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Pesquisa em Minas Gerais desenvolve nova tecnologia para melhorar a nutrição de leite para bebês prematuros

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Uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto de Laticínios Cândido Tostes, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig ILCT), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), busca melhorar a qualidade do leite humano destinado a bebês prematuros internados em UTIs neonatais. O estudo adapta técnicas da indústria de laticínios para reduzir perdas de gordura e nutrientes.

De acordo com Denise Sobral, pesquisadora da Epamig ILCT, o trabalho consiste em aplicar tecnologias usadas no processamento de leite bovino aos bancos de leite humano. O objetivo é aumentar a disponibilidade de um alimento mais nutritivo para recém-nascidos com menos de 1,5 quilo.

A médica neonatologista Maria Elizabeth Moreira, da Fiocruz, afirma que a parceria com a Epamig ILCT permitiu avanços no manuseio do leite materno. O projeto está vinculado ao Banco de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz).

Homogeneização do leite

Um dos focos da pesquisa é a homogeneização do leite humano para evitar a separação da gordura durante processos como congelamento e pasteurização. Segundo Denise Sobral, essa perda reduz o valor calórico do alimento, essencial para bebês prematuros.

O método testado utiliza um homogeneizador de pequeno porte, que divide os glóbulos de gordura em partículas menores. Isso impede que eles se separem ou grudem em frascos e sondas, garantindo um leite mais completo.

Andamento das pesquisas

Jonas Borges da Silva, gestor do Laboratório de Controle de Qualidade de Leite Humano da Fiocruz, explica que a fase atual avalia a preservação de nutrientes e o comportamento do leite em bombas de infusão. Testes preliminares mostram que o produto homogeneizado não apresenta separação de fases.

Se os resultados continuarem positivos, os testes clínicos devem começar em 2026. A expectativa é aumentar o teor calórico do leite oferecido em UTIs neonatais. Maria Elizabeth Moreira reforça que o alimento passará por avaliações de segurança antes da distribuição.

Denise Sobral comemora os avanços obtidos até o momento e acredita que, em breve, será possível oferecer um leite de melhor qualidade para recém-nascidos prematuros.

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**Observações:**
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