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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realizou uma reunião técnica em São Paulo (SP) no dia 11 de agosto para apresentar os padrões de desempenho e matrizes de referência do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
De acordo com o Inep, o encontro discutiu aspectos técnicos relacionados às matrizes de referência e aos padrões de desempenho das avaliações. Esta foi a primeira de três reuniões previstas com as Secretarias de Educação de todo o país.
A apresentação dos padrões de desempenho atende à Lei nº 15.153, de 2025, que institui o novo Plano Nacional de Educação (PNE). A legislação prevê o monitoramento da qualidade da educação básica por meio de indicadores associados ao desempenho dos estudantes em cada etapa de ensino.
Participantes e temas discutidos
O presidente do Inep, Manuel Palacios, e o diretor de Avaliação da Educação Básica, Eduardo Carvalho Sousa, representaram o instituto no evento. Também participaram o secretário da Educação de São Paulo, Renato Feder, e o presidente do Fórum dos Conselhos Estaduais de Educação, Felipe Michel.
Durante a reunião, foram apresentados elementos das matrizes de referência e dos padrões de desempenho usados nas avaliações da educação básica. O evento também abordou a mobilização para o Enem 2026, primeira edição após a integração do exame ao Saeb.
O Decreto nº 12.915, de 30 de março de 2026, formalizou a integração do Enem ao Saeb. A mudança amplia o uso dos resultados para avaliar a qualidade do ensino médio e produzir indicadores educacionais. O diretor Ricardo Cardozo, responsável pelo GT do Enem 2026 no Inep, participou do debate sobre o tema.
Sobre o Saeb e o Enem
O Saeb é um conjunto de avaliações externas em larga escala que permite ao Inep diagnosticar a educação básica brasileira e fatores que influenciam o desempenho dos estudantes. Os resultados subsidiam políticas educacionais.
O Enem é utilizado como mecanismo de acesso ao ensino superior por meio do Sisu, Prouni e Fies. Instituições públicas e privadas também usam os resultados em processos seletivos. As notas podem ser aproveitadas em universidades portuguesas com acordo com o Inep.
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