A Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) instalou cinco contêineres especiais para descarte de cascas de coco na orla da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. Os contêineres foram posicionados em locais estratégicos: Marco Zero, Mirante Bem-Te-Vi, Vertedouro e dois na Praça Geralda Damatta Pimentel. A iniciativa visa melhorar a coleta e evitar o descarte inadequado desses resíduos.
De acordo com informações da Prefeitura de Belo Horizonte, os novos contêineres são de metal e têm capacidade para armazenar cinco toneladas de resíduos. Anteriormente usados para coleta seletiva de vidro, foram reformados e adaptados para receber cascas de coco. Esses contêineres se somam aos cem recipientes de 240 litros já existentes na região.
A SLU tem se preocupado com o descarte inadequado de restos de coco, promovendo campanhas educativas para comerciantes e consumidores. O objetivo é evitar que os resíduos sejam jogados nas vias, sarjetas, redes de drenagem e na Lagoa da Pampulha.
Coleta e Manutenção
O recolhimento dos cocos nos contêineres de 240 litros é realizado diariamente por um caminhão compactador e dois garis, com cada contêiner armazenando cerca de 30 cascas. Já os novos contêineres são esvaziados três vezes por semana por um caminhão polinguindaste, modelo munck, também com apoio de dois garis. Durante o verão, a coleta será diária devido ao aumento do consumo.
Erika Resende, chefe do Departamento de Serviços de Limpeza Urbana da SLU, enfatiza a importância da colaboração da população na manutenção da limpeza da orla. “O coco no chão, além do impacto visual negativo, pode causar entupimentos das redes de drenagem e provocar enchentes no período chuvoso. Ao descartar corretamente as cascas do coco nas lixeiras, diminuímos o número destes resíduos ao longo da orla e principalmente no espelho d’água”, afirmou.
