A UFMG e o Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE) firmaram parceria nesta segunda-feira (13) para realizar um diagnóstico integrado sobre as causas da poluição na Bacia da Pampulha e seus impactos na Lagoa da Pampulha. O acordo foi assinado em Belo Horizonte pelo reitor Alessandro Fernandes Moreira e pelo presidente do TCE, Durval Ângelo.
De acordo com o documento, o diagnóstico faz parte do plano de trabalho previsto em convênio entre o Estado de Minas Gerais, as prefeituras de Belo Horizonte e Contagem, a Copasa e o TCE, celebrado em 2024. A iniciativa também visa implementar um sistema de governança para ações de revitalização da bacia.
Segundo a UFMG, o projeto inclui a estruturação de comitês de gestão integrada para promover segurança hídrica e sustentabilidade na região. O reitor Alessandro Moreira destacou a importância da prevenção: “Na engenharia, trabalha-se com a predição para evitar o pior. É o princípio de prever para não remediar”.
O presidente do TCE, Durval Ângelo, afirmou que a ação reforça o papel constitucional do tribunal em induzir políticas públicas. Ele citou a cooperação entre instituições e o uso da ciência como base para decisões políticas, modelo que pode servir de referência para outras regiões.
