Caravanas da Inovação discutem tecnologia, sustentabilidade e proteção infantil no segundo dia

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**Caravanas da Inovação discutem tecnologia, sustentabilidade e proteção infantil no segundo dia**

O segundo dia das Caravanas da Inovação Portuária reuniu especialistas, gestores e representantes do setor no Instituto Superior do Litoral do Paraná (Isulpar). O evento debateu tecnologia, sustentabilidade e proteção de crianças e jovens nos portos.

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De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, Tetsu Koike, diretor de Políticas Setoriais, destacou a importância do contato direto com as inovações em curso nos portos. “Esse diálogo permite soluções mais eficazes e alinhadas à realidade portuária”, afirmou.

Sérgio Aquino, presidente da Federação Nacional das Operações Portuárias (Fenop), enfatizou o papel da tecnologia no setor. “Inovação e tecnologia são fundamentais para aumentar a eficiência e a competitividade”, disse.

Foram apresentados os eixos da Política Nacional de PD&I Portuária e do programa InovaPortos, que busca modernizar a infraestrutura logística e implementar soluções digitais. Thiago Alvarenga, coordenador-geral de Inovação Portuária, citou o “Porto sem Papel”, sistema que digitaliza processos e reduz burocracias.

**Sustentabilidade**

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Vitor Brasil, coordenador de Políticas de Descarbonização, destacou o Pacto de Sustentabilidade, que visa reduzir emissões e promover práticas sustentáveis. “Soluções tecnológicas são essenciais para operações mais eficientes e menos impactantes”, afirmou.

**Proteção infantil**

O painel “Proteção das crianças e jovens nos portos” abordou a necessidade de ambientes mais seguros. Maíra Nascimento, ouvidora do Ministério, reforçou a importância do tema. “Proteção infantil é uma responsabilidade coletiva”, disse.

Em março, o Ministério e a Childhood Brasil assinaram um memorando para combater a exploração sexual no setor portuário. Eva Dengler, da organização, destacou a necessidade de ações preventivas.

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Cristina Castro, diretora interina da Antaq, chamou atenção para a desigualdade de gênero no setor. “Avançar na equidade é essencial para ambientes mais inclusivos”, concluiu.

*Fonte: Ministério de Portos e Aeroportos*

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