O Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) lançou o Ecossistema de Formação Continuada de Professores. Esta plataforma digital oferece recursos para professores da educação básica de todo o Brasil que buscam aprimorar sua formação profissional.
O ambiente digital centraliza cursos, projetos, ações e materiais didáticos. O acesso é aberto e a organização dos conteúdos visa atender às demandas da prática em sala de aula.
O acesso ao ecossistema pode ser feito pelo endereço eletrônico: www.ecossistemadeformacao.com.
Na plataforma, os professores podem encontrar sugestões de cursos de formação continuada. Estes incluem pós-graduação, aperfeiçoamento, cursos de curta duração, capacitação e extensão.
A plataforma também disponibiliza informações sobre eventos, como workshops, seminários e palestras. Há ainda indicação de plataformas e materiais didáticos, incluindo planos de aula, unidades didáticas e práticas pedagógicas.
Entre os objetivos do ecossistema estão o apoio à formação continuada de professores e o fortalecimento de redes de colaboração. Essas redes envolvem educadores, pesquisadores e gestores.
Outros objetivos incluem a valorização do trabalho docente e a aproximação da produção acadêmica com as demandas do cotidiano escolar.
De acordo com o IFMG, a iniciativa é resultado da pesquisa “O trabalho docente e a formação de professores(as) para a educação básica: o entre lugar do IFMG no desenvolvimento de estratégias para a formação continuada”. Esta pesquisa foi desenvolvida por meio do edital 69/2023.
Dados coletados durante dois anos no município de Congonhas indicaram a necessidade de ampliar espaços de formação. Esses espaços devem favorecer a troca de experiências e o diálogo entre docentes.
Também foi identificada a importância de maior integração entre o IFMG – Campus Congonhas e as demandas das escolas locais. O professor Rodrigo Gomes, um dos responsáveis pelo projeto, afirmou: “O ecossistema entra com uma das soluções possíveis que alicerça a relação da formação de professores com as necessidades das redes públicas”.
