Iphan preserva estações e complexos ferroviários no Brasil

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) preserva estações ferroviárias e complexos que representam a memória dos trilhos no Brasil. A ação ocorre em referência ao Dia do Ferroviário, celebrado em 30 de abril, data da inauguração da primeira ferrovia brasileira em 1854.

De acordo com o Iphan, a autarquia administra bens da extinta Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), conforme a Lei nº 11.483/2007. O patrimônio inclui estações, rotundas, armazéns e outras estruturas distribuídas pelo país.

No Nordeste, destacam-se os complexos de Camocim (CE) e Parnaíba (PI), com estruturas preservadas como galpões e casas de agentes. No Sudeste, conjuntos em São João Del Rei (MG) e Cruzeiro (SP) mantêm oficinas e rotundas em funcionamento.

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No Sul, Santa Maria (RS) e Matos Costa (SC) conservam arquitetura em madeira típica da região. No Centro-Oeste, Pires do Rio (GO) e o eixo Aquidauana-Corumbá (MS) mostram a expansão ferroviária no interior do país.

Segundo o Iphan, 651 bens estão inscritos na Lista do Patrimônio Cultural Ferroviário. O instituto divide os bens em móveis, como vagões e documentos, e imóveis, como estações e pontes.

Atuação do Iphan

Os bens móveis ficam sob guarda direta do Iphan, enquanto os imóveis permanecem sob gestão da União, com o instituto atuando como responsável cultural. Parcerias com estados e municípios são firmadas por meio de Termos de Cessão para preservação e uso social dos espaços.

Mais informações sobre o patrimônio ferroviário podem ser encontradas no site do Iphan.

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