O uso de cadáveres reais em aulas de Anatomia Humana na Faculdade de Medicina da UFMG permite que estudantes identifiquem variações anatômicas entre indivíduos, conforme destacado pela professora Pollyana Policarpo. Ela explica que diferenças, como a origem de uma artéria em local não padrão, são essenciais para o aprendizado prático.
Essa prática é viabilizada pelo programa Vida após a Vida, criado em 1999 e coordenado pela professora Pollyana. Interessados em doar seus corpos após a morte devem assinar um termo e informar a família. A UFMG assume os custos de transporte em um raio de até 1 mil quilômetros.
Além do ensino, os corpos doados são utilizados em pesquisas e treinamentos cirúrgicos. De acordo com a UFMG, o programa foi fundamental para a retomada dos transplantes de pulmão no Hospital das Clínicas em 2025.
Mais informações sobre o programa Vida após a Vida
Contatos:
Telefone: (31) 3409-9739
E-mail: vidaaposavidaufmg@gmail.com
Créditos: Flávia Moraes (reportagem e edição), Samuel do Vale (imagens), Marcelo Duarte (edição de imagens).
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