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Operações Chave na Mão 2 e Brute Force lançadas pelo MPMG em MG e GO contra receptação de cargas roubadas

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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Regional de Uberaba, deflagrou as operações “Chave na Mão 2” e “Brute Force” nesta quinta-feira (9/7/2026).

As ações, realizadas em conjunto com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e com o apoio dos Gaecos Regionais de Uberlândia (MG), Patos de Minas (MG) e Caldas Novas (GO), visam combater a receptação de cargas roubadas e crimes relacionados.

A operação Chave na Mão 2 cumpriu oito mandados de busca e apreensão nas cidades de Uberaba, Uberlândia, Lagoa Formosa e Caldas Novas. Houve também o bloqueio judicial de R$ 2 milhões em bens e valores de investigados.

Os investigados são suspeitos de integrar organização criminosa especializada no desvio de cargas. Eles podem responder por organização criminosa, furto mediante fraude, estelionato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

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Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos dez aparelhos celulares e diversos documentos para análise pericial. Em Lagoa Formosa, um empresário foi preso em flagrante por crime contra as relações de consumo.

O estabelecimento foi interditado devido à comercialização de produtos impróprios para consumo humano. A operação Brute Force cumpriu dois mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão em Uberaba.

Esta operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada na receptação de fios de cobre e aparelhos celulares. As investigações indicaram uma cadeia estruturada de receptação.

Essa cadeia envolvia ferro-velho, comerciantes e assistência técnica, responsáveis pela aquisição, ocultação e revenda de materiais furtados e roubados. Foram cumpridos dois mandados de prisão.

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Houve uma prisão em flagrante por receptação de fios de cobre e a prisão de um foragido da Justiça. Foram apreendidos oito aparelhos celulares, um computador, cinco pendrives e documentos para análise pericial.

As ações contaram com a participação da Polícia Militar de Meio Ambiente, da Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais e da Prefeitura de Uberaba. Estes órgãos atuaram na fiscalização e administração dos estabelecimentos investigados.

As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos, aprofundar a responsabilização criminal e recuperar ativos obtidos com atividades ilícitas. O nome “Chave na Mão” refere-se à prática criminosa de simular furto ou roubo de carga.

Nessa prática, o motorista entrega a mercadoria a um receptador previamente ajustado. A denominação “Brute Force” remete ao conceito de “força bruta”.

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Caracteriza-se pela atuação coordenada e intensiva de recursos operacionais, inteligência policial e ações fiscalizatórias. O objetivo é identificar, desarticular e responsabilizar indivíduos e estabelecimentos envolvidos na cadeia criminosa.

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