Governo de Minas planeja ações de tratamento devido ao aumento de doenças respiratórias

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O Governo de Minas Gerais está reforçando ações de tratamento devido ao aumento de casos de doenças respiratórias no estado. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), há antecipação na circulação do vírus Influenza A e maior presença do vírus sincicial respiratório (VSR) em comparação a anos anteriores.

De acordo com dados da Fundação Ezequiel Dias (Funed), o índice de positividade da gripe já se aproxima de 20% entre as semanas epidemiológicas 13 e 15 deste ano, patamar que em 2025 só foi alcançado na semana 19. “Esses resultados são baseados em dados laboratoriais, que ajudam a identificar mudanças na circulação viral”, afirmou André Bernardes, técnico da Funed.

Durante o Fórum de Doenças Respiratórias, realizado nesta quarta-feira (15/4), o secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, destacou a importância do diálogo com as regiões mineiras. “Em um estado com 853 municípios, é essencial ouvir as necessidades de cada localidade para garantir um cuidado eficaz”, disse.

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A SES-MG repassa R$ 21,7 milhões anuais para municípios com centros de referência em doenças respiratórias. No último sábado (11/4), mais de 820 cidades participaram do Dia D de vacinação contra a influenza, com aplicação de mais de 150 mil doses.

Monitoramento e estrutura

O estado ampliou leitos para atendimento infantil e ativou a Sala de Monitoramento dos Vírus Respiratórios, que acompanha casos e ocupação em tempo real. Unidades da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) operam com capacidade expandida e podem abrir novos leitos de UTI conforme a demanda.

Minas Gerais possui 11 centros de referência em doenças respiratórias, localizados em cidades como Belo Horizonte, Juiz de Fora e Uberlândia. Essas unidades atendem pacientes com condições como asma grave, fibrose cística e doenças neuromusculares.

O protocolo estadual define critérios para financiamento e monitoramento de seis grupos de doenças. Casos leves são acompanhados na Atenção Primária, enquanto moderados e graves são encaminhados para serviços especializados. “Trabalhamos para reduzir os vazios assistenciais”, afirmou Frederico Assis, servidor da SES-MG.

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**Observações sobre o texto:**
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