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O Brasil registrou a criação de 112.334 empregos formais em janeiro de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo positivo resulta da diferença entre 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos no período.
Com o resultado, o país alcançou mais de 48,5 milhões de vínculos empregatícios ativos. Nos últimos 12 meses, o acumulado foi de 1.228.483 novas vagas, crescimento de 2,6% no estoque total de trabalhadores formalizados.
Desempenho por setor e região
Quatro dos cinco principais setores da economia tiveram saldo positivo em janeiro. A Indústria liderou com 54.991 vagas, seguida por Construção (50.545), Serviços (40.525) e Agropecuária (23.073). O Comércio registrou redução de 56.800 postos, atribuída à sazonalidade pós-festas de fim de ano.
Entre as unidades federativas, 18 estados apresentaram crescimento. Santa Catarina (+19.000), Mato Grosso (+18.731) e Rio Grande do Sul (+18.421) tiveram os melhores desempenhos. Em termos percentuais, Mato Grosso destacou-se com alta de 1,9%.
Salários e tipos de contratação
O salário médio real de admissão em janeiro foi de R$ 2.389,78, valor 3,3% superior ao registrado em dezembro de 2025. Na comparação anual, o aumento foi de 1,77%, já descontados os efeitos sazonais.
Do total de vagas criadas, 58% foram classificadas como empregos típicos, com salário médio de R$ 2.428,67. Os não típicos, que incluem contratações via CAEPF e aprendizes, representaram 42% das admissões, com remuneração média de R$ 2.136,37.
As estatísticas detalhadas estão disponíveis no site do MTE.
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