivo.</p>
<p>No Roda Viva, calouros podem contar com a experiência de veteranos. Os estudantes acolhedores auxiliam em questões do dia a dia, demandas acadêmicas e institucionais, além de compartilhar informações sobre o campus e a cidade de Juiz de Fora.</p>
<p>A iniciativa também busca contribuir para a prevenção e promoção da saúde mental. O objetivo é fortalecer relações de apoio, solidariedade e integração entre os estudantes da UFJF.</p>
<p>Calouros interessados em participar do projeto não precisam de inscrição prévia. De acordo com a UFJF, basta acessar a <a href="https://www2.ufjf.br/proae/links/roda-viva/" target="_blank" rel="noopener">lista de estudantes acolhedores cadastrados, disponível no site da Proae</a>, escolher um estudante e entrar em contato diretamente pelo e-mail informado.</p>
<p>A lista de acolhedores está em atualização, com novos cadastros sendo realizados. Caso não haja um acolhedor no mesmo curso, o estudante pode solicitar o acompanhamento de um veterano de outra graduação.</p>
<p>Durante o acompanhamento, os acolhedores podem fornecer informações sobre moradia, transporte, alimentação e rotina acadêmica. Eles também auxiliam no funcionamento da universidade e na integração à comunidade local e universitária.</p>
<p>Outras atividades, como oportunidades de lazer, práticas esportivas e eventos artísticos-culturais, podem fazer parte da experiência. A equipe da Proae coordena o processo para garantir uma experiência positiva e educativa para todos os participantes.</p>
<p>O projeto reforça a importância de relações éticas, solidárias e respeitosas entre os estudantes. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail rodaviva.proae@ufjf.br.</p>
<h2>Sobre a Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Proae)</h2>
<p>A Proae é responsável pela formulação, implantação, gestão e acompanhamento de políticas de assistência estudantil. Além de atender demandas socioeconômicas dos estudantes para permanência nos cursos, por meio de bolsas, a Proae possui diversos projetos e ações psicopedagógicas.</p>
<p>O objetivo é acolher os alunos e tornar a vivência universitária uma experiência rica e positiva. A sala da Proae está localizada próxima à Faculdade de Letras, no prédio conhecido como Anexo do ICB.</p>
<p>Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 2102-3777.</p>
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		<item>
		<title>UFMG retoma plenamente os atendimentos na Faculdade de Odontologia</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/08/20/odontologia-ufmg-retomada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 15:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[UFMG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UFMG retoma atividades plenas na Odontologia após 3 anos de adaptações devido à pandemia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade de Odontologia da UFMG retomou, no segundo semestre de 2026, seu funcionamento pleno, sem restrições relacionadas à pandemia de covid-19. As últimas turmas formadas em julho encerraram um ciclo de adaptações que durou mais de três anos.</p>
<p>De acordo com o professor João Batista Novaes Júnior, diretor da unidade, a odontologia foi uma das áreas mais afetadas. &#8220;Somos os profissionais que trabalham entre o nariz e a boca&#8221;, afirmou. Ele assumiu a direção em 2024, junto com a professora Patrícia Valente Araújo, dando continuidade ao trabalho iniciado na gestão anterior.</p>
<figure class="wp-block-image size-large">
  <img decoding="async" src="https://www.ufmg.br//app/uploads/2026/08/Reformas-336x445.jpg" alt="Fotos das clínicas da Faculdade de Odontologia" class="wp-image-12345"/><figcaption>Antes e depois: etapas da reforma das clínicas <cite>Fotos: Faculdade de Odontologia | Arquivo</cite></figcaption></figure>
<p>João Novaes relatou que as atividades foram totalmente suspensas no início da pandemia. Quando retomadas, apenas os estudantes dos períodos finais puderam continuar, para reduzir aglomerações. &#8220;Priorizamos o nono e décimo períodos para garantir a formação desses alunos&#8221;, explicou.</p>
<p>Segundo o diretor, a estratégia evitou contaminações, mas exigiu atrasos para outras turmas. A unidade precisou adaptar suas instalações e fluxos de trabalho para atender aos protocolos de biossegurança durante todo o período crítico.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/odontologia-ufmg-retomada/">UFMG retoma plenamente os atendimentos na Faculdade de Odontologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IFMG sediará Encontro Nacional de Psicólogos em agosto de 2027</title>
		<link>https://agenciamg.com.br/2026/08/20/encontro-nacional-psicologia-ifmg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação AgênciaMG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 15:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[IFMG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IFMG sediará o VII Encontro Nacional de Psicólogas(os/es) da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica em agosto de 2027, no Campus Ouro Preto.</p>
<p>O post <a href="https://agenciamg.com.br/2026/08/20/encontro-nacional-psicologia-ifmg/">IFMG sediará Encontro Nacional de Psicólogos em agosto de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://agenciamg.com.br">Agência MG</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) sediará o VII Encontro Nacional de Psicólogas(os/es) da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica em agosto de 2027. O evento ocorrerá entre os dias 24 e 27 de agosto de 2027, no Campus Ouro Preto, e reunirá profissionais de psicologia de Institutos Federais de todo o Brasil.</p>
<p>A programação e os encaminhamentos para a realização do encontro foram discutidos pelo Núcleo de Psicologia do IFMG (Nupsi). A reunião, que ocorreu nos dias 12 e 13 de agosto em Belo Horizonte, contou com a participação de profissionais dos campi.</p>
<p>De acordo com o IFMG, o encontro na Reitoria abordou questões relacionadas à atuação dos psicólogos e à saúde mental. Também foi discutida a Política de Assistência Estudantil e a articulação entre os servidores da área de psicologia.</p>
<p>No primeiro dia, os participantes se reuniram com Cristiane Barbosa Diniz, diretora de Assuntos Estudantis e assistente social. O objetivo foi discutir ações de saúde mental no âmbito da Política de Assistência Estudantil do IFMG.</p>
<p>Em seguida, o psicólogo André Corrêa Ferreira, integrante do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais (CRP/MG), conduziu uma discussão. O tema abordado foi “Ética e sigilo na atuação profissional da(o) psicóloga(o)”.</p>
<p>A discussão focou em aspectos da prática profissional e no tratamento das informações no exercício da psicologia. Este tema é considerado relevante para a atuação ética dos profissionais da área.</p>
<p>No dia 13, José Roberto de Paula, reitor em exercício, participou da programação e cumprimentou os integrantes do Nupsi. Ele destacou a importância dos encontros coletivos presenciais para a área.</p>
<p>A reunião contou com a presença de Heloísa Cristina Pereira, pró-reitora de Gestão com Pessoas. Também participaram servidores de diversos campi do IFMG e da Reitoria.</p>
<p>Entre os servidores presentes estavam Gisele Baeta Neves (Campus Ouro Preto), Viviane Gonçalves Silva (Campus Formiga), e Janaína Rocha Kiel (Campus Santa Luzia). André Moreira Ribeiro (Campus Congonhas) e Patrícia Dias de Castro (Campus Ouro Branco) também compareceram.</p>
<p>Rodrigo Siqueira Camara (Campus São João Evangelista), Listhiane Pereira Ribeiro (Campus Ribeirão das Neves), Rosalva Maria Martins dos Santos (Campus Betim) e Ilda Augusta de Matos (Reitoria) completaram a lista de participantes.</p>
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